O INESPERADO ACONTECEU

CONTINUAÇÃO:
Meu nome é Rosana, tenho 54 anos, mãe de três filhos: Karen, 36 anos; Caio, 29; Fernando, 24. Eles sempre foram o meu orgulho e em muitos momentos o meu abrigo seguro desde que eu perdi o meu marido há 22 anos em um acidente automobilístico; desde então eu não tive envolvimento com homem nenhum, por respeito aos meus filhos e à memória do Augusto... Uma série de acontecimentos inesperados acabou por mudar essa situação pertinente na minha vida.
Certo dia a Sabrina, amiga de minha filha e atualmente noiva de meu sobrinho Rodrigo me falou das idas da Karen ao estado do Espírito Santo, sempre na semana da Quarta-feira de Cinzas; eu desconfiava de que ela estaria se arranjando com alguém por lá, mas o que me deixou preocupada é sobre a situação conjugal do cidadão em questão, um tal de Samir Afonso... De posse dessas informações resolvi colocar a Karen contra a parede, pois ela me devia explicações.
Entrei em seu quarto e a encontrei lendo um livro (a literatura é uma das suas maiores paixões, gosta de Machado de Assis, José de Alencar, Castro Alves, Gonçalves Dias, entre outros) e a chamei para conversarmos; como era de seu feitio, ela parou a leitura e prontamente veio me atender... Quando eu abordei o assunto e dizendo estar a par de tudo, ela ficou sem ação. Entrou em crise de choro, revelou estar apaixonada por ele e mediante isso eu a adverti, não grosseiramente, sobre os perigos deste tipo de envolvimento; afinal, um homem maduro, comprometido, o que estaria procurando numa moça solteira? Só sexo? Ou uma aventura? Eu precisava conhecer este rapaz para saber de suas reais intenções, mas como a vida nos reserva muitas surpresas, o Samir resolve vir a Belo Horizonte em companhia de um casal amigo, cujo fato vim a saber quando fui ao Shopping com a minha filha e ela o viu na praça de alimentação... Após nos encontrarmos no estacionamento e feitas as apresentações, tive durante o percurso para casa uma conversa aberta e franca com o Samir, quando soube do real motivo dele estar em outra cidade: Ele está passando por um período conturbado em seu casamento (o divórcio é só uma questão de tempo, segundo ele) e veio à nossa cidade a convite de um casal de amigos que moravam em Vitória e atualmente residem por aqui; eu fiquei com uma certa pena dele estar vivendo este dilema pessoal mas também notando nele uma carência afetiva (ou apetite sexual) por me olhar nos olhos com profundidade e não desviar o olhar das minhas pernas e meu decote, rsrs... Confesso que fiquei toda molhada com o olhar dele, quem dirá se me possuísse.

Depois de provocá-lo bastante em casa com direito a "pagar peitão", deixei-o em companhia da Karen na sala e fui me deitar, mas como a curiosidade falou mais alto retornei discretamente alguns minutos depois e às escondidas presenciei uma das transas mais excitantes desde a minha juventude... Jamais imaginei que a minha própria filha teria tanta experiência e desenvoltura durante o ato sexual em si; eu me excitei tanto que meu gozo escorria pelas pernas, uma sensação que não sentia há muitos anos... Enfiava dois, até três dedos dentro da minha buceta que jorrava igual cachoeira; vendo a Karen sendo enrabada pelo Samir alcancei um orgasmo após outro e quase caí mole no corredor! Eu imediatamente corri para o meu quarto e me masturbei até desfalecer de tanto gozo, senti-me bem mais leve.
Acordei na manhã seguinte mais disposta e já encontrei o café pronto. Samir e Karen fazendo a refeição matinal e pude ver o semblante de alegria estampado no rosto dela; eu me juntei aos dois e nos divertimos bastante, percebia o meu hóspede mais extrovertido, nem parecia aquele homem amargurado e inseguro que chegou na nossa cidade... Procurei deixá-lo à vontade e me dirigi ao meu quarto novamente, sendo seguido pela Karen... como ela já estava pronta para o trabalho pedi a ela que adiantasse alguns pagamentos de fornecedores quando chegasse na empresa e que chegaria lá mais tarde; ela concordou e com um sorriso maroto saiu, prevendo o meu próximo passo.
Tomei um banho e em seguida coloquei uma calcinha rosa bem cavada e um short bege, uma camiseta branca sem sutiã por baixo; como é bem justa no meu corpo os bicos dos meus seios inevitavelmente endureceram, marcando a blusa; a evidente possibilidade de uma transa com o Samir já estava me excitando e a Karen antes de sair para a empresa o deixou na sala assistindo TV. Passei por ele na sala indo em direção à cozinha e ao olhar discretamente para trás percebo o safado ajeitando o pênis por dentro do calção. Terminei de beber água e ao colocar o copo na pia sinto duas mãos na minha cintura e me puxando para trás; era o Samir me encoxando... Tentei me desvencilhar dele mas levei um tapa forte na bunda.
- A senhora ficou me provocando desde ontem, agora vai ter o que merece: Vara!
- Você é muito atrevido, isso sim! Não tem vergonha de ficar de pau duro dentro da minha casa?
