UM NAMORO AMERICANO
Oi galera! Enfim tomei coragem e vou escrever o meu conto aqui no site. Me chamo Fernando Jacob, tenho 22 anos, e provavelmente faz dois anos que estou no Brasil. Nasci em Dalas, Texas Estados unidos, meu pai é brasileiro e minha mãe americana, e em 2014 me mudei para o brasil para cuidar dos negocias da família. Já aviso que meu português ainda é precário, e estou apanhando com essa linguagem português-brasileiro, espero que compreendam.
Vamos ao conto?
Quando entrei para o high school em 2010, o tão falado ensino médio americano, minha vida mudou completamente. Eu morava em um bairro que se chama Lakewood, e após concluir o middle school em 2009, os meus pais me matricularam na Woodrow Wilson High School que fica próximo de nossa residência. O colégio é excelente, com um ótimo conceito de notas na cidade. O horário de estudo no Estados unidos, normalmente é de 8 da manhã as 4 da tarde, e no ensino médio somos obrigado a fazer pelo menos uma atividade extra curricular, e como não sou fã de esportes, optei pelo teatro. E foi nessa turma de teatro que conheci Austin, o garoto do 3 ano, que era o líder do grupo teatral. Austin naquela época era branco, loiro, olhos verdes, nariz fino um bad boy, que encantava a garotas do colégio. Ele muito simpático apresentou-me ao grupo de teatro, e em pouco tempo nos tornamos bons amigos. Além do teatro, Austin fazia futebol americano, ao qual é fã do time Dallas cowboys um dos melhores no EUA. Austin era bem sedutor e vivia pegando várias alunas durante o dia escolar. Até então eu não havia namorado nenhuma garota, nem sentia atração por nada, eu era uma verdadeira ameba ambulante.
Austin morava no bairro próximo ao meu, e como ele tinha carro sempre me deixava em casa, as vezes saíamos com a galera do teatro e também com os garotos do futebol na companhias das líderes de torcida. Nas minhas férias eu sempre viajava ao Brasil, ficava na casa dos meus avos que são super legais, por crescer em meio a dois idiomas, hoje tenho menos dificuldade de conversa com brasileiros, ponto pra mim. Bom, acho que não falei de mim rsrs eu era um cara normal rsrs branco, cabelos negros, olhos negros, corpo meio fortinho nada exagerado. Não mudei muita coisa desde o ensino médio.
Sou filho único, e mimado pelo meus pais, que me privam de quase tudo. Austin mora com seus pais e sua irmã caçula lisa, como Austin era mais velho, eu só o via nas aulas de teatro ou nos jogos do colégio. Eu tinha 15 anos e Austin 17 anos e ele logo se formaria, e foi nesse meio tempo que tudo começou a mudar na minha vida. Austin malhava todo final de tarde no colégio, explicação de onde surgiu aquele corpo malhado, braços definidos, barriga trincada, pernas fortes e torneadas, ele passava horas em meio aqueles aparelhos da academia. Eu ficava ali observando enquanto lia alguns livros, normalmente eu voltava pra casa com ele ou esperava o escolar.
Certa vez, Eu estava concentrado na minha leitura, inclusive era uma literatura brasileira chamado o alquimista de Paulo coelho, muito bom recomendo. Mas voltando ao conto, Austin chegou por trás de mim e sussurrou:
- Uhum! lendo conto erótico?
Eu assustado – Puta que pariu, tu me assustou veado!
Ele rindo – Vamos embora, te deixo na sua casa.
Eu – Um segundo, vou guarda minhas coisas.
Ele- Não demora irmão.
Fui até meu armário e guardei meus livros (nenhum era sobre conto erótico rsrs), e corri para o estacionamento onde Austin me esperava buzinando o seu carro sucessivamente. Austin tinha um Mazda 2.0 um carro bem esporte e um tanto popular nos EUA. Acho que não comentei que o ano letivo no EUA começa em agosto e vai até junho do ano seguinte, pois bem já estávamos em novembro e eu viajaria para o Brasil no recesso de winter break (férias de inverno/natal e ano novo). Voltando ao conto novamente rsrs
- Caramba, você é chato com essa buzina. Eu disse abrindo a porta do carro e olhando pra ele seriamente.
Ele rindo – Bi-Bi pra você também.
Eu segurando o riso - Você é um palhaço mesmo!
Ele pensativo – Fernando? Pq te deram esse nome?
