quinta-feira, 1 de junho de 2017

PITTON – CONTO BDSM


Amanhece em Estenfordy, os pássaros negros dão sinal q a aurora se levantou, a neblina daquele ruas desertas e frias, intrigam Eive .. a menina que estava caminhando sozinha em direção ao Hospital Psiquiatrico Pitton. Cheguando em Pitton .. Eive avistou os portões de meio entre abertos com vários galhos por cima e correntes no chão.
Eive curiosa resolveu entrar , abriu a porta era um lugar com pouca luz, muita poeira, maquinas e macas abandonadas pelos corredores, paredes descascando, tijolos caindo, aqueles corredores se tornaram frios e sinistro para Eive.
Sugiro que leiam ouvindo a música:

A menina avistou uma grande escadaria em formato da letra “V”, resolveu subir e dar uma olhada .. A salas de cima eram solitárias, celas feita por dentro com parede de tijolos e o chão de cimento, somente um cama escontada na parede, com colchão fisioterapico na cor preta, ela tinha suspenção, presas por correntes.
Eive escutou barulho, alguém caminhava pelo corredor .. passos pesados, lentos, o barulho do caminhar ela podia escutar a areia quando era pisada no chão .. e puxava algo mais q ela não conseguia identificar.
Eive resolveu sair da cela, indo para o corredor, ela avistou um homem bem no começo. Ele era alto, usava farda na cor preta, sobretudo por cima preto, botas de couro, tinha um cap, usava uma máscara e tinha uma foice em uma sua mão. Eive saiu andando de cabeça baixa em direção ao contrária, mas para a sua surpresa era sem saída, a janela estava trancada e os vidros para de Pitton era aprova de som.

Eive sentiu em sua nuca aquela respiração quente e ofegante q a fez tremer por 18 segundos inteiro, foram o tempo mais longe de sua vida. O máscarado puxou sua corrente e passou em volta da garganta de Eive e a colocou em seu ombro a tirando dali e levando de volta a cela. Eive não tinha força para gritar, tomada pelo êxtase de adrenalina e medo.
O máscardo a colocou no chão e mandou com q ela implorasse para ele a deixar ir, mas Eive, menina má, desobediente não conseguio falar e apenas baixou a cabeça em seu medo mórbido.
Máscarado então retirou toda a roupa da menina,em seguida  uma argola de metal do bolso do seu casaco, era grande e se abaixou e colocou no pescoço de Eive… Ela podia sentir quase q um sufoco com aquele metal apertando, colocou mais algemas em seus punhos, tornezelos e correntes para interligarem e paracer uma cruz. Ordenou q ela se mantivesse ajoelhada ainda, naquele chão frio de cimento.
Máscarado puxou Eive pela guia de sua coleira dando um tranco em seu pescoço, alterando sua voz a ordenou q deitasse na cama preta. Eive parecia um X, linda com sua pele branca e macia, corpo forte, seios empinados e duros.
Máscarado se deleitou com a visão sublime q Eive representa, já estava fazendo a menina de sua escrava.
Em cima de  Eive, tinha um bastao de metal e nele varias facas penduradas … Máscarado não vendou Eive, pois queria q ela sentisse o medo de ser machucada por acidente. Com uma faca ele brincou livremente pelo seu corpo, passando devagar pela suas curvas, em cima do biquinho do seio .. indo em direção ao seu umbigo.. passando por cima dos lábios vaginais e parando no clítores. Ele virou a faca e cuidadosamente segurou na parte não cortante e enfiou o cabo de madeira dentro da vagina de Eive… a menina soltou um gemido, aquele medo e êxtase misturados agora a sensação do terror e prazer q Máscarado sentia e soltava seu riso para ele.
Colocando a faca de lado, tirou a mordaça de metal do bolso e amarrou em Eive, deixando totalmente sua boca aberta. Máscarado sentou em cima de Eive e tentou a asfixiar com seu pênis em sua boca, fazendo várias vezes o ritmo de ida e voltas, puxando a pelo cabelo. Eive se engasgava, mas Máscarado não parava e dava risada com os olhos horrorizados de Eive. Saindo de cima, foi até uma poltrona velha escostada na parede, onde tinha uma caixa, de dentro retirou velas e uma venda de veludo. Indo até Eive, colocou a venda e ascendeu as velas … deixando cair pingos pelo corpo da meninas …banhou a inteira com a cera quente. Eive podia se contorcer mas ja era de prazer .. seu corpo já não mais lhe pertencia e ela deixou Máscarado domina lá em todos os sentidos. Seu psicológico já não respondia mais a lucidez, ela somente sentia as vibrações de seus músculos se contraindo e pedindo mais alimento.
Máscarado soltou os tornozelos da menina e em um movimento rápido a colocou de bruços, empinando seu bumbum. Pegando um plug com um rabo bonito de pelo, era uma raposa. Ele enfiou o plug no bumbum de Eive, a menina solta um gemido alto, mas Máscarado da um tapa em sua bunda como correção e manda ela se calar. Em seguida, pega um chicote de couro com fitas medias pretas. Começando pelas costas de Eive.. a fazendo chorar, no modo de disciplina lá pelas desobediência em não ter conseguido implorar para poder ir embora de Pitton.
Flap flap, o barulho em suas costas e bumbum era a única coisa q Eive ouvida naquela cela silenciosa e a respiração sádica do Máscarado se veslumbrando com o vermilhidão da pele da menina. Minutos depois ele solta seu chicote no chão e afaga o rosto da menina, tirando a venda.. olhando diretamente para seus olhos, ele queria sentir lá.  Máscarado não conseguiu mais abusar da menina com olhos cintilantes, a colocou em seu colo e deixou a adormecer.
Eive nunca mais foi vista e até hoje mistérios sobre sua existências rondam o Hospital Pitton, estaria morta ou viva… em carcere privado sendo mantida pelo Máscarado.
Quem sabe … Só voltando a Pitton para descobrir.

Nenhum comentário:

Postar um comentário