segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

A Professora de Inglês

A Professora de Inglês (Real)
Fala rapaziada, beleza?? Meu nome é Lucas, tenho 25 anos e moro em SP Capital. Vou contar pra vocês uma coisa que vem acontecendo comigo a algumas semanas.
Faz exatamente 1 ano que comecei a fazer um curso de Inglês numa escola, quando comecei lá fui avaliado por diretores e coordenadores da escola para começar a ter aulas, logo após as avaliações fui aprovado e me juntei com a turma de sábado a tarde, cheguei uns 10 minutos atrasado e bati na porta da sala para entrar e a professora abriu, uma mulher linda, branca, cabelo preto bem escuro aquele tom preto azulado, mais ou menos 1, 77, alta para o padrão da mulher brasileira, olhos castanhos, cintura fina, um sorriso maravilhoso e um bumbum que é digno de aplausos, grande e empinado.
-Boa tarde professora, meu nome é Lucas, vou começar a ter aulas com você na turma das 13h estou começando hoje
- Seja bem vindo Lucas, meu nome é Elisa, a aula ainda não começou, portanto fique atento e quando tiver alguma dúvida não tenha vergonha de perguntar.
“Com você eu teria aula até de feriado”, pensei comigo. O tempo passou, a aula acabou e quando estava indo embora fui até o ponto esperar o ônibus pra ir pra casa, estava destraido esperando o ônibus quando ela chegou e começou a conversar comigo, perguntou onde eu morava e quando falei pra minha surpresa e alegria ela disse que morava perto de mim e que pegaríamos o mesmo ônibus (nem fiquei feliz, magina) subimos no ônibus, papo vai papo vem, descobri que ela tinha 32 anos, tinha um filho mas estava solteira a 8 anos (um fenômeno de mulher daquele naipe solteira, não acreditei) chegou minha hora de descer do ônibus ela disse que ia descer um pouco mais pra frente, peguei o telefone dela e ela o meu, desse dia em diante nos falavamos todos os dias e fui ficando mais próximo dela.
Descobri que ela era solteira por opção, devido ao problema que teve com o pai do filho dela optou por não ter mais nenhum envolvimento emocional com ninguém. A algumas semanas atrás a turma se juntou para fazer a confraternização de final de ano e fomos para um barzinho, mas como de costume não foram todos os alunos e o momento relax não durou muito tempo, os poucos que foram logo foram embora e assim eu e a Elisa ficamos sozinhos em uma das mesas do bar, ficamos conversando um tempo até que decidimos ir embora, na volta pra casa ela pediu pra mim acompanhar ela até a casa dela, eu, claro, disse que iria acompanhar, chegando lá ela pediu pra mim entrar e beber um vinho com ela, pois o filho dela estava passando o final de semana com o pai e ela não queria ficar sozinha em casa muito tempo.
Entramos, sentamos na mesa da cozinha, começamos a conversar e tomar o vinho que ela tinha servido e ela começou a desabafar:
Resultado de imagem para professora sexo gostosa
-Ta complicado viu pretinho, vi o Pedro e a Karina naquela pegação hoje lá no bar e fiquei doida, faz 8 meses que não transo, tô me sentindo uma virgem hahaha’
- Para, tá de zuera comigo??
- Não, não, 8 meses e da última vez o cara foi tão mal que tive que fingir que gozei pra ele ficar feliz, não via a hora de acabar.
- Hahahahaha, caramba Elisa, você que é essa delícia toda tá na seca?? Achei que isso era impossível.
- O que você falou??
- Que é impossível você ficar na seca??
- Não, antes!
- Que você é uma delícia?? Você é mesmo, eu sou homem Elisa, você acha que nunca olhei pra você desejando?? Eu sou sincero, desculpa falar assim diretamente mas você é um tipo de mulher que todo homem fantasia, inclusive eu!
- Nossa, eu tô pasma, mas lisonjeada de ter ouvido isso, foi um tanto grosseiro mas foi sincero rs
- Sim, desculpa falar assim mas é o que eu acho.
Ela estava sentada ao meu lado, nesse momento ela levantou, pegou as taças e foi deixar na pia pra lavar, então ela virou de frente pra mim e perguntou:
-Você me acha gostosa a que ponto pretinho??
- A ponto de fazer várias loucuras com você.
Ela estava com uma calça de cintura baixa, um sandália salto alto e uma regata dessas de renda que a mulherada tá usando hoje em dia.
-Vem aqui e me mostra um pouco dessa loucura Lucas!
Eu já estava maluco com aquela visão, quando ouvi aquilo levante e em menos de um segundo já estava agarrado nela, dei um puta beijo nela, beijava o pescoço, apertava e passava a mão na bunda dela, alisava a barriga, beijei ela um bom tempo até que ela se afastou e em um movimento rápido tirou regata que estava vestindo e jogou a blusa no chão, ela tinha seios lindos, grandes com os mamilos rosados e devido ao momento estavam bem saltados, chupei, suguei, atolei minha cara no meio dos dois, parecia um esfomeado. Tirei minha blusa e minha calça, ela caiu de boca no meu pau chupava gostoso, com firmeza, brincava com a cabecinha, chupava a bolas, babava, deixei ela se esbaldar no meu pau um bom tempo afinal ela estava na seca quando decidi colocar ela em cima da mesa, tirei a calça e sandália dela e cai de boca na buceta dela
-Aaaaahhhh que delícia essa lingua, chupa minha buceta
Eu chupava com vontade, enfiava um, dois dedos e ficava passando a lingua no grelo dela até e ela gozou
-Que delicia, vamos pro meu quarto, quero sentar nesse pau
Ela levantou, peguei ela pelo cabelo e fui levando ela pro quarto dela puxando o cabelo dela e dando tapas na bunda dela, chegando no quarto ela ticou de 4 na beira da cama com aquela bunda linda empinada pra mim perfeitamente
-Soca tudo pretinho, soca sem dó faz eu gozar de novo
-To sem capinha gata, não tem problema?
- Não, você vai gozar na minha boca!
Avancei, e coloquei meu pau na buceta dela bem devagar e comecei a bombar forte e bem compassado
-Que delícia pretinho, que pau gostoso, tá me preenchendo todinha, aaaiii que gostoso
- Delicia de buceta, apertadinha, gostosa, vou te comer muito Elisa
Aumentei o ritmo, socava mais forte mais rápido, puxava o cabelo dela, dava tapas na bunda, estava totalmente em êxtase
-ISSOOO BATE NA MINHA BUNDA, SOCA NA MINHA BUCETA BEM FUNDO, NÃO PARA EU VOI GOZAR NÃO PARAAA, AAAIIII DELÍCIA.
Ela gozou encharcando meu pau, deitei na cama ela veio me chupando, na hora que se recuperou virou de costas e começou uma sentada espetacular
-Agora quem vai gozar é você pauzudo gostoso.
Ela sentava forte no meu pau e fazia eu delirar, ela tinha agilidade que nunca tinha visto pra sentar
-Safada, putinha, senta gostoso sua gostosa
-Vai gozar assim pretinho??
-Vou gozar gostoso. AAAHHH SUA SAFADA, EU VOU GOZAR, ESPERA ESPERA, AAAAHHH
Ela tirou meu pau de dentro da buceta e a porra começou jorrar do meu pau com força, fiquei tonto e nem tinha me recuperado quando ela sentou, agora de frente começando uma cavalgada sensacional, pulava no meu pau, dava tapas na minha cara, sentava, ficou assim um tempo até que gozei de novo, depois disso ela me chupou muito até que gozei na boca dela. Transamos muito ainda naquele dia, transamos tanto que meu pau ficou completamente dormente, transamos até na lavanderia da casa dela.
Desde então estamos ficando, saio com ela durante a semana, saimos depois da aula e transamos em varios lugares malucos, ela curte uma adrenalina, aonde essa história vai dar eu não, só sei que estamos curtindo. No próximo relato falo pra vocês do dia em que transamos no banheiro da escola.