Eu surpreso – Putis com tanto assunto, você vem logo com esse?
Ele rindo – É sério! Pq seus pais te deram esse nome incomum.
Eu sério – Não é incomum e muito usado no país do meu pai.
Ele surpreso – Seus pais não são americanos?
Eu- Só minha mãe! Meu pai é brasileiro.
Ele – Sério?
Eu – Sim!
Ele- Vc sabe falar brasileiro?
Eu rindo – Sei falar português, se é isso que quis perguntar.
Ele confuso – Me diz algo em português.
Eu ri e disse – Eu tenho um pau grande!
Ele confuso sem entender nada – Que merda é essa irmão?
Eu rindo traduzi - I have a big dick
Ele repetiu em português – Eo tenhu um pou grandi!
Eu- Isso parabéns garoto!
Ele rindo – Não irmão, estou afirmando que tenho um pau grande também.
Eu assustado – Sério?
Ele rindo – Quer ver?
Eu incrédulo – Não tá maluco?
Ele rindo – Perdeu a oportunidade de ver o maior pau do mundo.
Eu irônico – Nossa que triste!
Ele parou o carro e disse rindo – Está entregue!
Eu abri a porta do carro e agradeci a carona- Valeu irmão!
Ele me chamou - Fernando?
Eu me virei surpreso – Diz!
Ele segurando o seu pinto que estava duro – Dê tchau pro meu pau grande!
Eu surpreso – Porra! Vc é maluco mesmo!
Ele colocou o pinto de volta na bermuda, caindo na risada, e saiu com o carro acelerado.
Entrei em casa, e meus pais ainda não havia chegado do trabalho. Subi para o meu quarto e fui tomar um banho, e Putis eu não parava de pensar no pau do Austin. Que coisa mais estranha que eu estava sentido, eu desejava colocar aquele pau branco e grosso na mina boca. Comecei a pulhetar-me debaixo do chuveiro, imaginando aquela pica grossa na minha boca, e fui tomado por um prazer incrível, que me fez gozar descomunalmente.
Depois daquele dia, algo mudou no meu comportamento e comecei a me esquivar de Austin, surgiu em mim uma timidez, e uma certa insegurança toda vez que ele se aproximava de mim. Eu fugia dele, aquela brincadeiras que ele fazia me deixava completamente sem jeito, e conversávamos sempre pelo whatsapp, até o dia que ele me mandou uma foto do seu pau mandando um ‘‘Oi estou com saudades’’, aquilo estava passando dos limites. Então, Eu passei a voltar de School bus (van escolar) para casa, e Austin sempre questionando meu distanciamento. E toda vez que ele se aproximava de mim eu me lembrava dele me mostrando seu pinto, branco, grosso e delicioso. Putis eu só pensava naquilo.
- Ou... o que está acontecendo? Questionou ele intrigado.
Eu – Nada não! Pq?
Ele – Você está estranho pra caramba!
Eu – Impressão sua irmão!
Ele- Ok, já que me ignora no watts! eu te aviso aqui... que amanhã é meu aniversario e vou fazer 18 anos, meus pais vão viajar, e vou fazer uma festinha lá na minha casa e espero por você.
Eu receoso – Se meus pais deixarem... eu vou sim.
Ele me surpreendendo- Já conversei com eles, e seu pai disse que vai te levar até minha casa, e apareça se não quiser perder um irmão.
Putis dessa vez não tinha escapatória, mas o que pode acontecer de mau nessa festa? No máximo som alto e muita bebida rsrs.
No dia seguinte, meus pais saíram cedo para o trabalho. Se deixar eles trabalham até no domingo rsrs. Aquele sábado estava perfeito e de muito sol, aproveitei para nadar na piscina o que raramente faço, a casa dos meus pais e tipicamente americana, as famosas americam fourquare que são casas de madeira de 2 pavimentos e um sótão, no primeiro andar: temos a sala de estar, sala de jantar, sala de tevê, cozinha, lavanderia e lavabo, no segundo andar: o quarto do meus pais, um quarto para visitas, o meu quarto e É no sótão, onde fica minhas bagunças rsrs. Meus pais são proprietários de uma construtora, fabricamos essa casas tipicamente americanas rsrs.
