quarta-feira, 14 de junho de 2017

Segredo bem guardado

Olá, pessoal. Vocês não me conhecem então vou me apresentar, sou a irmã da Eduarda, a Duda. Somos irmãs de criação, diga-se de passagem. Os pais dela me criaram depois de os meus terem morrido quando eu ainda era um bebê, em comum temos apenas nossos bisavós. Por que eu estou escrevendo aqui, vocês devem estar se perguntando. Bem, acontece que ela veio passar o réveillon com a família e conversamos muito. Uma de nossas conversas teve a ver com o Casa dos Contos. Eu acabei entrando sem querer no site e encontrei os relatos de uma tal de Duda. A cada conto que eu lia, mais certeza eu tinha de que aquela era a história de minha irmã. Ela usou um outro nome mas haviam detalhes difíceis de se esconder. Ela me contou muitas de suas aventuras, porém nenhuma tinha a ver com sexo e enquanto ela me contava, eu fazia o link com o conto que tinha lido e cada vez mais me vinha a confirmação de que ela me escondia algumas verdades que acabou confidenciando apenas no site. Acabei jogando verde, "Acho que você poderia escrever um livro com todas essas histórias. Pelo menos um livro de CONTOS". A cara que ela fez a denunciou de vez. Minha pobre irmã começou a chorar. Eu disse que tinha lido os contos. Ela chorou mais e disse ser tudo verdade.
Comecei a chorar junto com ela e acabei por contar alguns segredos também. Segredos que tinha guardado a muito tempo. Ela me ouviu, como uma irmã mais velha deve fazer, e acabou por me convencer a escrever aqui dizendo que a melhor maneira de nos livrarmos de nossos fantasmas é contar para alguém. Resolvi tentar e assim que terminei de escrever fiquei na dúvida se devia ou não publicar. Ela me disse, então, que se eu não publicasse ela mesmo faria, já que eu tinha enviado para ela ler em primeira mão. Inseri esse prólogo apenas para não ficar jogada a história junto do perfil de minha irmã. Então vamos ao meu relato.
Meu nome é Mirela. Nunca fui de muitos amigos e os poucos que tinha me chamavam de Mi. Exceto pela minha irmã mais velha que me chamava de Lelinha. Minha irmã vocês já conhecem, é a Eduarda que postou algumas de suas histórias aqui. Histórias que me pegaram de surpresa quando descobri que eram dela. Após uma longa conversa ela me convenceu a postar minhas próprias histórias que tinha escondido dela. Acho que ela queria se vingar por ter guardado isso por tanto tempo e como sempre a obedeci, acabei fazendo.
Minha irmã sempre foi o centro das atenções. Loirinha e toda travessa, fazia de tudo para aparecer em qualquer situação. Eu no entanto sempre fui reservada. Tímida, na verdade. Era a nerd da turma. Estava sempre na turma da minha irmã, pois nunca tive uma turma minha de verdade. Suas amigas sempre a chamavam para sair e ela insistia em me carregar junto até que chegou uma época que começaram a me podar. Diziam que a moreninha era muito nova para sair com elas. Minha irmã tinha os cabelos claros como o sol e eu escuros como a noite e era apenas 1 ano mais nova que ela. Como forma de me preservar, afundei a cabeça nos livros e coloquei como meta entrar na faculdade. Eduarda tinha como meta se tornar modelo e as vezes tentava me convencer a seguir seus passos. Eu era mais realista e preferia estudar. Ela dizia que seriamos imbatíveis no mundo da fama por sermos irmãs e lindas. Dizia que eu era mais bonita que ela, que apagaria seu brilho, principalmente por ter uma bunda maior que a dela, mesmo sendo mais nova. Acho que ela tinha um pouco de inveja. No entanto, tímida como sou, me escondia em roupas largas e feias. As meninas e meninos da minha sala me ignoravam e eu achava bom, assim tinha mais tempo para estudar e passar no vestibular.