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Fui me exibir para o vizinho e ele me fez de putinha

Meu nome é Lara, 20 anos, magra, peitos médios, 1,65m de altura, cintura um pouco larga e bunda durinha, tenho muito orgulho do meu corpo, sempre uso roupas curtas para acentuar minhas curvas, e fico excitada quando percebo que tem vários homens me olhando, começo a dar uma reboladas, ou finjo mostrar demais por acidentes e eles ficam louquinhos, por causa disso também, acabei traindo vários namorados e pegando o namorado de amigas, mas o tesão sempre fala mais alto pra mim.
Algo que eu gosto de fazer para me sentir exposta é deixar as janelas do meu quarto abertas quando vou me trocar, felizmente, minha janela dá visão para o meu vizinho ao lado, Rodrigo, um homem recém divorciado, na faixa dos 40 anos, barbudo, alto, 1,90 de altura, másculo e de tirar meu fôlego, sua casa tem 2 andares e seu quarto fica no andar de cima, o local perfeito para ele ver tudo o que eu fizesse pela minha janela.
Uma noite, eu esperei ele chegar em sua casa, e fui tomar banho, sai do banho sem a toalha, comecei a me enxugar enquanto também me massageava, acariciava meus peitos, peladinha, toda exposta para aquele macho, olhei de relance, e vi-o me observando, que delicia, logo atingi um orgasmo e terminei meu showzinho, ollhei para ele novamente, que estava claramente com o pau na mão, fingi-me surpresa por vê-lo ali e dei um sorrisinho safado, fechando a cortina logo após.
Eu não queria parecer fácil, queria provocá-lo mais, ao poucos, deixá-lo morrendo de tesão por mim, enlouquecê-lo, mas a verdade é que eu já estava louca, no dia seguinte eu não conseguia parar de pensar em como eu queria dar para ele, como era sexta, decidi não ficar esperando a semana que vem para fazer loucuras, ia ser naquela noite.
Então quis fazer uma surpresa, tirei toda minha roupa, peguei uma pano vermelho longo e fino que eu tinha, amarrei nos meus seios e fiz um laço, depois coloquei um roupão curto por cima, assim quando eu abrisse meu roupão, veria meus seios com aquele laço vermelho como se fosse um presente para ele.
Ele demorava para chegar, era incrível como ele conseguia me deixar mais doida do que eu queria deixar ele, só chegou por volta das 23:30, eu esperei mais alguns minutinhos, foi quando olhei para rua, estava tudo parado, aquela falta de movimento me fez querer arriscar, sai na rua, com apenas aquele roupãozinho, e apertei a campainha de sua casa, a noite estava gelada e a possibilidade de alguém me ver fazendo aquilo era o que tornava tudo melhor, finalmente ele abriu a porta, me viu ali, paradinha, ele sabia o que eu queria, ele queria também, mas fingia o contrário.
-O que está fazendo aqui?
Ele abriu o portão para mim e eu abri meu roupão.
-Então a putinha resolveu dar um presentinho para mim? – ele dizia enquanto desfazia o laço, apreciava aquela visão e me puxava para perto dele.
-Gostou do presente?
-É o tamanho perfeito - ele começava a me beijar e apertar minha bunda, já estávamos coladinhos.
Ele me puxava aos poucos para dentro de sua casa, mas não chegamos a entrar, paramos na área, ele pediu para mim esperar, a noite estava gelada e eu morria de frio, esse era o problema de sair por aí só com um roupão curto, Eu achei que Rodrigo tinha ido pegar a chave ou algo assim, mas ele apareceu com duas mesas de plástico empilhadas, daquelas simples que sempre tem em um bar ou festinha.
-Para que isso?- perguntei.
-Para aumentar a resistência.
-Como assim?
-Você já vai descobrir – Ele voltou a me beijar, tirando o meu roupão.
-Não vamos entrar primeiro? Alguém pode ver a gente aqui e eu estou com frio! - disse olhando com cara de coitadinha.
-Vou te fazer ficar com calor já, já, além do mais, você quer que os outros te vejam, não é, safada?
Resultado de imagem para sado masoquismo
Eu já estava completamente nua na frente dele, ele me empurrou na parede enquanto passava as mãos e a língua em cada parte do meu corpo, eu olhava para a rua, o portão era de grade, então não havia uma parede ou nada que realmente impedisse alguém de ver o que estava acontecendo ali, apesar de escuro, os postes iluminavam nossa aventura. Pensar que talvez algum vizinho estivesse vendo aquilo, vulnerável, querendo estar fazendo isso comigo, querendo estar no meu lugar, ou vendo que eu tinha um lado bem putinha, me deixava toda molhada.
Eu estava me sentindo uma vadia quando percebi que eu estava totalmente exposta enquanto ele ainda não tinha tirado uma peça de roupa. Comecei a me ajoelhar para desabotoar sua calça, o volume de seu pênis já era visível e eu queria ver com meus próprios olhos, abaixei a calça, e ao abaixar a cueca, aquele caralho imenso pulou na minha cara, por volta dos 23 centímetros, grosso e cheio de veias, tinha um cheiro forte, ele ainda não tinha tomado banho depois do dia de trabalho, eu tentava colocar na boca, mas eu não conseguia, o máximo que eu conseguia ainda sobrava espaço para minhas duas mãos masturbar aquele pau, então tentei focar em usar a língua em suas bolas, mas ele me puxou pelo cabelo para cima e me deu um tapa no rosto que eu não estava esperando.
-Se quer esse caralho aqui, vai ter que chupar direito.
Eu estava tremendo, eu queria dominar, mas ele já tinha assumido total controle, fiquei com medo, não tinha o que eu fazer, se eu tentasse gritar, ele poderia me fazer desmaiar com um soco, eu apenas voltei a encarar aquele mastro e ele a empurrou minha cabeça contra, eu comecei a engasgar, estava ficando vermelha, amedrontada, meu rosto ainda ardia do tapa, até que ele percebeu que eu não conseguia colocar tudo para dentro e me puxou para cima de novo, e me beijou, um beijo quente de língua, de repente, estava tudo bem novamente, aquilo me tranqüilizou bastante, tirou o meu medo e o tesão voltou em dobro, um macho bruto que sabia o que estava fazendo.
-É melhor a sua bucentinha aguentar mais que a sua boca, vadia. – ele disse.
-Por que não experimenta? – perguntei provocando, mesmo que estivesse receosa.
Ele me deitou na mesa, que estava um tanto suja, mas não me importei, com a barriga para cima, ele abriu minhas pernas e posicionou aquela gigantesca piroca na entrada da minha buceta.
-Devagarinho, por favor. – eu disse, como se ele realmente fosse me dar ouvidos.
Ele riu, mas felizmente ele não teve pressa, primeiramente foi apenas enfiando a cabecinha para eu ir me acostumando, sentia minha xana se abrindo aos poucos, tudo aquilo entrando em mim, doía, eu nunca fui masoquista, mas aquela dor aumentava meu tesão, quando todo o seu pênis estava dentro de mim, eu atingi meu primeiro orgasmo naquela noite, quando ele percebeu que eu estava me contorcendo e gemendo mais alto, não teve mais piedade, acelerou o vai e vem, cada estocada me deixava mais viciada naquele caralho, foi difícil fazer tudo aquilo entrar, mas eu não queria que ele tirasse mais, queria que ele me possuísse a noite toda, todos os dias, eu nunca tinha provado algo assim.
Eu estava chegando a outro orgasmo enquanto ele passava suas mãos gigantes pelo meu corpo e seios, quando uma de suas mãos foi para o meu pescoço e começou a apertar, ele apertava forte, eu não conseguia respirar direito, “O FILHO DA PUTA TÁ ME ENFORCANDO?” eu pensei, mas eu não conseguia reclamar, ou melhor, não queria, porque ao mesmo tempo ele acelerava as estocadas, com a outra mão batia na minha bunda, eu nem conseguia gemer, apenas fechei os olhos e aceitei, eu estava tendo o orgasmo mais intenso da minha vida, um orgasmo que tirou a força de todos os meus músculos com um prazer que me consumia por inteira. Quando que acabei, ele imediatamente tirou seu pau de dentro de mim e esporrou meu corpo inteiro, sua porra era quente e grossa, chegou até o meu pescoço, que já não estava mais sendo enforcado, mas tinha claramente uma marca das mãos dele, rapidamente, eu passei a mão por onde tinha porra e lambi tudo, com um sorrisinho, ele gostou bastante de ver aquela cena.
-Você estava certo, eu fiquei mesmo com calor. – E rimos.
Após alguns momentos deitada, recuperando-me, finalmente me levantei, com a buceta bem avermelhada, mas satisfeita, estava indo pegar o meu roupão, mas:
-O que pensa que está fazendo? – disse Rodrigo
-Me venstindo?
Ele riu.
-Você vai voltar pra sua casa assim, toda suja, suada e sem nenhuma roupa, apenas as chaves.
-O que?
Ele ia andando em minha direção e eu ia recuando, quando fui ver já estava no seu portão, que ele, com um sorriso maldito no rosto, abriu para mim e me fez sair, assim que saí, ele “gentilmente” disse:
-Eu estarei de olho em você até que entre na sua casa, para que nenhum estranho tente abusar de você.
Ele estava se divertindo muito, eu estava muito brava, entretanto...
-Você quer repetir isso amanhã? – eu disse enquanto tentava cobrir minha partes.
-Amanhã você pode vir só com o laço.
Eu ri, despedi-me e fui correndo para minha casa, e assim acabou uma das noites mais excitantes que eu já tive. Depois disso, tive que usar por uma semana gola alta no trabalho para ninguém ver as marcas no pescoço.

