A Surda Sacana
Há poucos dias fomos convidados para um churrasco em um sítio de um amigo, sábado pela manhã, chegamos ao local e já havia mais três casais além dos donos da casa, não havia nenhuma criança, o que estranhei, mas logo notei que eram casais muito jovens e portanto casados a pouco tempo, eu tenho que contar antes que sou exibicionista de carteirinha, vejo em qualquer mulher uma vitima em potencial.
Sou bem dotado, sem exagero, 22cm, sempre que tenho oportunidade adoro mostra-lo, sempre fingindo um acidente exibo com muito orgulho e muito tesão meu troféu. Neste dia não foi diferente, escolhi logo durante as apresentações uma garota que achei um tesão, não era dessas que costumam povoar os contos eróticos, nenhuma deusa, mas muito sensual, devia ter 1,65m, um pouco gordinha, nada de exagero, seios lindos e pernas muito bem torneadas, morena clara, dona de um sorriso muito bonito. O churrasco corria solto e eu não tirava os olhos da morena, ela é casada, mas o marido não estava presente, viera com um casal amigo.
Em dado momento ela se afastou do grupo indo em direção a um galpão ali existente, e como havia muito próximo um banheiro eu que realmente precisava ir ao banheiro, me levantei e para lá me dirigi, era normal, pois de vez em quando alguem fazia isto. Chegando ao banheiro e para minha felicidade, vi que se deixasse a porta entreaberta, do lugar em que se encontrava a Vânia pois este é o seu nome, eu poderia ser visto, isto caso ela quisesse olhar, entrei, e como vivo quase o tempo todo excitado, não demorei a ficar com o pau duro, ai entreabri a porta, tinha que ser rápido, olhei e a garota olhava exatamente para lá, comecei a me masturbar lentamente, vi m seu olhar o espanto, não sei se pelo meu ato atrevido ou pelo tamanho do pau, mas o certo é que não desviou o olhar, o manteve firme em meu pau, e o que me deu mais tesão ainda foi quando a vi cuidando, olhando para os amigos para ver se alguém se aproximava, certa de que todos continuavam sentados, deu alguns passos se aproximando mais do local em que eu estava.
Como eu não podia demorar muito, dei um jeito e gozei rapidamente, a garota viu o leite pular longe, vi que mordia os lábios e seu semblante era de puro desejo. Voltei ao grupo e continuamos a conversar, logo Vânia também se juntou a nós, não demonstrando estar brava ou constrangida com o que vira, vez por outra eu a via olhando disfarçada mente para mim, o encontro transcorreu com normalidade depois eu vi uma amiga da garota fazendo sinais para ela, e ai fiquei sabendo que era surda, fui informado que caso quisesse falar com ela, deveria faze-lo de frente e bem devagar, pois ela poderia ler através dos movimentos labiais. Em dado momento fiquei só com a grota e puxei papo com ela, perguntei se era casada e a quanto tempo, ela respondia com graça minhas perguntas, de repente eu disse: tomara que tenha gostado do meu pau, sua putinha, e como gostaria de enfia-lo todinho nessa bucetinha gorda, notei um sorriso no rosto da moça, mas esta inteligentemente fingiu que não entendera uma palavra do que eu dissera, aquilo só aumentou o meu tesão por ela, logo alguém se aproximou e interrompeu nossa conversa, ou pelo menos mudou de rumo.
Após esse encontro com Vânia, fazia exatamente uma semana, quando eu passava por uma rua, procurando uma casa comercial, e de repente alguém atravessa a minha frente, como eu dirigia bem devagar, pude notar com muita alegria que não era outra pessoa senão a Vânia.
Usava uma saia curta, e uma blusa bem decotada, parei o carro, ela se aproximou e chegando perto, debruçou-se na janela do carro, e eu pude ver os bicos dos seios, lindos, firmes, aureolas rosadas, e foi logo perguntando pela minha mulher, chegou tão próximo que pude sentir seu hálito gostoso.
Ah sua putinha eu falei baixo e bem devagar, então você gostou do que viu não é, que tal darmos uma saidinha agora mesmo, o que acha perguntei.
Agora não vai dar, meu marido está me esperando em casa, e já faz tempo que sai, mas se me der o seu telefone assim que der eu te ligo.