Acontece que, em um belo dia de verão, uma de nossas professoras faltou e ficamos com uma aula vaga. Todos conversavam, menos eu que me acabava em um livro para uma prova de português. Em um certo momento, o grupo de meninas que estava ao meu lado mudou o assunto para meninos. Pegava uma ou outra palavra e aos poucos meu interesse foi aumentando ao ponto de o livro deixar de ser interessante e as letras ficarem voando na minha frente sem sentido algum. Com as histórias que contavam, senti um comichão em minha vagina que nunca tinha sentido antes. A cada relato, mais estranha eu ficava. Como fui criada na rédea curta, como dizem por aqui, sempre aprendi que meninas e meninos deviam ficar separados. Minha irmã ignorava essa lei mas eu a seguia a ferro e fogo. Agora, porém, era diferente. Nunca tinha pensado em meninos dessa forma, sexualmente falando, e ouví-las contar suas aventuras com tantos detalhes começou a mexer comigo. Foram 50 minutos excruciantes. Ao ouvir o sinal, achei que tudo terminaria. Nunca estive tão enganada. O professor deu sua aula mas minha cabeça estava perdida nas histórias que meu ouvido tinha insistido em captar. Terminada a última aula, corri para a casa de minha tia. Costumávamos passar a semana lá e íamos aos finais de semana para a casa de nossos pais, no sítio. Assim não precisávamos pegar o ônibus todos os dias. Cheguei e como sempre não havia ninguém em casa. Minha tia estava trabalhando e minha irmã sabe-se lá onde estava. Me tranquei no banheiro, abaixei as calças e sentei na privada. Milhares de dúvidas me assombravam mas meu ímpeto de apagar aquele fogo foi mais forte. Encostei o dedo em minha xaninha e senti uma sensação de prazer como nunca tinha sentido antes. Em meu vocabulário constava a palavra gozar mas essa foi a primeira vez que senti na pele o que é gozar de verdade. Movi meus dedos desesperadamente e de tão intenso o gozo, meu corpo tombou para o lado. Por sorte a privada ficava ao lado da parede e não caí no chão.
Aliviada, consegui passar o resto do dia sem pensar muito nisso. Atentem-se ao muito pois eu pensei sim no que eu tinha feito e me culpava por isso. No outro dia faltei a aula e fui ao médico na cidade vizinha. Exames de rotina. Como fiquei o dia inteiro em função disso, consegui manter minha cabeça ocupada, ouvindo minha mãe falar pelos cotovelos e não me deixando pensar. No dia seguinte voltei a escola e foi assim que minha vida mudou de vez.
Por ser a nerd da turma, nunca fui bem quista por meus colegas, exceto quando tínhamos que fazer trabalhos em grupo. Eu tinha um contrato implícito com algumas meninas da sala. Elas me deixavam em paz e eu fazia os trabalhos e colocava seus nomes. Tinha funcionado muito bem até que cheguei na escola e descobri que uma professora tinha passado um trabalho em grupo para a terça-feira seguinte, daqui uma semana e eu teria ficado sem grupo se a professora não tivesse percebido minha ausência. Todos os grupos estavam com 3 ou 4 participantes, exceto um grupo que continha apenas dois rapazes, também nerds como eu porém não tão tímidos assim. Eram metidos em sua suposta inteligência superior e se gabavam para quem quisesse ouvir. Fui colocada com os dois e mal cheguei na escola eles já foram me avisando e marcando para separarmos o que conseguíssemos nessa tarde para no próximo dia nos encontrássemos e fizéssemos o trabalho. Como eu nunca tinha conversado com outros meninos assim, fiquei apenas em silêncio, concordando com tudo o que diziam. No momento de definirmos na casa de quem faríamos o trabalho, um disse que os irmãos mais novos ficariam enchendo o saco e que não daria para ser na casa dele. O outro disse que a marcenaria de seu pais fazia muito barulho e ele evitava ficar em casa para não ter essa distração. Acabei aceitando que fossem até a casa de minha tia.