Orgasmo a sexo tantrico para três

Você que diz que não tem sorte, que as mulheres correm de você, não se preocupe, foi numa noite de minha maior timidez, eu todo aério sem pensar em sexo que a coisa ficou boa, excutem só:
         Estave em um bar quando uma lesbica daquelas com estilo todo masculino se aproximou de uma linda mulher bem proximo a mim. do outro lado da rua escondida atrás de uma banca de revista uma outra linda mulher que era bi sexual observava a lesbica que era um caso atual dela. enquanto a lesbica cantava a linda mulher que estava do meu lado escutei a seguinte resposta da mulher para lesbica.
Gosto mesmo é de um cacete grande e grosso, mais isto me deixou duvidas porque eu já havia visto outros homens chegar nela e ela não deu a minima idéia. Pois bem a namorada vendo aquela cantada sem escutar muito bem atravessou a rua e me perguntou: Você sabe o que as duas estavam conversando?. Respondi: extranho, você não me conhece e me pergunta assim desta forma! ela disse: Eu tenho um caso com ela e ela parece está cantando aquela linda mulher, como vejo que ela não da bola não vou cassar confusão mas pra isso preciso da sua ajuda, vejo que você está de carro e fiquei sabendo através de uma amiga que eu não vou citar o nome que você tem um pau grande e grosso.
Eu sorri sem graça e disse: è apenas 22 de comprimento por
14 de circuferência, nossa! como tranforma circuferência em grossura? eu disse: dá mais de 4,5 centimetros um pouco!. ela sorriu dizendo quando estava escondido atras da banca de revista vi um gesto daquela mulher dizendo que gostava era de um pau grande e grosso, por isso vou esperar a minha safada sair de perto dela e vou tentar com algumas palavras mas quero usar o teu nome, ok?, Ok! para mim o que vier é lucro, Amigos, não demorou muito. A lesbica não conseguiu, mas a bi sexual deu show de labias, e eu fui premiado para sair com as duas. Fomos ao barzinho tomamos umas cervejas, conversamos falamos muito sobre relacionamento a três porem eu em nenhum momento cantei aquela linda mulher. Saimos do barzinho e quem guiava o caminho era sempre a bi sexual, adivinha onde fomos parar?
Se você disse motel, acertou. Chegando lá a bi sexual pediu que eu as deixasses a sós e fosse para o banho. fique na duvida, será que elas estão me enrrolando, perguntei pra mim mesmo. elas começaram a sarrar e meu cassetão latejava dando lambada em minha barriga, o que é isso? sabía que não ia aguentar segurar o orgasmo porque o tesão era demais então parti para o ataque imaginando gozar fora para satisfazer as duas no segundo tempo , nâo demorou muito, gozei fora, mantive um ritimo acelerado para o cacete não cair. chupando uma e outra e ao mesmo tempo masturbando uma e outra. derrepente a bi sexual me empurrou de costa para a cama, sentou a vagina no meu nariz
deixando o grelo na minha boca pediu a linda mulher que sentasse em meu cassete e uma ficou de frente para outra beijando e chupando os peitinhos eu tive que deixar minha mão direita forçando a bunda dela pra cima porque ela estava me sufocando, eu esta despreocupado porque já tinha gozado e estava preparado para o sexo tántrico. aquele demorado em que os três poderiam satisfazer caso eu não gozasse primeiro. Haviamos entrado no motel as 23:30 Horas gozei fora e rápido e até as 23:50 horas tinha sido melhor pra mim, mas este não é o meu tipo, normalmente eu seguro ate a mulher adormecer o grelo e ficar irritada pelo toque quando eu posso ter a certeza do orgasmo feminino sem precisar ouvir da boca dela. mas amigos com duas mulheres eu fui obrigado abrir mão do meu orgasmo primeiro. Quando saimos do motel era 01:45 Hs. porque aquela mulher não podia amnhecer fora de sua residencia, ficamos até 02:15 no motel e eu fiquei 01:25 segurando para as duas gozarem, eu antes dizia que não tinha sorte com muheres, mas elas disseram pra mim a seguinte frase: Feliz não é o Homem que tem muitas mulheres e sim aquele satisfaz as mulheres que tem. Fizera um sanduiche me colocando ao meio. e disse: esta é só a primeira de muitas outras.
Beijos e abraços aos leitores