Levei outro tapa mais forte ainda na bunda, que acabou me deixando excitada; tentei me fazer de difícil, porém comecei a gostar da situação... Virei de frente para ele e trocamos um beijo quente, molhado e demorado; suas mãos habilmente percorriam o meu corpo e sorrateiramente levantaram a minha blusa fazendo os meus peitões saltarem para o seu deleite... Depois de muito tempo voltei a ter a sensação maravilhosa de ser chupada, uma boca quente e gulosa me mamando feito um bezerro; eu passei a acariciar os seus raros cabelos e fechei os olhos sentindo as sugadas enquanto sua mão deslizava para dentro do meu short todo molhado de tanto que eu gozei, mesmo em pé na cozinha... De repente o Samir me levou para a sala e já no sofá com um puxão tirou meu short e calcinha juntos, caindo de boca na minha buceta melada, chupando vorazmente.
- Isso, seu safado... Chupa minha pepeca bem gostoso... Ela é toda sua... Ain... Ain...
- Ela é apertadinha e suculenta, vou fodê-la todinha!
- Sim, vai comer à vontade e vou te dar de brinde o meu cuzinho virgem...
Acabei gozando em sua boca. A revelação de que nunca havia dado o cu acendeu de vez as pretensões do Samir, que meteu a sua vara na minha boca, o que não recusei. Mamei até deixar em ponto de bala e pedi pra sentar em cima. Estava tão lubrificada que desci escorregando igual quiabo e imediatamente comecei a cavalgar o seu caralho... Samir por sua vez apertando a minha bunda e sutilmente deslizou um dedo no meu cu, que piscando recebeu a penetração. Ele me colocou de quatro e penetrou sem dó, castigando a minha pepeca que não recebia um trato assim por tanto tempo... Depois de muito me penetrar, o safado caiu de língua no meu cu e sem cerimônia começou a enfiar um dedo. Achou que era pouco e meteu o segundo. Quando me dei conta, já tinha três dedos encravados no meu rabo num vai-e-vem me deixando maluca.
- Você acha que é esperta, Rosana... Eu vi você assistindo a minha transa com a Karen ontem à noite e se masturbando; como castigo vai fazer igual à sua filha, sentar com o cu no meu molecão. Anda logo, porra!
Que cara atrevido. Confesso que as suas palavras de baixo calão me excitaram e resolvi atender a sua ordem, sentando de frente para ele, que direcionou o seu pau na entrada de meu cu, forçando a penetração... Mesmo apertado a cabeça começou a entrar devido à sua lubrificação e o desgraçado me puxou para baixo de uma vez, fazendo o seu membro entrar todo! A dor foi insuportável, cheguei a ver estrelas.
- AAAAAAAAAAAAAAAIIIII!!! Tá doendo, seu filho da puta!
Levei um tapa forte na face como resposta. Aticei a ira do Samir, que me colocou de quatro (outra vez, estou começando a gostar da coisa) e começou a bombar o meu cu sem piedade.
- Você não deu esse rabo quando era mais nova porque não quis. Vai se fuder na minha mão agora, sua cadela. Rebola no meu pau, piranha!
Pois é, levei no cu igual vaca em pé. Se na noite anterior eu imaginava como seria assistindo a minha filha sendo sodomizada, agora sentia na pele (do caralho) o prazer do sexo anal e caso tivesse descoberto na minha juventude já teria dado o meu buraquinho há muito tempo. Até esqueci que a minha buceta existia e passei a ditar o ritmo, dando o cu em variadas posições, sentindo prazer em levar na bunda e alcançando um orgasmo após outro... Samir anunciou que ia gozar.
- Não tira de dentro, lava minhas tripas com a sua porra...
Senti o pau dele inchar e em seguida jatos quentes invadindo o meu reto, uma delícia! Continuei rebolando no cacete dele até o mesmo desengatar e o seu esperma escorrer pelas minhas pernas. Fomos tomar banho juntos e aproveitei para acariciar o seu membro, que não demorou a dar sinal de vida novamente... Ajoelhei-me e voltei a chupar aquele caralho maravilhoso e ofereci a buceta para ele penetrar, o que foi feito com mais cadência. Samir ao mesmo tempo metia e me beijava com muito carinho, até que o conduzi para o meu quarto.
- Come o meu cu de novo, gostoso...
Foi como oferecer doce pra criança. Samir abriu minha bunda e caiu de língua no meu cu arrombado, sugando, lambendo... Deitei de ladinho e ele se posicionou atrás penetrando. Voltei a rebolar no seu pau enquanto era comida e ao mesmo instante uma das mãos bolinava a minha buceta enquanto a outra apertava as minhas tetonas... Sensação gostosa e eu empurrando a bunda para trás sentindo as bolas batendo na porta do cu; cheguei a mijar de tesão com a vara enterrada no meu rabo e gemendo bem alto, Samir desengatou e me deu o caralho pra chupar... Senti inchar na minha boca e jatos de esperma jorrando garganta abaixo; era tanta porra que escorreu pela boca mas não deixei desperdiçar uma gota, bebi tudo!
Os dois exaustos da transa não fizemos outra coisa senão tomarmos banho novamente e tirarmos uma soneca, acordando no final da tarde. Samir disse que precisava ir de encontro ao casal de amigos, pois pernoitaria por lá antes de embarcar no vôo para Vitória na manhã seguinte... Eu me despedi dele com um beijo longo e senti minha calcinha ensopada outra vez...
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