Na quinta-feira, ao chegar em casa, encontrei Eduarda e disse que alguns colegas da escola viriam fazer um trabalho comigo. "Que bom irmãzinha. Finalmente está fazendo amizades". Antes de ela partir para a escola, os dois chegaram. Ela os cumprimentou e disse para mim, "Tchau, Lelinha. Nos vemos a noite." e depois falou para os dois, "Bom trabalho e cuidem bem da minha irmãzinha". Nos sentamos na mesa da cozinha e antes de começarmos a tarefa, os dois ficaram me zuando pelo apelido carinhoso que minha irmã tinha usado. Tudo corria bem e eu achei que logo terminaíramos o trabalho, mas não foi bem assim. Eles começaram a trabalhar e tudo o que eu conseguia fazer era olhar para os dois e lembrar das histórias que as meninas da sala tinham contado. Eles conversavam livremente e continuavam a fazer piadinhas com o apelido que minha irmã tinha me dado. A cada brincadeira que faziam, eu sentia minha bucetinha ter novos comichões, iguais aos de 3 dias atrás. Dessa vez, porém, não havia sinal para me salvar. Foi um calvário de 5 longas horas até minha tia chegar e enxotá-los de casa pois já era hora do jantar, isso sem termos terminado. "Terminamos o trabalho amanhã", disse um deles já no portão. Me tranquei no banheiro e deixei meus dedinhos me saciarem junto com um banho demorado, que me rendeu uma bronca de minha tia por gastar água e luz.
Na sexta-feira, após a escola, aconteceu tudo novamente. Cheguei em casa, nenhuma alma viva, e logo depois os dois chegaram. "E aí, Lelinha. Tudo bem?", João Vitor passou por mim. Depois veio Pablo que perguntou como eu estava e me cumprimentou com um beijo na bochecha. Se no dia anterior os comichões foram aumentando gradativamente, ao receber esse beijo na bochecha, minha xaninha apertou de uma vez. Caramba, que situação. Sentamo-nos como no dia anterior e continuamos de onde havíamos parado. Mal eu me sentei, senti meu corpo em brasas e prontinha para gozar. Percebia que eu mordia os lábios ouvindo-os conversar sobre a matéria e sem perceber abaixei as mãos e a coloquei por dentro de minha calça. Pablo virou-se para mim para fazer uma pergunta e deve ter percebido que minhas mãos estavam sob a mesa movendo-se e que meus olhos estavam bem fechados.
"O que está fazendo, Mirela?". No susto abri os olhos e coloquei as mãos sobre a mesa, sobre o caderno, empurrando a caneta para longe. "Nada!", foi minha resposta mas eu sabia que eles não tinham acreditado. Vitor, percebendo como eu estava desnorteada, e querendo tirar uma onde de mim, falou, "Eu sei que eu sou um gato, Lelinha, mas não precisa se masturbar na nossa frente. Depois que formos embora você pode brincar a vontade". Devo ter ficado vermelha, azul, roxa, até verde se for possível. Preciso dar uma explicação aqui. Eu disse que era tão ou mais gostosa que a Duda, porém ela era a única que sabia. Em minha timidez, eu usava sempre roupas largas, feias, muitas vezes rasgadas. Então para meus colegas de classe eu não passava de uma nerdzinha feia. Os dois patetas começaram a rir e minha vergonha cresceu até explodir. Gritei. "Não estava fazendo nada não". Levantei de supetão da mesa, derrubando a cadeira, e fui para meu quarto. Caí na cama e coloquei a mão em minha vagina para me aliviar novamente e poder voltar para o trabalho, mas não consegui mover minha mão. Fiquei paralisada pensando que ao invés da mão eu poderia usar os dois. Que pensamento foi esse? Não sei, só sei que não consegui fazer nada, fiquei largada na cama com a mão imóvel sobre minha calcinha. Fiz então o impensável.
Levantei da cama, tirei toda a roupa e chamei pelo nome dos dois pela fresta da porta. "O que é?", um deles respondeu. "Preciso falar com vocês", falei do quarto. Os dois pararam na porta e pude ouvir Pablo falar para o João Vitor pedir desculpas pela brincadeira. "Olha, Mirela, eu sei que eu exagerei, tá? Você poderia me desculpar? Não vou mais brincar assim não". Fiz um silêncio antes de criar meu último suspiro de coragem. "Entrem logo".