Resultado de imagem para menage

Sexo tântrico

São muitos os motivos que levam as pessoas a escreverem suas aventuras amorosas ou eróticas. O meu motivo é falar de uma maravilhosa experiência sexual. Não me descreverei em detalhes por causa do medo de algum conhecido ler e me identificar. Sou bastante extrovertido, simpático e, de um atrativo másculo que chamou a atenção da Estela, minha irmã mais nova, que muitas vezes flagrei me olhando. E como macho vaidoso, incentivei estes olhares ao invés de pôr um fim. Fingia não perceber o seu olhar admirando o meu corpo, o desejo tentando se ocultar, nu e envergonhado, nos verdes campos de seus olhos.
Andava pela casa sem camisa, o volume do pau na cueca, tendo o cuidado para ser visto apenas por ela; sabendo o efeito que causava. Em contrapartida, ela acostumou-se em andar de baby doll, de short curto e blusa decotada; deixando entrever sua calcinha e a pele da xota ao pintar as unhas do pé; fingindo, também, não perceber meus olhares de soslaio.
Esta troca de provocações; de pequenos prazeres visuais e sensoriais ocorriam na hora de dormir, pois nos recolhíamos bem depois de nossos pais. Esse clima erótico começou a rolar quando Estela tinha 16 anos e se estendeu por dois anos antes de cair o véu de dissimulação que o encobria.
Estela era, e ainda é, linda; um jeito sapeca, moleca, maliciosa, inteligente. Sua boca é carnuda e sensual. Seus cabelos castanhos e compridos. Corpo perfeito, cintura fina, bunda gostosa. Os peitos não são grandes, mas também não são pequenos. Deixando de lado os preâmbulos, vamos ao relato de como fomos, eu e Estela, seduzidos por um clima intensamente erótico e profano, feitos de flertes libidinosos, pequenos flagrantes de mútua atração física e admiração, troca de sorrisos cúmplices, esbarrões, roçar de corpos dissimulados, que produziam ondas sísmicas em nossos sexos, que de tão gostoso e intenso, explodiam em voluptuosas risadinhas, incentivando novos esbarrões e roçar.
Isso não era escancarado como pode parecer, era sutil na maior parte das vezes e a gente levava a coisa como uma brincadeira safada e sensual com o único intuito de provocar tesão, pelo tesão, sem a pressão de chegar a uma conclusão. É claro que bati muitas punhetas e ela também se masturbava.
E de brincadeira em brincadeira, a coisa foi ficando mais quente e menos sutil. Na hora de dormir, Estela veio ao meu quarto apenas de camisola, simples, sem sensualidade. O assunto; já não lembro mais. Ao caminhar para a porta, ainda perto da cama, "torceu o pé" e caiu, sem um grito, sobre a cama; no lado oposto. Erguendo a perna. Estava sem calcinha, a boceta arreganhada, molhada. Ficou deitada, ainda com as coxas abertas pôs a mão na boca num susto fingido.
- Machucou-se? - Perguntei, entre preocupado e maravilhado com a visão da sua boceta.
Estela fechou as coxas, sentando-se, embaraçada.
- Que vergonha... Como fui cair deste jeito!
- Nem deu tempo de ver nada... - Disse pegando em seu pé, massageando e ao fazer isso a camisola subiu um pouco, revelando novamente a sua xota, trêmula. Seu olhar pousou no volume que surgiu sob o meu pijama e sorriu com malicia.
Levantou-se, no rosto um isto de vergonha e prazer.
- Cínico mentiroso... Estou tão embaraçada! Boa noite, Tom! - E saiu rapidamente do quarto.
Por vários dias fiquei com um sorriso besta nos lábios que a agradava muito. Fiquei maquinando como retribuir o tesão. E fiz isso deitado no sofá, usando uma calça folgada na cintura e sem cueca, deixando um vão entre a calça e a minha barriga. Estela tinha um ângulo perfeito para olhar o meu pau duro. Claro, seria mais simples tirá-lo para fora e me exibir. Mas não seria tão gostoso quando ser observado, deglutido, discretamente por seu olhar. Um olhar de prazer mal disfarçado. Um sorriso de malícia e êxtase.
Então, assim, seduzindo um ao outro, chegou à noite em que estava conectado à Internet; em uma sala de bate-papo. Chegou na sala e ficou me rodeando. Usando uma blusa curta e uma saia. Observou por um tempo o meu bate-papo com uma menina. Disse estar sem sono. Tinha um jeito envergonhado; indeciso. Éramos os únicos acordados. Cochichou em meu ouvido:
- Está muito a fim desta azaração virtual? - Malícia no olhar.
- Não, por que? - Ela sentou-se em meu colo e senti o calor intenso de sua boceta. Estava sem calcinha. Meu coração acelerou. Deixei minha mão cair sobre sua coxa. Não reclamou, os dedos foram caminhando como aranha indo lentamente para a sua boceta. Olhou em meus olhos, umedecendo os lábios em êxtase. Meus dedos entrando por dentro da saia, acariciando a sua vulva molhada, quente e trêmula.
- Podíamos brincar de uma coisa... - Calou-se, encolhendo os ombros, o corpo invadido por prazer quando toquei em seu clitóris.
- Claro! - Concordei, ávido.
- Nem sabe do que é! Não é bem o que tá pensando e ao mesmo tempo é! - Sorriu maliciosa, e retirou a minha mão de sua xota.
- Como assim? - O ar me faltando aos pulmões.
- Tenho medo que ache uma bobagem! - Mexeu a bunda, alisando-se em meu colo, e mirando meus olhos, continuou:
- Faz tempo que quero propor isso... Mas faltou coragem, talvez me ache boba...
- E o que é? - Perguntei, curioso, o pau duro, sentindo a vibração de sua boceta.
- É quase o que temos feito até hoje... Por que tá rolando tesão entre a gente, não tá? - Perguntou, sabendo a resposta. Confirmei com a cabeça.
- Então... Eu acho delicioso a gente ficar se provocando... Então quando li sobre sexo tântrico, fiquei louquinha para experimentar, só não sei se vai gostar ou querer tentar... Sei lá, provocar tesão é uma coisa, isso que estou pensando é outra bem diferente... É mais forte... - Calou-se, me olhando indecisa, medindo minha reação.
- Estou curioso, como é isso? - Perguntei dedilhando a sua xota por cima do tecido. Respirou fundo, tendo prazer no toque.
- Vai achar gostoso me comer sem gozar? - Cochichando em meu ouvido, as faces vermelhas.
