Meus Açoites
Estava quase anoitecendo, caminhávamos pela areia branca
da praia e a água molhava nossos pés. Você vestia aquela
calça branca, arremangada até os joelhos e segurando a
camiseta em uma das mãos, exibia o seu corpo bronzeado.
Eu usava um biquíni azul e branco e na cabeça um boné,
que protegia os meus olhos sob luz amarelada do por do
sol. Caminhávamos lentamente de mãos dadas,
jogávamos conversa fora, as vezes eu chutava a água
e te molhava com a água salgada e fria. Parei na tua
frente, segurei as tuas duas mãos e fechando os meus
olhos te beijei. Você tentou falar, quis fazer promessas,
mas pedi para calar-se, te dizendo que eu aproveito os
momentos e o futuro, nunca se sabe o que poderá
acontecer. Prometer e jurar para quê? Para ficarem dívidas
e remorsos? Melhor é viver cada momento, como já disse
o poeta: - Que não seja imortal, posto que é chama, mas que
seja infinito enquanto dure!
da praia e a água molhava nossos pés. Você vestia aquela
calça branca, arremangada até os joelhos e segurando a
camiseta em uma das mãos, exibia o seu corpo bronzeado.
Eu usava um biquíni azul e branco e na cabeça um boné,
que protegia os meus olhos sob luz amarelada do por do
sol. Caminhávamos lentamente de mãos dadas,
jogávamos conversa fora, as vezes eu chutava a água
e te molhava com a água salgada e fria. Parei na tua
frente, segurei as tuas duas mãos e fechando os meus
olhos te beijei. Você tentou falar, quis fazer promessas,
mas pedi para calar-se, te dizendo que eu aproveito os
momentos e o futuro, nunca se sabe o que poderá
acontecer. Prometer e jurar para quê? Para ficarem dívidas
e remorsos? Melhor é viver cada momento, como já disse
o poeta: - Que não seja imortal, posto que é chama, mas que
seja infinito enquanto dure!
E,
é assim que eu vivo, aproveito os momento intensamente, sejam eles
sonhos ou realidade, fantasias ou verdade, desejos e satisfações.
Depois
de longa caminhada, voltamos à pousada, àquela cabana aconchegante e
rústica, com apenas uma entrada e uma janela enorme, por onde o vento
entrava e jogava as cortinas ao alto e onde podíamos ficas a sós.
Você
estava quieto, não falava nada, apenas me olhava. Aproximei-me e
segurei seu queixo e oferecendo minha boca, deslizei meus lábios nos
teus. Posei minhas mãos sobre o teu peito, depois levei-as a tua nuca.
Finalmente você me abraçou e beijou-me ternamente. Afaguei teu rosto,
mordisquei teus lábios e cheirando a tua pele, fui chegando à orelha,
dando com meus dentes, o mesmo tratamento ao lóbulo. Eu não sei por que,
mas você ficou estagnado, aparentando um transe.
Resolvi
tomar as rédeas, peguei a tua mão e te levei para a cama. Deitei-me ao
teu lado, debruçada no teu ombro, acariciando teu peito. Depois ergui-me
um pouco e beijei a tua boca.
Eu sabia os teus segredo, os teus gostos e fantasias, nunca os havia realizado, mas naquele fim de semana, eu estava preparada.
Deixei
você deitado, sentei à beira da cama, abri aquela bolsa, que ainda não
tinha aberto e retirei um lenço negro, com ele cobri teus olhos, para
que não visse nada. Depois retirei duas fitas, com a branca lacei tuas
mãos e depois de te desnudar, com a vermelha atei teus pés.
Fiquei
admirando teu corpo bronzeado e marcado pelo sol, depois o acariciei
levemente com a ponta dos meus dedos, iniciando pela boca até os dedos
dos pés. Ouvi os teus gemidos, tua respiração ofegar e vi os arrepios,
por onde meus dedos passavam.
Da
bolsa retirei duas velas, azorrague de cordéis e uma vara de marmelo,
previamente preparada e sapecada em fogo brando, para não quebrar e
arder com eficiência, algo que aprendi com meu velho pai, um remédio
para as minhas travessuras de criança.
Coloquei
o azorrague e a vara aos pés da cama, acendi as duas velas, uma delas
deixei sobre o criado mudo e a outra em minhas mãos. Despi a minha roupa
e sentei-me ao teu lado, beijei novamente teus lábios e perguntei
baixinho, ao pé do teu ouvido:
- Não é isso que você querias?
- Sim... Senhora!
- Você tem uma fantasia, mas ela alimenta a minha, hoje eu sou a tua Dona!