Vitor entrou e parou ao me ver. Pablo veio logo atrás, trombou no amigo e também ficou imóvel. Na minha cabeça a vergonha estava explodindo, mas em meu corpo, o tesão me dominava. Pablo empurrou o amigo para o lado e disse que meu corpo era muito mais bonito do que o de minha irmã. Não que eles tivessem visto minha irmã nua, mas ela não ligava em usar roupas justas e curtas. "Essas suas roupas enganam qualquer um", Vitor disse com os olhos estalados. Do fundo do meu mais profundo ser, veio um pedido que nunca vou esquecer, "Por favor, eu não quero perder minha virgindade mas eu preciso muito gozar. Me ajudem".
Parecendo dois lobos esfomeados, os dois pularam para cima de mim e começaram a me beijar e a passar as mãos por todo meu corpo. Vitor, mais esperto, tirou a roupa enquanto Pablo ainda me agarrava. "Sai pra lá", disse empurrando o companheiro e me empurrando sobre a cama e caindo sobre mim. Já foi posicionando a rola em minha bucetinha, pronto para entrar, quando Pablo o lembrou que eu queria continuar virgem. Os dois olharam para mim, com as mãos cobrindo o rosto, depois se entreolharam, até que João Vitor teve a ideia de como resolver nossa situação. "Olha como você deixou a gente, Mirela. Me desculpe mas só temos uma maneira de resolvermos isso".
Me puxando pelo braço, me fez ficar de pé, depois me virou de costas e foi me empurrando sobre a cama, com seu pau intumescido se encaixando entre as bandas de minha bunda e os braços ao redor de meu corpo. Não conseguia deitar pois ele me segurava e acabei ficando de joelhos sobre o colchão. Depois ele me empurrou para frente e fiquei como uma égua, com as quatro patas no chão. Com um leve empurrão minha coluna ficou curva para baixo e percebi que meu bumbum estava bem para cima. "Pega aquilo ali para mim" Vitor disse para Pablo. Olhei para onde sua mão apontava e vi Pablo pegando meu óleo hidratante e jogando para seu amigo antes de pular na minha frente e começar a me beijar e afagar meus seios. Um detalhe que esqueci sobre minha irmã. Ela não tinha quase nada de peito eu, por outro lado, já fui mais afortunada. Não são dois melões, mas são grandes o suficiente para serem apertados com a mão cheia.
Pablo me beijava e estimulava meus mamilos enquanto Vitor deslizava os dedos em minha xaninha. Já estava quase gozando quando senti uma carícia diferente. O rapaz atrás de mim passava um dedo em minha buceta e outro em meu ânus. Me deu um certo medo mas mesmo assim estava gostosinho o carinho inusitado. O dedo então começou a forçar a entrada. Senti uma leve ardência e tentei virar o rosto para desistir de tudo aquilo. Pablo, porém, foi sedutor o suficiente para puxar meu rosto de volta para si e colar os lábios nos meus e dizer, "Calma, calma. Está tudo sobre controle". Funcionou. Me acalmei enquanto o dedinho entrava em meu bumbum. Estava ardendo ainda, mas o esforço que os dois fizeram para estimular minha buceta e meus seios me fez suportar aquela sensação desagradável. Enquanto as mãos apenas passavam pelo meu corpo, aquele dedinho atrevido entrava e saia de meu bumbum e acabei me acostumando. Mesmo assim, depois que ele saiu eu senti um alívio e sorri. "Viu, não foi tão ruim assim", Pablo sorriu de volta e me beijou e, envolvida nessa boca que foi a primeira a me beijar, ouvi de relance João Vitor comentar o seguinte, "Bom, já que a bucetinha está proibida, quer dizer que o cuzinho está liberado".