- E por que não gozar? Eu gozo fora, uso camisinha... - Perguntei sem entender o propósito de enfiar o pau na xota e não gozar.
- É sem gozar, nem dentro, nem fora! - Ficou me olhando e depois continuou: - Eu só quero o prazer de tê-lo dentro de mim... Topa?
- Topo. - Imaginando que depois de meter, poderíamos mudar as cláusulas do trato.
Estela levantou-se e de pé ergueu a saia, exibindo a boceta. Aproximei o rosto e beijei-a, acariciou meus cabelos, entregando-se ao prazer que minha língua lhe proporcionou.
- Chega... Chega... - Murmurou me afastando. Um sorriso de êxtase no rosto. Puxou a minha cueca samba-canção para baixo e começou a me lamber e a chupar o pau. Retirou do decote uma camisinha que colocou em meu pau.
- Se você gozar sem minha autorização, vai ser a primeira e última vez! - Ameaçou.
Não quis me explicar direito como seria o tal sexo tântrico, mas entendi que a coisa era séria. Depois colocando meu corpo entre suas coxas, de frente para mim, segurou o meu pau e foi abaixando o corpo, o pau se enfiando em um arrocho delirante, até penetrar totalmente.
- Você vai gostar... - Falou, extasiada; o cacete todo enfiado em sua vagina ardente...
Acariciei-lhe o corpo, agarrando o seu seio, tirando-o para fora pelo decote. Ergueu o tórax até minha boca alcançar o mamilo, lambendo, chupando. Estela gemia baixinho, ofegante. Movendo o quadril muito lentamente, o pau entrando e saindo da sua vagina. Movendo-se apenas o suficiente para mantê-lo duro.
- Não pense no gozo... Apenas sinta o prazer de me possuir, de acariciar o meu corpo, no prazer que sinto em ser sua... - Murmurou, beijando meus lábios, a vagina apertando o meu pau.
- Aguente o tanto que puder... Ahmmm... Se eu sentir que se esforçou de verdade... A gente tenta outra vez... Ai! Eu dou... Deixo me comer do jeito que quiser! Ai... Como é gostoso sentir você dentro de mim...
Ficamos assim por um longo tempo, sentado na cadeira, e ela aconchegada em meus braços, trocando beijos voluptuosos, saboreando o prazer da penetração, sem que nenhum dos dois tenha tido um gozo, apenas um êxtase imenso.
O pau estava apertado, todinho enfiado na vagina pulsante. Trocávamos olhares e cada toque em sua pele provocava arrepios, sobressai tos. Cada beijo transmitia a nossos corpos um prazer sem igual.
Acelerou os movimentos, subindo e descendo até chegarmos próximos ao orgasmo e parou, ofegante, detendo a onda de prazer, deixando-a se esvair. Estela com a respiração cansada, a boca entreaberta, a volúpia estampada em seu rosto. Quando passou a iminência do gozo, senti sua vagina pressionando o cacete em toda a sua extensão. Os olhos fechados. Nenhum outro músculo se movia em seu Corpo, apenas a vagina ordenhando o meu pau até eu sussurrar:
- Pare... Não aguento mais... - Relaxamos, um prazer intenso nos envolvendo. Um simples toque em nossa pele deflagrava uma voluptuosa onda de êxtase.
- Estou surpresa... Uhmmm... Tive medo que gozasse quando sentei em seu colo... - Falou, a voz mesclada de lascívia.
Resultado de imagem para sexo tantrico
- E eu não pensei que fosse tão gostoso, ficar assim...
Deixamos nossa mente relaxar, afastando o gozo, mas nossos corpos permaneceram em êxtase. E então, provocada apenas pelo calor, senti uma onda gigantesca de prazer invadir o meu corpo. Tive um orgasmo sem a ejaculação e o pau continuou duro dentro da vagina. Ela também teve um orgasmo ao mesmo tempo, como se nossos corpos fossem um só, com as terminações entrelaçadas e o prazer fluía de um para o outro em um turbilhão incessante de volúpia. Ainda estávamos nos recuperando do gozo quando o susto nos paralisou. Ouvimos o leve ranger de uma porta. Com uma rapidez impressionante Estela saiu de cima de mim, e de pé, protegeu o meu corpo com o seu, fingindo interesse na tela do computador. Não havia tempo de me arrumar.
- Ainda acordados, meus amores? Não fiquem até tarde... Amanhã é dia de acordar muito cedo! - Era a sua mãe. Só sua, pois tínhamos em comum somente o pai.
- Daqui a pouco... - Disse Estela, dissimulada. Nada em sua voz demonstrando o que tínhamos feito. Não despertou suspeita, não era a primeira vez que ficávamos até tarde conectados à Internet.
Resultado de imagem para sexo tantrico
Sua mãe foi à cozinha e depois para o quarto levando um copo com água.
Ao ficarmos sozinhos, passei a mão em sua coxa, indo para a sua boceta, desejando-a novamente.
- Não, Tom... Vamos parar... Estou tão envergonhada... Vou dormir. - Mesmo assim, envergonhada, não resistiu e permitiu que meu pau mais uma vez penetrasse em sua boceta. Sentando-se em meu colo, de costas para mim. O quase flagrante não destruiu o nosso estado de excitação.
Virou o rosto e murmurou:
- Goza... Agora quero que se solte... - Não discuti, mesmo achando gostoso apenas ficar saboreando o prazer, ainda sentia em mim aquela pressão, a vontade irresistível de ejacular gozando. Mexia o quadril em um ritmo alucinante, o pau entrando e saindo. Sua vagina apertando continuamente o meu pau. O orgasmo veio a galope, tanto para mim como para ela.
Deu-me um beijo na boca foi para seu quarto deixando-me totalmente satisfeito. Tomamos o cuidado de não transar mais em nossa casa. E, com o tempo, não sentia mais a vontade irresistível de gozar ejaculando.
Até hoje ainda fazemos esta brincadeira, de saborear o prazer, ficar no limite do êxtase e parar. Experimentamos todas as posições em uma única transa. É só com ela que faço isso. As mulheres com as quais me relacionei são obcecadas pelo orgasmo, e o mesmo acontece com ela e seus parceiros. Não curtem apenas o prazer e nunca alcançaram este orgasmo que não rouba nossa energia. Chegamos a um ponto em que permanecemos por dias em um delicioso estado de êxtase. Ela diz que é sexo tântrico. Eu tive sorte, não é fácil gozar sem ejacular logo na primeira tentativa. O tempo que ficamos nas brincadeiras de sedução talvez tenha servido de treino. Não sei. Sorte ou não, só sei que é muito, muito gostoso e fico feliz dela ter me iniciado nesta brincadeira deliciosa.