Beijei
novamente a tua boca, mas dessa vez com um beijo ardente e me afastando
da tua boca deixei um pingo de parafina cair sobre o seu peito. Você
gemeu surpreso. Deixei outro pingo arder no teu peito e novamente outro
gemido. Sentada na cama, acariciei teu peito, sobre os pingos de
parafina. A vela queimava e derretia, antes que escorresse pelos meus
dedos, balancei a minha mão e o liquido quente e transparente espalhou
sobre teu peito. Você rosnou e se contorceu sobre a cama. Debrucei-me
sobre você e beijei teu peito ardido, depois lambi os teu mamilos.
Notei você gemer de prazer. Dei um leve tapa no teu rosto, segurei o teu queixo entre os dedos e te falei:
- Não! Não quero ouvir nada! Nem chiados e nem gemidos!
Deslizei
a minha mão sobre o teu peito, descendo pela barriga e segurei o teu
pênis, apertando-o com força. Debrucei-me novamente, mordi teu peito,
deixando nele a minha coroa.
Levantei-me,
caminhei ao lado da cama, apanhei o azorrague e infligi-o sobre os teus
pés, aos poucos fui subindo e distribuindo leves açoites pelo teu
corpo, até castigar o teu peito, deixando por onde ele passou, tua pele
vermelha e quente.
Excitei-me,
vendo você submetido e calado, te dominar estava sendo
extremamente excitante para mim, mas ainda restava muitas fantasias em
meus pensamento e eu iria satisfazê-las totalmente. Molhada de prazer,
subi na cama, deixando-o entre os meus pés, açoitei um pouco mais a tua
pele com o azorrague e vendo você dominado daquele jeito, liberei-o para
que gemesse, mas apenas baixinho. Ajoelhei-me sobre você e sentei-me
sobre o teu peito, deixando a tua cabeça entre as minhas pernas, segurei
os teus cabelos e erguendo a tua cabeça, aproximei você da minha gruta e
ordenei:
- Sente o cheiro da tua Dona!
Puxei-o mais para perto e ordenei:
- Lambe! Sente o meu gosto!
Ajeitando-me sobre você, sentei sobre a tua boca e do mesmo jeito, dei-lhe a ordem:
- Chupa, bebe o mel da tua Ama!
Rocei
a minha gruta nos teus lábios, lambuzei o teu rosto e me deliciei com a
tua língua. Meu sangue ferveu, deu-me vontade de ter você dentro de
mim, mas retive o meu ímpeto. Ergui-me novamente ajoelhei-me ao teu
lado e cheia de desejos, abocanhei teu sexo, suguei, mordi e lambi em
toda a extensão, certificando-me da tua excitação, depois dediquei-me
aos testículos, sugando-os para dentro da minha boca e apertando-os
entre os lábios, extraí de você um urro de dor.
Deixei-o
se contorcendo, não sei se de dor ou prazer, voltei ao pé da cama e
apanhei a vara sapecada. Virei-o de barriga para baixo e imputei-lhe a
vara nas nádegas brancas, deixando-a marcada com vergões vermelhos.
Estanquei a surra, acariciei suas nádegas, senti-as quentes e por
impulso apliquei-lhes um tapa, deixando sobre elas a marca vermelha dos
meus dedos. Abaixei-me, beijei-as, depois sentei-me sobre elas,
deixando-as entre as minhas pernas e molhando-as com o néctar que
escorria de mim. Dobrando-me sobre você, beijei tuas costas e deslizei
meus lábios pelas tuas espinhas, fui subindo devagar e roçando meus
seios em tuas costas, até chegar à tua orelha, mordê-la e te falar
sensualmente:
- Eu sou tua Senhora e quero você inteiro!
Retirei-me
de cima de você, ajudei-o a virar-se novamente, retornei para sobre o
teu corpo, te beijei a boca, enquanto permitia a tua penetração. Deixei
que me invadisse completamente, para somente então começar os movimento,
devagar, para cima e para baixo.
Todos
os meus desejos estavam aflorados, minha umidade facilitava o vai-e-vem
moroso. Meu corpo incendiado pedia pelo gozo urgentemente e sem jamais
parar de te beijar, o orgasmo chegou-me freneticamente. Cravei as unhas
no teu peito e gozei de uma maneira louca, até senti-lo latejar dentro
de mim e depositar na minhas entranhas a tua seiva quente e viscosa.
Depois te cuidei, acalmei e te dei todos os carinhos que você mereceu.
Depois te cuidei, acalmei e te dei todos os carinhos que você mereceu.
Repetimos
isso algumas vezes, você certa vez pediu-me para ser de fato a tua
Dona, mas sou muito passional para ser Senhora de alguém o tempo todo,
gosto apenas, vez em quando exercer o meu lado de mulher má e
dominadora. Depois disso, nos separamos, nunca mais o vi, ficaram apenas
as tuas lembranças!

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