Tudo bem, mas por favor dar um jeito de ser logo, pois estou louco de tesão por você, disse rindo. E para minha surpresa ela disse: o pior é que desde daquele dia eu não penso noutra coisa, gosto de homens arrojados e exibicionistas, pois também sou assim desde pequena.
Então entra ai e vamos dar uma voltinha rápida, pelo menos me mostra algo, após relutar um pouco ela resolveu entrar, após olhar para os lados, viu que não éramos observados, abriu a porta do carro, e protegida pela mesma, quando foi subir, levantou exageradamente a perna e eu pude ver sua calcinha, suas coxas lindas e a calcinha recheada por uma buceta que imaginei inchada e linda.
Não deu para fazermos muita coisa, e eu a deixei próximo a rua onde ela morava. Prém uma semana depois recebi o tão esperado telefonema, ela me avisava que iria passar uns dias com uma irmã em uma cidade próxima, e que se eu quisesse poderia encontra-la lá, mandou o endereço e como eu não poderia dizer nada, já que ela não escutava, anotei tudo e após ela desligar comecei traçar meus planos para comer a surdinha.
Como viajo muito a negócios, não tive que dar muitas explicações em casa, e nem precisaria, fui ao encontro, e não tive dificuldade em encontrar a garota, no mesmo dia em que cheguei, passei pelo endereço que me dera, ela estava na calçada, me fez um sinal que entendi, a esperei em uma esquina próxima, e logo ela apareceu, estava linda, e notei que também estava bastante anciosa, assim que entrou no carro, começamos a conversar, perguntei o que mais a chamara a atenção a meu respeito, e ela foi muito direta e clara, por meu exibicionismo explicito e também pelo tamanho do meu pau, ela disse que sempre sonhou transar com um homem bem dotado, e disse que seu marido quando em ponto de bala, na passa dos 14cm.
Me falou de algumas experiências exibicionistas, achei muito inocentes, mas não fiz nenhum comentário nesse sentido, como a cidade é bem pequena logo estávamos fora do perímetro urbano, seguimos por uma estradinha de chão e a alguns kl, a margem do rio que corta o lugar, vimos dois rapazes conversando a sombra de uma árvore, estavam com bicicletas. Perguntei a Vânia se toparia atrair aqueles dois para assistirem a uma boa trepada, ela perguntou se não haveria perigo, eu a tranqüilizei dizendo estar armado, e ela topou.
Parei o carro a uns 100 metros dos dois, e começamos a nos acariciar, direcionei o retrovisor de modo a ver os rapazes, não demorou muito e os vi se movimentando, será que iriam embora pensei, nada, disfarçadamente foram se aproximando e como havia muito mato no local, logo os perdi de vista, mas sabia que estavam ali, convidei Vânia a sair do carro, nos encostamos e eu comecei a passar a mão pelo corpo da garota, sempre tentando descobrir onde estavam os rapazes, de repente vi movimento numa moita e vi que se encontravam ali, procurei uma posição onde pudessem ver tudo e puxei Vânia, ela também procurava os dois, e eu a avisei o lugar onde se encontravam, falei, vamos dar um belo espetáculo para eles, ela apenas sorriu.
Levantei a saia dela até aparecer a calcinha, enfiei a mão dentro dela e comecei a acaricia sua buceta, gorda, cheia e lisinha, passei o dedo entre os lábios grossos e senti que já estava bastante úmida, abri sua blusa liberando seus lindos seios, Vânia não ficou parada, abrindo minhas calças, liberou meu pau, já duro como uma estaca e o levou a boca, não sem antes elogiar o tamanho e a grossura, mamou com desejo, foi ai que os rapazes talvez entendendo que nós queríamos ser vistos, saíram da moita e ficaram observando de longe, mas sem tentar mais se esconder, aquilo levou a garota a loucura, ela queria ser penetrada imediatamente, eu quis lamber sua buceta, mas ela recusou, encostou-se ao carro, ficando de costas para mim, levei o pau até a sua buceta, ela rebolava mesmo antes de toca-la, assim que a cabeça tocou os lábios da sua buceta, ela atirou a bunda em minha direção engolindo quase até a metade, deu um grito de prazer, eu a segurei pela cintura e enfiei o resto, mais um grito, ela mexia a bunda de uma maneira muito gostosa, e pedia, mete, mete tudo tudo, ai que gostoso, como era surda geralmente falava alto, mas agora exagerava, eu sabia que ela queria que os dois ouvissem.