Pablo saiu da minha cama e sentou-se na cama de minha irmã e passou a despir-se. Olhei por sobre o ombro e vi Vitor apontando seu pênis para mim. Com um sorriso sacana ele disse que cuidaria bem de mim. Tentei me confortar em Pablo, mas ele apenas olhava para minha bunda. Ele não queria mais saber de mim apenas da minha bunda, que eu oferecia ao seu amigo e que com certeza ele sabia que eu também a ofereceria para ele. Senti a glande de Vitor forçar meu ânus e percebi que era bem maior que um dedinho. Tentei escapar para frente mas ele me segurou pelas ancas. "Não foge não. Foi você quem nos provocou agora vai ter que aguentar". Abaixei a cabeça até encostá-la no lençol. Mordi com força quando finalmente a cabeça entrou. Aqui eu faço uma menção ao conto de minha irmã e como foi semelhante nossa primeira enrabada. Enquanto eu lia seu conto eu podia sentir em mim o que tal do Ronaldo fazia com ela, mas eu acho que minha primeira experiência foi pior que a dela.
Vitor seguiu empurrando a rola em meu bumbum e tudo o que pude fazer daquele momento em diante foi choramingar baixinho. Assim que eu senti seu saco encostar em minha xaninha, eu recebi um tapão na minha bunda. Na verdade nem doeu pois a dor no meu cu era minha maior preocupação. Contorci meu corpo para olhar para meu carrasco e implorar por um pouco de compaixão. Quando nossos olhos se cruzaram ele me falou uma frase que me fez entender que não tinha qualquer tipo de culpa ou arrependimento no que ele fazia comigo. "Lelinha, eu toquei tanta punheta pensando na sua irmã e nunca imaginei que era você a putinha da família". Ganhei outro tapa e esse doeu pois meu ânus já estava se acostumando com seu intruso. "Agora, sempre que eu tiver com vontade de bater uma punhetinha pensando na vadia da sua irmã, eu vou dar um pulo aqui para me fartar nesse seu rabo". Outro tapa e em seguida começou a pancadaria. Sem se preocupar com meu bem estar, Vitor começou a meter. "Vamos lá, Lelinha, aguenta aí. Não é todo dia que eu posso socar meu pau numa bunda tão perfeita quanto a sua".
O cara não era muito atlético, não passava de um magricelo, mas o gás que ele tinha me surpreendeu. Ele metia sem parar. Bombava, bombava, as vezes bem rápido, outras vezes lento e as vezes dando cravadas que me faziam gritar e soltar o meu lençol rosinha. Eu olhava para o lado e via Pablo se masturbando e sabia que assim que seu companheiro terminasse, ele teria a sua vez. E o que é pior, é que vendo-o se masturbar, deslizando a mão para cima e para baixo em seu pau, eu fiquei excitada e essa excitação superou a dor. Com um certo esforço puxei o travesseiro até meu rosto e me afundei nele. Com meus gritos sendo abafados pela espuma, eu tive o maior orgasmo da minha vida. Um gozo dolorido e delicioso, onde nem precisei sequer tocar minha buceta. Um gozo que tomou conta de todo meu corpo e somente conseguia exprimir gritando com toda a força de meus pulmões.
"Ah, muleque. A mina goza pelo cu. A mina tá se acabando de prazer enquanto você está bombando no rabo dela". Sabia que era Pablo pelo que ele dizia. Vitor, ainda metendo com vontade em meu bumbum, replicou ao amigo. "E você não faz ideia de como ela aperta o cuzinho. Meu, que rabo apertado. Que delícia". Depois ele seguiu em uma cadência de golpes fortes e fundos e falou com uma voz exausta, "Goza, meu anjo, goza daí que eu gozo daqui". Senti um calor me preenchendo por dentro e a cada nova bombada, sentia meu reto se encher um pouco mais.