Já era quase 4 da tarde quando me lembrei da festa do Austin, corri para o banheiro tomar um banho, e escolher as vestimentas. A festa iria começar as 6, e pessoal americanos são muito, mais muito pontuais, 6h é 6h nada de atrasos rsrs. Caramba, eu estava decidido a ir na festa do Austin mesmo passando esses desejos loucos por minha cabeça. Meu pai chegou às 5:30 e buzinava para que descesse rápido. Como odeio ser apressado, e meu pai fazia isso de propósito. Terminei de arrumar-me e fui para rua onde meu pai esperava.
- Tá gatinho!
- Para pai!
Ele – Poxa não posso te elogiar mais?
Eu impaciente – Não, isso é muito gay!
Ele rindo – Ok, oh! Aberração.
Rimos juntos e fomos para casa de Austin, meu pai não parava de dar conselhos, que saco rsrs.
- Ok, Sr. Mauricio, vou me cuidar.
Ele – Nada de bebidas ou garotas gravidas!
Eu – Sim, senhor!
Ele- Te busco as 11h, te amo filho.
Eu – Ok, também te amo!
Desci do carro e a festa parecia estar boa, tinha uma galera na varanda de entrada da casa, e Todos segurando um copo de bebida. Entrei timidamente, e Putis! a casa estava lotada. Tinha gente até nos armários da cozinha rsrs fiquei procurando por Austin, o por alguém do grupo de teatro. Andei pela casa e enfim encontrei com Nicole, uma garota do grupo de teatro, ela estava sentada nos degraus da varanda, do quintal dos fundos, bebendo sabe Deus o que era.
- Oi Nicole!
Ela surpresa – Fernando! Vc veio não acredito.
Eu rindo – Vim, Pq não viria?
Ela – Vc nunca vai em festa de ninguém, já tivemos umas 10 festas esse ano, e Vc não foi em nenhuma.
Eu sorrindo – Austin disse que ficaria com raiva se eu não aparecesse.
Ela – Tá explicado!
Eu – A proposito cadê ele?
Ela – Ih garoto, Austin está na maior DR com a namorada dele lá em cima no quarto dele.
Eu assustado – Austin tem namorada?
Ela – Tem! desde do Middle school (acho que equivale ao fundamental no Brasil)
Eu surpreso – Isso é novidade pra mim.
Ela rindo – Percebi!
Eu curioso – Cadê o resto da galera?
Ela irônica – Devem estar transando em algum cômodo da casa.
Rimos, e em seguida ela me chamou para pegarmos uma bebida. Então voltamos para dentro daquele casa lotada de jovens completamente embriagados rsrs Nicole preparava um drink quando escutamos um berros...
- Me solta, estou com nojo de você!
- Me esquece, por favor!
Eu e Nicole corremos para a sala onde todos estavam, e Austin estava segurando o braço da garota que gritava, tentando descer a escada.
- Ashley, fica calma. Disse Austin nervoso.
Ela- Me solta!
Ele- Por favor, fica!
Ela – Não, você é maluco.
Ela se soltou dos braços dele, e passou diante de mim e voltou parando e me olhando friamente, engoli minha saliva secamente, então ela saiu batendo os pés pelo chão. Olhei para Austin que subiu de volta para o quarto. Então resolvi ir atrás dele. Subi as escada e virei no corredor e bati de frente com ele que estava visivelmente alterado.
-Austin, está tudo bem?
Ela nervoso – Está, e a festa está acontecendo lá em baixo.
Eu – Foi mal, só fiquei....
Ele alterado – Beleza! Agora desce. Disse ele me empurrando em direção a escada.
Fiquei assustado com a atitude estranha dele, nos nunca discutimos e nunca brigamos. Não sei o que me ocorreu mais eu não conseguia sair do lugar. E isso deixou Austin mais nervoso.
- Porra eu disse pra você descer, esta surdo? Disse ele me empurrando fortemente, me jogando ao chão.
Me levantei incrédulo e desci as escadas correndo. Nicole veio em minha direção assustada.
-Fer o que aconteceu?
Eu- Estou indo embora!
Ela – Pq garoto?
Eu – Pra não fazer merda!
Fui até o quintal dos fundos onde havia deixado meu casaco pendurado na grade da varanda, e ao me virar Austin estava parado na minha frente. Tentei desviar, e ele sempre parando na minha frente.
Eu já alterado – Sai da minha frente!
Ele- Não!
Eu- Sem brincadeiras Austin, sai por favor?
Ele – Irmão me desculpa? Eu estou na merda, e descontei em ti.
Eu impaciente – Ok, agora sai!
Ele- Fê me desculpa? fica mais, por favor irmão.