Continuei fodendo e em dado momento, mesmo sem consulta-la fiz sinal aos rapazes para que se aproximassem, este não esperaram segunda ordem, logo estavam ao nosso lado, perguntei para eles se poderia aparecer mais alguém por ali, estes me disseram que sim, mas que logo a frente havia um local seguro, que podíamos confiar neles, que se contentariam em assistir, caso não quisesse que participassem. Tirei o pau da buceta da garota sob o olhar atônito dos dois, entramos no carro e eles foram indicando o caminho, era bem perto, havia uma picada por onde pude passar tranqüilo e logo chegamos a uma clareira, local limpo e deserto.
Desta vez fizemos diferente, retirei os tapetes do carro, forrei a grama, Vânia ficou de joelhos e novamente abocanhou o meu pau sem nenhuma cerimônia com a presença dos dois, este de olhos grudados na cena, logo perderam a vergonha, começaram a se masturbar, tinham paus menores que o meu, mas também eram grandes.
Em dado momento Vânia largou o meu pau e abocanhou o mais próximo, levando o rapaz ao delírio, este não agüentando por muito tempo encheu a boca da moça de leite, caramba que quantidade, ela se engasogou mas engoliu boa parete, assim que terminou com ele se encarregou do outro, enquanto ela chupava o jovem e a pguei por trás e mais uma vez penetrie sua buceta, ela continuava chupando e gemendo, comecei a admirar seu cuzinho, iria tentar come-lo com toda certeza, o segundo rapaz também gozou na boca dela, o outro a estas alturas novamente de pau duro se masturbava ao lado, eu mais uma vez retirei o pau da buceta dela, ajudei-a a levantar-se, ela se limpou, pois estava com a bariga toda melada, mandei o rapaz que gozara primeiro se deitar de costas no chão, ele assim o fez, ficando com o pau apontando para cima, mandei que que Vânia sentasse em seu pau, assim que ela o engoliu e fui por trás e ajeitei o meu pau em seu cuzinho e fui entrando, a surdinha gritava, mas nada de reclamações, ou pedidos para parar, se deliciava com dois paus agora dentro de si, o outro rapaz parecia não acreditar no que via, logo seu pau também estava duro, mas não quis mas saber de boca, queria foder a garota, nós continuamos fodendo implacavelmente, em dado momento vi que não poderia mais me segurar, apertando bem o corpo da mulher comecei a urrar e a enche-la de porra, foi meu primeiro orgasmos, foram muitos jatos de leite quente em seu rabinho gostoso, quando tirei o pau brilhando e muito duro, o rapaz perguntou se podia tomar meu lugar, assenti com a cabeça e vi quando ele meio atrapalhado introduziu o pau no cu da garota, fiquei ali ao lado assistindo a permformance dos dois, como já haviam gozado, demoraram bastante fodendo a surdinha, esta de repente deu um grito, seu corpo ficou todo arrepiado e e começou a espumar pela boca, assim como pela buceta, que gozada.
Ahhhhhhhhhhhhhhhhh fodam, fodam, ai me fodam, forte, mais, mais mais e revirava os olhos os rapazes diante daquele quadro também começaram a urrar e mais uma vez a garota foi inundada pelo leite deles, seu cuzinho devia estar cheio pois não dera tempo dela colocar para fora a grande quantidade de porra que eu ali ingetara, foi lindo ver aquela manifestação de prazer.
Depois os rapazes saíram de dentro dela, pareciam exaustos, porém muito felizes, fizeram algumas perguntas e eu logo os despedi, voltaram para apanhar sua bicicletas que haviam escondido e se foram, com certeza ao contarem aos amigos passariam por mentirosos. Porém alguns tiveram que acreditar, pois no dia seguinte meu carro parava no mesmo local, só que desta vez havia mais dois rapazes junto com eles, foi um banquete inesquecível, para todos, mas isto é outra história que contarei mais a frente.
Depois conversando com Vânia, fiquei sabendo que seu marido sendo evangélico fanático, só transa com ela de luz apagada. Já pensaram se descobre tudo.
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