A CARONA, UM MENAGE
Aconteceu no verão de 2014, e caia uma chuva de verão bem abundante, eu estava indo do meu sitio para a cidade em uma estrada rural que devido a chuva estava um barro só, mas como eu tenho uma pickup é 4x4 traçada que ia de boa mesmo na lama porque minha caminhonete era preparada pra andar em estradas de terra, eu ia do meu sitio até a cidade comprar ração pros animais e mantimentos pra família, e em em meio aquela chuva toda vi um casal empurrando uma moto, eu notei que não eram da região porque em cidade pequena a gente conhece todo mundo, e ao me verem aproximar ela fez um sinal para mim parar, quando parei me pediram auxilio, foi quando ele falou-me se eu poderia leva-la até a cidade porque a moto tinha dado uma pane por causa da chuva, apesar dos dois estarem molhados na verdade encharcados eu falei que levaria sem problema, e se ele quisesse eu poderia levar os dois e a moto na caçamba da caminhonete, ele me perguntou quando eu cobraria, eu falei que não se preocupasse porque eu não cobraria nada com isso eles não sabiam como me agradecer pela minha oferta.
Mesmo com a chuva sendo abundante eu desci pra ajuda-los a colocar a moto na carroceria, ela apesar de ser mulher parece que tava acostumada com aquele tipo de aventura porque ajudou-nos, e quando retornamos à cabine estávamos todos bem molhados; ela sentou-se no meio de nós dois, pedi desculpas pra poder tirar a camiseta e torcer, e assim que torci a camiseta peguei uma toalha que levava atrás do banco e sequei um pouco meu corpo, percebi que ela olhava diretamente para meu peito, em seguida eu ofereci a toalha aos dois, e o Carlos também tirou a camiseta, e passou a toalha pelo corpo, a Mara pegou a toalha e começou a se secar por cima da roupa, ela vestia uma calça jeans e uma camiseta branca que molhada ficou quase transparente isso me proporcionava ver o contorno de seus seios já que ela não usava sutiã, mas mesmo ela se enxugando por cima da roupa a água insistia em escorrer pelo seu corpo até que pra minha surpresa o Carlos sugeriu que ela tirasse a camiseta pra ele torcê-la; ela aceitou a ideia, colocou a toalha na frente e devido a falta de espaço na cabine ela se contorcia toda pra tirar a camiseta.
Eu dirigia bem devagar por causa da lama, caia a tarde e o Carlos ajudava ela a se enxugar, eu de relance comecei a admira-la, seus seios que mesmo protegido pela toalha as vezes saltava pra fora, fiquei de pau duro, fantasias começaram a surgir na minha cabeça, e ela se encostava em mim de vez em quando, depois que o Carlos a secou eu falei mas ela vai colocar a camiseta molhada de novo, ele falou é o jeito, temos roupa pra trocar nas mochilas da moto mas com essa chuva não dá pra ir pegar, então eu falei atrás do banco tem uma camiseta minha, não é nova mas está seca, e instrui o Carlos como poderia pegar, era só inclinar o banco um pouco pra frente e teria o espaço necessário, ele então achou a camiseta e deu pra Mara, que sem cerimônias jogou a toalha de lado deixando os peitos a mostra e colocou a camiseta por cima da cabeça, nem preciso dizer que só de ver um pouco os seios dela fiquei de pau duro quando vi aqueles dois melões a mostra meu pau fico ainda mais duro
Como a gente perdeu um bom tempo carregando a moto, quando cheguei na cidade o comércio já tinha fechado então não deu pra comprar nada, o Carlos me pediu se eu sabia de algum hotel que pudesse se hospedar e tomar um bom banho era tudo que eles queriam, deixei no hotel, mas o Carlos não me deixou ir, disse que precisava pagar de alguma forma aquele favor, insistiu que eu ficasse um pouco mais pra tomarmos umas cervejas juntos já que a noite tinha caído, a essa altura minha camisa já tinha secado mas eu tava com aquele cheiro de roupa molhada, eu queria ir embora mas ele insistiu que acabei ficando, liguei pra casa avisei que ia chegar mais tarde expliquei o porque, e esperei que os dois tomasse um banho e trocassem de roupa, quando eles desceram ao saguão do hotel eu vi o quanto a Mara era gostosa, dentro de uma calça legue justíssima e enfiada na bunda que mostrava todas curvas dela, e la fomos nós novamente na minha caminhonete a um bar de uns amigos.