Assim que ele saiu de dentro e de trás de mim, tombei para o lado e fiz um grande esforço para manter meu cuzinho fechado para não deixar o sêmen dele escorrer e manchar o jogo de cama da minha tia. Essa tinha sido a terceira vez que tinha gozado e, de longe, tinha sido a mais intensa de todas. Foi tão intenso que eu fiquei fora de mim, apenas com a grande preocupação de não manchar o lençol. Vindo do que parecia ser de outro mundo, ouvi a voz de Pablo a reclamar, "Puta que o pariu, Jão. Não era pra gozar dentro. E como eu fico agora?". Senti um leve toque em meu braço que me fez abrir os olhos. Sorri ao ver o semblante calmo de Pablo que me pedia para levantar. Enquanto me levantava, sua mão se encaixou no meio de meu bumbum com algum pano e ele foi me acompanhando até chegarmos ao banheiro. Olhei para ele, ainda sorrindo e sem entender muito bem o que acontecia. "Senta ali na privada e deixe toda essa porra sair do seu cu. Depois volte para o quarto, tudo bem?", concordei sem nem saber com o que eu tinha concordado. Segurei o pano que ele me deu e sentei na privada. Tirei o pano e reconheci minha calcinha toda embebida no sêmen ainda quente do Vitor. Fiz uma pequena força e todo o líquido escorreu para fora de mim. Olhando para minha calcinha arruinada e sentindo uma ardência em meu ânus, acordei desse meu transe de vagabundagem e percebi a besteira que tinha feito. Levantei e me olhei no espelho. Estava destruída, com os olhos vermelhos e o rosto todo amassado. Senti uma vontade enorme de chorar e trouxe as mãos ao rosto, já pronta para me acabar nas lágrimas porém o cheiro do esperma em minha calcinha que ainda segurava me acertou em cheio. Um cheiro inebriante que fez desaparecer a vontade de chorar e me trouxe um fascínio estranho e delicioso e outra vez um formigamento a apertar minha bucetinha. Me vi no espelho outra vez e agora me deu uma vontade de rir alucinadamente. "Tudo bem aí?", Pablo batia na porta. Tentei responder que sim mas não consegui. Minha timidez natural e vergonha pelo que tinha feito me paralisavam. "Me responda por favor, Mirela. Vou te dar mais um tempinho. Não demore muito, senão terei que quebrar a porta e ver se está tudo bem". Com o intuito de manter a casa de minha tia intacta, sai do banheiro com a cabeça baixa porém Pablo não estava na porta. Ainda de cabeça baixa fui até o quarto e encontrei os dois sentados nas camas no maior bate papo. Ao me verem entrar, ambos se puseram de pé. A rola de Vitor estava meio mole. A de Pablo estava rígida e bela. Novamente minha xaninha insistiu em chamar minha atenção e agora eu sabia como atendê-la. Caminhei até minha cama, fazendo com que minhas pernas estimulassem minha buceta a cada passada e me coloquei na mesma posição de antes, de quatro, prontinha para a segunda rodada.
Puxei o travesseiro e o mordi antes de arrebitar bem meu bumbum, oferecendo-o ao homem que tinha me dado o primeiro beijo. Na minha cabecinha de sonhadora, ele tinha mais direitos que João Vitor por ter me beijado porém, para ele, eu era apenas uma satisfação de desejos. "Assim que eu gosto. É hora de você provar um homem de verdade nesse cuzão, Lelinha". Eu ainda sentia dores em meu cuzinho, mas eu queria que ele me comesse, que saciasse a minha fome de rola. Sem enrolação, Pablo enfiou a rola em meu bumbum de uma vez, aproveitando que meu cuzinho já tinha sido preparado pelo seu amigo. "Caralho, que cu gostoso". Senti o ardor voltar, dessa vez mais intenso. Pablo, por sua vez, entrava e saía lentamente, aproveitando tudo o que podia de mim, me fazendo gemer baixinho, com o rosto escondido no travesseiro. Estava diferente, mais gostosinho, apesar da dor. Ele era mais carinhoso no trato comigo e eu sentia uma segurança maior com ele atrás de mim. Aos poucos ele acelerou e eu descobri a verdadeira face de Pablo. Me puxando pelos cabelos, fui colocada de quatro de verdade, com os joelhos e cotovelos sobre a cama. "Geme para mim, putinha. Deixa eu ver essa cara de vagabunda enquanto leva uma rola grossa no rabo". Olhei para trás, com os olhos marejados, e involuntariamente fiz o que ele pediu. Gemi. Foi aí que ele se descontrolou de vez. Puxou meu cabelo com tudo e começou a bombar em meu rabo com força e velocidade, dando estocadas nervosas em meu cuzinho ardido e eu, ao invés de me calar, comecei a gemer mais ainda.