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

A Noiva e Filha do Meu Amigo me Seduziu!!!

Voltando novamente para escrever um pouco sobre como o trabalho propiciou experiência que nunca na vida achamos que é possível, ainda dobre o anterior trabalho que tinha na instalação e manutenção de sistema de segurança tive uma daquelas experiencias inesquecíveis.
Era um serviço de dois dias de trabalho em uma casa de um arquiteto da região, amigo da família, mais devido a correria e o trabalho que tínhamos já fazia tempo que não via o Rafa, nos encontramos justamente em um desses eventos que são feitos no fim de ano, depois de algumas conversas ficou sabendo do meu trabalho e disse que estava precisando de alguém pra fazer instalação de câmera na casa dele.

"Claro meu amigo, sem problemas, se quiser dou uma passada lá"
Ficou combinado e na semana seguinte, chego lá pra ver tudo que precisava, acabo almoçando junto com a família, assim logo chega a esposa, 1,65M, corpo bem definido de quem se preocupava com a aparência, cabelos compridos, um mulherão com certeza, pouco depois chega a filha uns 22Anos, corpo bem parecido com da mãe, com certeza podia se dizer que eram duas mulheres bem gostosas, mais só pra observar, rs rs afinal não tinha a minima ideia de como eram e testar qualquer uma das duas ali seria loucura, alias a filha já estava noiva e com certeza dava pra imaginar cheia de homens atrás dela.
Depois do almoço vi o serviço, locais e me despedi deles, combinando voltar já no dia seguinte, embora Rafa, não estaria em casa, a Filha e esposa estariam.
Assim que cheguei Carina (Filha), me recebe e diz pra ficar a vontade, estava com short curtinho e com a polpa da bundinha a mostra, o que já me despertou uma vontade de provocar ela um pouco só pra ver a reação, e como meu serviço sempre exigiu na época roupas leves, que deixam todo volume a mostra, fui pedir um copo de água pra Carina (Claro com Pau duro, para ver a reação dela)..
Deu aquela olhada, mais logo saiu como se estivesse tudo bem e normal.
   Imaginei que ela não era safada e nem afim de nada relacionado, rs rs. Conforme ia fazendo a instalação e o sistema, via vez por outra ela passar, sempre com roupas curtas e provocantes, já pro fim da tarde chega o noivo(imaginei que por isso ela não queria nada), bem aparentado, no estilo que uma garota com tod aquela beleza e corpo teria, mais logo depois de meia hora ele foi embora e ela foi pra piscina, (Fio Dental, e Peitos quase saltando da parte de cima).
Na hora fiquei de pau duro de novo, nunca me preocupei muito com o corpo, afinal tenho muito tesão em provocar uma mulher e fazer ela sentir prazer de verdade, Mais Carina tinha um corpo que não tinha como não desejar, aquela Bunda arrebitada e com o biquine sendo engolido, fazia eu ficar louco de tesão,
Fiz questão de passar perto da piscina só pra olhar com vontade pra ela.
Carina percebeu que já tinha chamado minha atenção, aproveitou e deu aquela ajeitada no biquini, quase revelando a bucetinha toda, e eu cada vez mais quase fazendo uma loucura.
Me recomponho e volto pra Sala, para continuar outra parte do serviço, lá encontro a Mãe dela assistindo, passo rapidinho, pra disfarçar o Pau duro.
Nesse momento eu já imaginava que se Carina continuasse a facilitar, não aguentaria passar dois dias ali sem fazer nada com ela.
Ela Volta ao quarto e ao me ver no local onde iria deixaro monitor com as câmeras, me fala:
"Oi Alex, ainda lembro de uns 5 anos atrás quando você vinha aqui, pena que sumiu, de lá pra cah muita coisa conteceu neh," (Da uma risadinha Marota)
"Pode passar bronzeador pra mim, quero aproveitar restinho de sol da tarde"
    "Vou ter que cobrar por isso" (Brinco)
"Tudo bem, meu noivo pode pagar, rs rs"
Safada, ainda fazia uma graça.
Conforme ia passando bronzeador, 
Passou a me perguntar, se achava ela gostosa, se era bonita, pois nunca o noivo conseguia dar bola pra ela, (Caralho, como isso seria possível?)
Disse que sim, era uma menina bonita e que bem gostosa sim.
"Meu noivo diz que tenho de esperar, até o casamento, o que o Sr. Acha?
"Você é virgem?" (na lata perguntei, afinal se ela quis conversar sobre isso é pq estava afim...
"Não"
Respondi..
" E o que você acha"
"Na vdd eu quero e meter mesmo e com vontade e com esse volume todo que vejo agora"
Impossivel não ficar com pau latejando com uma declaração daquela, ainda mais de uma menina que deveria ser bem comida todos os diase que deveria gozar sempre.
   Segurei ela Pelo Cabelo e beijei com vontade, em seguida sussurrei no ouvido dela:
"Vou te dar uma surra de Pika, um pau bem grosso pra arrombar você toda, já que o noivinho não faz a lição de casa"