Eu surpreso pelo FÊ ninguém me chama assim respondi – Essa festa acabou pra mim, agora me deixa ir.
Ele- Ok, pode ir...
Eu surpreso com a atitude dele, sai desconfiado e me despedi de Nicole, em seguida fui pra rua ligar para o meu pai vim me buscar, e liguei umas 50 vezes e ele não atendia, mas que merda. Sentei no meio fio do passeio e fiquei observando a festa acontecendo do outro lado da rua. Aquele tempo maravilhoso, já havia mudado para um frio intenso e uma garoa gelada. Já eram quase 9 da noite quando vi a galera toda saindo da casa de Austin, curioso fiquei observando. Teria a festa acabado? Fazia muito frio naquele dia e arrependi-me de ter levado somente uma jaqueta, eu batia queixo de frio. Ligava para o meu pai e nada dele atender, sempre caindo na caixa postal. Já passava das 10pm quando vi Austin saindo da sua casa com sacos lotados de lixo e colocando na lixeira, assustado tentei me esconder atrás do carro, mas Nicole me viu e surpresa gritou.
- Fernando?
Eu sai meio receoso por detrás do carro, e caminhei em sua direção.
- O que você está fazendo aqui ainda? Perguntou ela surpresa.
Eu- Estou esperando o enrolado do meu pai.
Ela – Você é maluco! nesse frio?
Austin ao me ver veio apressadamente em minha direção.
- Achei que tivesse ido embora?
Eu- Estou indo!
Ele rindo – Estou vendo!
Nicole – Austin vou pra casa, meus pais já devem estar me procurando.
Austin – Obrigado pela ajuda Nicole!
Nicole – Por nada lindo!
Ela se despediu de nós, e saiu caminhando pela rua, Austin ficou me olhando e me puxou dizendo:
- Vamos entrar irmão! Está frio pra caramba aqui fora.
Eu tentando me soltar – Não, vou esperar meu pai aqui fora.
Ele impaciente – Vamos Fê? Você vai acabar doente!
Eu- Tudo bem!
Assim que entramos na sua casa, meu celular tocou. Era meu pai, atendi rapidamente.
- AlÔ! Pai?
Ele – Filho me desculpa? Fui jantar com sua mãe, e acabou que perdemos a hora!
Eu – Percebi, já está vindo me buscar?
Ele- Vamos demorar um pouco estamos do outro lado da cidade.
Eu nervoso – Pai! Você disse que estaria aqui as 11 e Vc ainda está do outro lado da cidade?
Austin me olhava curioso.
Eu – Vou ver com Austin se ele me leva em casa!
Olhei para Austin, que sorriu surpreso e respondeu:
- Dorme aqui, te levo amanhã cedo.
Eu olhei assustado, não isso vai dar merda. Fiquei mudo e meu pai me questionou:
- Fernando está na linha?
Eu- Estou sim!
Austin tomou meu celular e começou a falar com meu pai, dizendo que me levaria pela manhã em casa. Ele desligou o celular e rindo me disse:
- Noite dos garotos
Eu incrédulo – Estou vendo!
Austin sempre brincalhão, começou a bagunçar meu cabelo me deixando puto, entrei na dele começamos a brincar. Minutos depois ele foi tomar banho e fui jogar vídeo game, ao sair do banheiro Austin estava só de cueca, porra! Isso é sacanagem (pensei) Austin com aquele corpo maravilhoso todo atlético secando seus cabelos loiros com uma toalha. Eu olhei para aquele sorriso lindo, que só ele tem. Então questionei o motivo da briga com sua namorada, Austin me olhou friamente e percebi que ele estava se alterando. E antes que ele dissesse algo o interrompi:
- Irmão eu gosto de você, e me preocupo contigo.
Austin caminhou até a beirada da cama e sentou ao meu lado. Um silencio surgiu naquele quarto, Austin segurou nas minhas mãos, fazendo meu coração acelerar descontroladamente. Então ele pegou meu rosto com suas mãos virando para diante do seu e disse:
- Briguei com Ashley por isso!
Austin segurou meu rosto e me beijou, eu imediatamente retribui aquele beijo quente, e sentia sua língua entrelaçando na minha.
Continua...
‘‘Meu ensino médio parece que vai ser intenso. Dois garotos americanos se beijando e ambos curtindo o momento.’’
Bom galera! esse foi o início da história de um namoro americano.
O que acharam? Deixe seus comentários!
Rola mais um capítulo?
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