"Cara, não goza dentro não. Quero meter nela outra vez". Olhei para o lado e João Vitor já punhetava a rola outra vez, pronto para me fuder novamente. Puto da vida, Pablo deu uma cravada monstro em minha bunda e parou. "Vai se fuder, velho. Você pode gozar no cu dela e eu tenho que gozar fora?". Eu tentava recuperar o fôlego, e ouvia a discussão dos dois. "Qual é, Pablo, eu já to no ponto para dar mais uma nessa vagabunda. "Quer comer esse bundão outra vez?" levei um tapa na bunda e gemi. "Vamos lá. Faz assim, goza fora agora, aí eu dou mais uma nela e gozo fora também. Depois você mete mais uma vez e enche o cu dela de porra". Me puxando pelos cabelos, me contorci toda até minhas mãos ficarem apoiadas sobre a cama. "Ouviu isso, Lelinha? O Jão quer meter em você outra vez, acha que aguenta mais duas fodas depois do estrago que eu estou fazendo em você?". De verdade, eu queria falar não mas acabei fazendo que sim com a cabeça e deixando os dois mais loucos ainda. Pablo me abraçou e voltou a cravar sua rola em minha bunda. Ainda rápido e intenso. Poucas cravadas depois ele tirou o pau de dentro de mim e eu senti seu gozo esquentar minhas costas. Cai deitada para frente.
"Vai lá, é a sua vez". Apenas passando minha camiseta na porra do companheiro, Vitor subiu sobre mim e cravou a rola em minha bunda destruída comigo de bruços mesmo. Eu gemia sentindo seu suor pingar em minhas costas. Já tinha gozado várias e várias vezes quando ele sacou o pau e também gozou em minhas costas passando a vez para o amigo.
Pablo fez o mesmo que o amigo, limpou minhas costas com a camiseta toda suja e a jogou longe. Porém, antes de meter pela segunda vez, pegou o travesseiro, dobrou-o ao meio e me fez levantar o quadril, deixando meu bumbum bem levantado. "Que bosta, nem pensei nisso" era Vitor se lamentando de ter me comido apenas de bruços ao invés de se aproveitar de meu estado tão vulnerável. "Com esse bundão para cima, está até me dando vontade de comer esse rabo outra vez". Percebi que Pablo enfiou apenas a cabeça em meu cu e parou. Olhei por cima dos ombros e o vi olhando para o amigo e dizendo que o problema era dele. "Você já gozou dentro dela, agora é a minha vez. Se quiser esperar ela se limpar para mais uma, você quem sabe, mas não vou gozar fora só por que você quer". Vitor respondeu. "Vai se fuder então", e saiu do quarto.
"Assim é melhor. Vamos ficar um pouquinho a sós, Lelinha. Pode se soltar mais se quiser". Novamente ele me fodia bem devagar, percebi que olhava para meu rabo engolindo seu pau, centímetro a centímetro. "Você é perfeita, Mirela. Como eu nunca percebi antes". Ganhei um tapa que me fez gritar. "Vamos ser o melhor trio da escola. O trio de Nerds. Jão, Pablo e Mirelinha. Vou adorar essa minha nova amiga". Soltando o peso sobre mim, ele voltou a bombar com tudo. Rápido e feroz, encheu meu cuzinho de porra pela segunda vez e caindo de lado.
Ficamos assim por um tempo até João Vitor voltar, e dizer que estava tarde. Me ajudaram a sentar, colocar minha calcinha de volta, minha roupa e me deitaram na cama. Estava muito cansada mesmo, e dormir me faria muito bem. João saiu do quarto primeiro e Pablo, antes de sair, me deu um novo beijo na bochecha, "Até logo, Lelinha. Gostei muito de nossa tarde". Ouvi o som da descarga e depois da porta sendo encostada. Depois dormi.

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