Carina ficou com puta tesão depois disso e já tirou meu pau pra fora, e começõu a mamar com muita experiência, embora se dizia evangélica e que ela e o noivo só meteriam na lua de mel, ela sabia chupar muito bem um pau.
"Vai safada, chupa a cabecinha e depois as bolas"
      "Vou chupar até engasgar, seu cachorro, faz tempo que estou com vontade de foder igual uma puta, mais não confiava em ninguém pra fazer isso"
"E o que te faz confiar em mim sua Puta safada"
Deu um sorriso bem sacana,
"Sei que não vai contar pro meu Pai, e se contar falo das vezes que fodeu mamãe aqui em casa a uns 5anos atrás, lembra?"
Caralho aquilo me deixou com mais tesão ainda...
"Carina, minha puta safada, vou arrombar você toda, vamos pro quarto,a antes que sua mãe veja!"
"Se ver não estou nem aí, foi depois de ver você fodendo ela bem aqui, e ver como ela te chupava que fiquei assim com vontade, agora é minha vez"
Caralho... Meu Pau estava que não aguentava de tanto tesão... nem acreditava que ela sabia sobre eu e a mãe dela e muito menos que já tinha visto a gente junto.
    Coloquei ela deitada na espreguiçadeira e comecei a chupar aquela bucetinha gostosa, fazendo ela gemer com vontade, brincando com dedos no cuzinho e bucetinha, enquanto também chupava aquela buceta deliciosa...
"Vai seu Puto, me faz gozar,,, enfia logo esse pau na minha PPK, "
Nem precisou pedir muito, enfiei com vontade naquela buceta, assim que pau entrou a safada gemeu e deu um gritinho e eu senti um mel escorrendo...
A desgraçada mentiu, estava se preservando até agora pro noivo, mais acabou de perder o cabaço.
"Vai seu FDP, fode minha bucetinha, arromba ela,, quero que goze em mim toda"
"Isso Puta safada, sente como é ter um pau nessa buceta deliciosa, rebola minha puta safada"
Quanto mais falava, mais ela forçava contra, tanto eu quanto ela já tinha perdido toda noção de qualquer perigo...
Socava com força naquela Menina-Mulher, perdendo o cabaço aos 22 e com tesão acumulado desde que viu eu e a mãe dela fodendo...
"Vai Alex, fode minha buceta com força me faz gozar, puxa meu cabelo. me chama de puta"
"Isso puta safada, rebola , sente meu pau arrombando essa bucetinha, toma tapa nessa bundona gostosa, e prepara, que vou comer esse cuzinho de Patricinha"
"Mete então na tua patricinha puta, me fode toda"
Passei a bombar forte, segurando com força na cintura socando até sentia as boas baterem, 
Ela fazendo movimento contrario, eu me segurando pra não gozar, peguei ela pelos cabelos e passei a meter com mais força até que ela gozou...
"Caralho, que tesão,, isso que é gozar meu puto"
Tirei o Pau da bucetinha dela me seguida pra não gozar logo..
"Não minha cadela, gozar vai ser eu nesse cuzinho, Epina a bunce minha puta, que vou arrombar esse cuzinho"
Não deu outra, com todo tesão que nos já estávamos, embora o pau entrou forçado, rasgando o cuzinho dela e esfolando meu pau, nenhum de nós teve tempo de sentir, tamanho era o tesão!
Comecei devagar até aquele cuzinho se acostumar enquanto ela gemia de tesão e ao mesmo tempo gritava de dor...
Aos Poucos aquele cuzinho acostumou, e passei a bombar e dar tapa naquela bundona deliciosa....
a Visão era maravilhosa, aquela bunda engolindo meu pau todo, enquanto ela gemia e me xingava e pedia pra ser xingada e fodida.
Carina Gozou de novo dando o cuzinho, tanto era o tesão dela.
O Noivo não imaginava, mais Carina Era um Vulcão prestes a botar todo fogo pra fora,,,Meti com mais vontade, segurando com força ela passou a quase quicar com aquele cuzinho no meu pau, não aguentei e enchi aquele cuzinho de porra...
"Isso, safado, queria que gozasse bem aí... sempre tive vontade ao ver aqueles videos na Net, agora me da teu pau Pra beber o restinho"
"Isso Minha Putinha, engole todo esse leite, deixa limpinho que se fizer direitinho vou te dar muito mais...."
Coloquei minhas roupas, ela entrou na piscina de novo, como se nada tivesse acontecido.
Dei a volta e entrei pela cozinha para tentar disfarçar...
No dia Seguinte quando chega quem atende é Rosângela a Mãe, Carina não estava, terminei o serviço e ao ir embora fui avisar a Rô que tinha terminado...
"Tudo Bem, a propósito, vou querer mais daquilo que fazíamos antes, estou meia carente, e pelo que vi ontem, você não perdeu a Prática!!!" (Leve sorriso Malicioso)
Caralho Fiquei sem graça e ao mesmo tempo de Pau duro,...
"Sabia que você ia ficar com esse Pau duro de novo se Falasse, venha, vou te mostrar que também não perdia prática e estou melhor ainda agora""
   Essa Vai ser Outra história e como disse é o tipo de coisa que só acontece com quem presta serviço à domicilio, alguns amigos já passaram por algo parecido... 
Por enquanto fica essa só!!!
Foto 1 do Conto erotico: A Noiva e Filha do Meu Amigo me Seduziu!!!Foto 2 do Conto erotico: A Noiva e Filha do Meu Amigo me Seduziu!!!