Depois de várias cervejas e alguns drinques a mais tudo patrocinado pelo Carlos, todos nós já estávamos meio alto a Mara mais ainda talvez por ser mulher e mais fraca pra bebida, eu falei que tinha que ir embora por causa da hora, eles então concordaram e voltar para o hotel, e durante a ida a Mara começou a se insinuar eu fiquei todo envergonhado mas percebi que o Carlos olhava e não dizia nada, a Mara dizia, puxa, demos sorte de encontrar você, um tesão de homem, eu fiquei ainda mais sem jeito, até que depois de tantas insinuações falei puxa Carlos, sua mulher é sempre tão liberal assim, ele respondeu que os dois eram e que sempre saiam pra viajar em busca e novas aventuras eu falei é de moto é uma aventura mesmo, ele falou não só esse tipo de aventura..., na hora não entendi mas a Mara começou a passar a mão na minha coxa e em cima do meu pau, eu que tava todo aceso deixei rolar.
Chegamos ao hotel eu falei que ia embora, então o Carlos me falou vamos subir um pouco pra uma ultima cervejinha, notei que o convite tinha outra conotação, e fui até o quarto deles, entramos ele foi até o frigo bar e pegou outra cerveja, enquanto a Mara que tomava a iniciativa de me provocar, até que eu não aguentei e falei Carlos vc me desculpa masa Mara é um mulherão, ele respondeu eu sei, e falou você ainda não viu nada, .. - amor que tal você fazer aquela dancinha pra gente ver, ela então começou a dançar de uma forma bem sensual numa clara intenção de me provocar, enfiava o dedo na boca e chupava, até que sentou em meu colo e me deu um beijo, como vi o Carlos passivo no lugar dele eu tasquei um beijaço e sem vergonha nenhuma ja peguei nos peitinhos dela, e não demorou muito ela estava pelada porque perguntei ao Carlos se podia tirá-lo, respondeu que por ele tudo bem, nem perguntei a ela porque percebi que não teria resistência, ela já pendeu o corpo pra frente e facilitou a retirada da camiseta, aí passei a admirar seus seios, que não eram grandes mas eram bem durinhos e estavam em pé, quando toquei de leve com a mão, ela fechou os olhos, olhei para o marido e aproximei a boca, ele deu um sorrisinho, aí não deu outra mesmo, caí de boca naquelas tetas e logo tratei de ir tirando meu cacete pra fora da calça.
Ela percebendo que meu cacete estava livre e duro, apalpou-o bem de leve e começou a lamber com muita delicadeza, foi aí que tirei a calça legue que ela usava, junto com a calcinha olhei pro lado o Carlos estava se masturbando com a cena e totalmente nus começamos a nos esfregar, até que a virei de costas debrucei-a na cama e fui colocando em sua bucetinha bem devagarzinho., fiquei metendo assim assim por uns quinze minutos até que ele aproximou de nós e falou que também queria meter nela , saí de sua boceta, tirei a camisinha e coloque meu cacete em sua boca enquanto ele metia na boceta, 10 minutos depois .ele tirou da buceta dela e eu voltei a meter ei a estocar com força, quanto mais eu estocava, mais ela gritava e pedia mais até que ela entrou em transe falando coisas que nem eu entendia, até que gozou e se acalmou como eu tinha gozado eu também dei um tempo depois que parei um tempinho um tempinho depois , ela se virou, e caiu de boca, desta vez com uma habilidade que ainda não havia visto igual, não demorei quase nada, e anunciei que ia gozar mas ela não tirou a boca e acabei gozando pela segunda vez em sua boca, o Carlos por sua vez a colocou de 4 na minha frente e falou quer ver eu comer o cuzinho dessa cadela, e ela se ajeitou arrrebitando a bunda pra cima, ele apontou a pica pro centro do cu dela e enfiou, ela gemia, fiquei excitado e falei eu tambem quero, e a Mara como uma boa puta falou vem meu amor, pode vir que eu aguento os dois....



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