Cheguei pelas 11 horas, tirei a roupa e caia na piscina. O garoto e a mãe, aquela gata de corpo de 25 anos, linda, estavam na piscina.
Entrei e ficamos conversando, ela na minha frente o filho dividindo o papo conosco e uma garota linda e gostosíssima e um garoto. Uma musiquinha legal climatava o ambiente... Beleza!
O papo com a mulher do meu amigo foi tomando o rumo do sexo, puxado por ela. Contou-me que gostava de sexo - sou amigo do Osidro, conheço o casal há anos, mas não resisto e sempre dou umas olhadelas para aquele corpo lindo, de forma que ela não perceba, ou eu penso que não saca - mas nunca tínhamos falado de sexo. Disse-me que sexo pra ela não tem limite e que sempre que pode dá uma trepada.
Meu pau cresceu aos poucos dentro de água e dava pra ver o volume do cacete crescendo e ela, pelo menos que eu visse olhou duas vezes, e uma terceira que eu que fiquei encabulado: olhou e depois fixou os meus olhos. Isso me deu um arrepio, mas não tive como deixar de dizer com os olhos que sim, que tinha entendido e que tava a fim, sim.
O papo continuou e 10 minutos depois ela saiu da piscina. Dei umas braçadas e saí da água. Fui para perto da mesa onde estavam alguns amigos e conhecidos, tomei um copinho de cerveja e fui ao banheiro dentro da casa. Quando passei na cozinha, ela tava lá só de biquini, linda e perguntei:
- Quer uma ajudinha?
Deu-me uma olhada de alto a baixo e acenou que sim com a cabeça. Dei uma olhada mais vigorosa na bunda dela e desta vez tive a certeza de que ela viu:
Lëo, que sacada!
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Levei a resposta na putaria e respondi: Mas é linda!. E dei uma gargalhada
- Bem, vou no banheiro, ao que ela respondeu com um despretencioso: Ok. Vá!
Entrei no banheiro e dois minutos depois bateram na porta. Respondi: Tem genteee!!!!
-Abre, foi a ordem que ouvi, da voz linda, do outro lado da porta. Passou aquele filme rápido – abro, não abro... e abri. Ela Olhou para os lados antes de entrar e fechei a porta.
Em poucos segundos ela me deu um beijo na boca e senti a mão dela tomar conta do meu pau, mole pela perplexidade do episódio inusitado: a mulher do meu amigo decidiu me dar dentro do banheiro social da casa dela.
O medo que senti foi enorme. E se ao sair tiver gente na porta esperando? E se for o próprio Isidro?
O tesão foi maior do que isso tudo e se misturou num ápice à saliva de um sabor delicioso da sua boca deliciosa. Sua língua invadia a minha boca e quase chegava à minha garganta eu já totalmente inebriado correspondia com um abraço apertado e as mãos escorrendo pelas costas dela até suas nádegas de sonho, que apertava, apalpava e forçando seu quadril contra o meu, sua buceta contra o meu pau já enorme, duro, grosso e melado. Suas mãos desceram meu short, as mesmas que rapidamente fizeram a sua pequenina parte de baixo do seu biquini descer até os pés, que neste momento já estavam em cima dos meus.
Ela largou minha boca e desceu de língua quente aberta, de fora, lambendo meu peito, barriga, umbigo e abocanhando meu pau de uma vez. Mamou muito gostoso. Sugava quando tirava o pau da boca devagar. Sentia-me esvaindo pela boca da pica. Engolia tudo até a garganta e tirava de novo e lá vinha ela sugando fortíssimo e me deixando louco. Deu mais duas mamadas daquelas e antes que gozasse, puxei-a pra cima e fui eu que desci e meti a língua na xana toda encharcada, um verdadeiro lago. Lambi, chupei e tasquei a língua no grelo dela, bem de leve, arreganhando a xoxota em cima.
Dei a primeira mamada no grelo e um segundo depois não era mais um grelinho, era um cacetinho de 3 cm saído pra fora e grossinho, mamei com vontade. Passava a língua devagar umas vezes e de leve e ela gemia baixinho e na volta pressionava o grelo e ela segurava meus cabelos e empurrava minha cara contra a buceta e aí metia aquele grelo todo na boca e chupava gostoso, sugava como ela me fez.
De repente, segurou mais forte meus cabelos e gozou na minha boca me afogando contra a buceta que sentia contrair. O tesão dela continuava. Ela mesmo me puxou pra cima pelos cabelos, depois que engoli sua porra espessa, deliciosa, todinha.Ela colocou o pé sobre o vaso.
Segurei o pau pelo talo e empurrei pra cima e pra dentro dela todinho ela se abraçou a mim fortemente e comecei a foder aquela buceta deliciosa, apertada, toda encharcada do melado que saia da minha pica sem parar e do suco delicioso de sua xana, que provara momentos antes. Fodemos uns 10 minutos e ela anunciou o gozo. As unhas dela se cravaram nas minhas costas e quando ia soltar um grito papei a boca dela com a mão que ela mordeu sem dó. Gozei junto loucamente. Minha porra ficou escorrendo pelas coxas dela. Pegou uma toalha e se limpou. Não se lavou. Abriu a porta lentamente pra ver se tinha alguém. Não tinha! Que alívio! Saiu se despedindo com um selinho e uma mordida na minha orelha, sem deixar de lamber o ouvido. Arrepiei!
Fechei a porta e eu, fui lavar meu pau todo encharcado de nossas porras. Passei o dedo nele e levei-o primeiro ao nariz: delicioso e depois à boca: divino.
- Cara, você demorou no banheiro... Sorri para o meu amigo e aceitei o copo de cerveja que me ofereceu.
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