O cara vai jogar bola e eu quem marco o gol nela

Agora há pouco estive com a safadona da minha vizinha e o que rolou entre a gente teve volta, depois daquela noite que ela mamou no meu pau surgiu uma oportunidade de eu pegar ela de novo e o melhor é que ela resolveu liberar a perereca pra eu meter. Depois que cheguei da rua fiquei largadão e sozinho em casa sem fazer nada só assistindo então minha vizinha aparece na porta de casa me chamando pra eu ir na casa dela pra botar um gás. Como ela não tocou no assunto da safadeza que a gente tinha feito também decidi ficar na minha e não falei nada, pedi que ela me aguardasse que em poucos minutos eu estaria lá na casa dela pra colocar o botijão. Desliguei a TV e fui tomar um banho rápido pra aliviar o calor. Bati na porta dela e ela veio me atender, me chamou pra dentro e foi só ela fechar o portão e eu entrar dentro da casa dela que a safada me agarrou pelas costas e pegou na minha rola e me disse que o gás era pra eu deixar pra botar depois porque naquele instante ela queria namorar comigo no quarto. Perguntei se ela tava querendo que o marido dela desse um flagra na gente e disse pra ela que até poderia rolar mas vai que o cara aparecesse de repente e encontrasse eu e ela no rala e rola e depois a bomba ia estourar pro meu lado. Ela me garantiu que quanto a isso eu nem deveria esquentar a cabeça porque não fazia nem meia hora que o cara tinha saído pra treinar com os cara e sendo assim ela tinha todo o tempo que ela quisesse pra curtir comigo e isso ela me disse por experiência própria já que enquanto eu tava tirando a roupa a safada da vizinha também me confidenciou que já tinha dado pra muitos enquanto o cara tava fora no futebol batendo pelada. Ela era safada mesmo e já tinha me deixado com a rola dura querendo provar o gosto daquela bucetona. Abaixei o calção na frente dela e ela viu um rolão pulando pra fora e mandei ela cair de boca e fazer o que ela quisesse ali. Depois que a safada tinha deixado meu pau todo lambido e eu já quase gozando nas mamadas que a putona tinha dado na cabeçona do meu pau, botei ela de bumbum pra cima e enfiei meus dedos na xota da minha vizinha pra sentir o gosto. Enterrei a rola toda com gosto e sem fazer manha como ela tava pedindo. Acabei gozando na primeira metida mas ainda deixei meu pau molão dentro dela pra ela curtir mais.Deixei o cacete duro e ela sentou na minha rola toda lambuzada de porra mas eu tava exausto e fiquei esperando ela terminar de brincar com o meu pau. Dessa vez eu levei o celular e deu pra pegar o rabão da safada antes de eu passar a vara nela. Dar conta da safada e botar o gás dela foi fácil, difícil foi sair de lá com o pau abaixado.

Foto 1 do Conto erotico: Paula, por ela mesma, a visão dela no primeiro sexo anal com macho alfa. – ep. 25

Sexo na rua

Me chamo Pedro tenho 18 anos e moro em Ibirité está história que vou relatar aconteceu a menos de um mês.
Eu fico com um menina chamada Giovanna, ela tem 19 anos é magrinha, com uma boca bem carnuda e o que mais me deixa louco nela é o piercing na língua.
Nós tínhamos marcado de se encontrar numa praça perto de casa. Neste local costuma ficar cheio de casais ficando, pois é um lugar muito escuro e com diversos pontos afastados bons para ficar. Nós fomos para atrás do posto de saúde que ficava nessa praça, ficamos a sós e bem afastados de todos os outros, e começamos com o beijo, as coisas foram esquentando e ela tomou a iniciativa e passou a mão no meu pal por cima da bermuda, eu comecei a enfiar a mão por dentro do short dela e encontrei o tesouro, ela já estava muito molhada. Escorreguei a mão para dentro da sua buceta, e beijei o pescoço dela, ela só gemeu e me chamou de gostoso, foi aí que empolguei e comecei a enfiar três dedos nela num ritmo frenético. Ela tirou minha rola pra fora e começou uma punheta tão boa, nesse ritmo intenso eu pedi ela pra bater um boquete porém naquele lugar era fácil de alguém nos ver, então ela negou e continuou a punheta eu gozei. Fiquei ali extasiado com a cena, e continuei dedando ela, tentando fazer ela gozar e eu beijava o pescoço dela deixava ela super arrepiada e pedindo mais.
Como eu tava com muito tesão perguntei se não ia rolar um boquete ela foi e disse que era melhor nós descer pro campo pq lá é muito escondido. Nós descemos chegando lá ela já ajoelhou e começou e boquete, mas eu vi alguém vindo na rua de cima aí eu já disfarcei a pessoa subiu de volta quando nos viu, eu fiquei com medo de alguém chegar aí nós descemos mais um pouco e ficamos atrás de uma árvore o lugar era perfeito era impossível de alguém nos ver.
Eu comecei a beija ela e pedi um boquete, ela ajoelhou e começou, ela passava o piercing na cabeça eu ficava doido quase gozei. Eu levantei ela e prendi ela na parede e comecei a sarrar na buceta dela, ela não aguentou e pediu pra eu comer ela. Ela rapidamente ficou pelada e desceu minha bermuda e tentou meter em pé mesmo mas tava difícil então eu sentei e ela começou a cavalgar, aquilo tava muito bom, eu sentia medo de alguém aparecer e isso aumentava o tesão, os peitos dela ficaram Me chamo Pedro tenho 18 anos e moro em Ibirité está história que vou relatar aconteceu a menos de um mês.
Eu fico com um menina chamada Giovanna, ela tem 19 anos é magrinha, com uma boca bem carnuda e o que mais me deixa louco nela é o piercing na língua.
Nós tínhamos marcado de se encontrar numa praça perto de casa. Neste local costuma ficar cheio de casais ficando, pois é um lugar muito escuro e com diversos pontos afastados bons para ficar. Nós fomos para atrás do posto de saúde que ficava nessa praça, ficamos a sós e bem afastados de todos os outros, e começamos com o beijo, as coisas foram esquentando e ela tomou a iniciativa e passou a mão no meu pal por cima da bermuda, eu comecei a enfiar a mão por dentro do short dela e encontrei o tesouro, ela já estava muito molhada. Escorreguei a mão para dentro da sua buceta, e beijei o pescoço dela, ela só gemeu e me chamou de gostoso, foi aí que empolguei e comecei a enfiar três dedos nela num ritmo frenético. Ela tirou minha rola pra fora e começou uma punheta tão boa, nesse ritmo intenso eu pedi ela pra bater um boquete porém naquele lugar era fácil de alguém nos ver, então ela negou e continuou a punheta eu gozei. Fiquei ali extasiado com a cena, e continuei dedando ela, tentando fazer ela gozar e eu beijava o pescoço dela deixava ela super arrepiada e pedindo mais.
Como eu tava com muito tesão perguntei se não ia rolar um boquete ela foi e disse que era melhor nós descer pro campo pq lá é muito escondido. Nós descemos chegando lá ela já ajoelhou e começou e boquete, mas eu vi alguém vindo na rua de cima aí eu já disfarcei a pessoa subiu de volta quando nos viu, eu fiquei com medo de alguém chegar aí nós descemos mais um pouco e ficamos atrás de uma árvore o lugar era perfeito era impossível de alguém nos ver.
Resultado de imagem para Sexo na rua