quinta-feira, 26 de outubro de 2017

MINHAS COLEGAS CASADAS DA FACULDADE

Eu tenho 28 anos, moro numa cidadezinha  pequena que não vou citar o nome justamente para caso alguém da minha cidade venha a ler esse conto não identificar e assim ligar os fatos as pessoas,  como todos sabem em cidade pequena todo mundo conhece todo mundo, eu vou dividir em duas partes porque envolve a Helena, uma mulher mais madura e a Carmem uma mulher mais liberada, e foi assim:  tudo começou quando resolvi fazer a faculdade a noite numa cidade maior a cerca de 80 kms da minha, havia uma VAN que levava e trazia os alunos, mas não era lá muito confortável alem de passar por outros pontos pra pegar mais aluno  que demorava mais o trajeto, por isso eu ia de carro próprio,  e já no primeiro dia, dia daquela famosa apresentação quem era quem e morava onde que todo professor costuma fazer, acabei por conhecer duas meninas que moravam na zona rural da minha região, e uma na minha cidade mesmo que apesar de não ser tão grande eu não a conhecia, apenas os familiares dela,  fizemos amizade já no primeiro dia e já que eu era o único que ia e voltava de carro acabamos entrando num acordo por ser mais rápido e ter mais liberdade de locomoção, decidimos rachar as despesas de combustível pra gente ir e voltar juntos ia ficar até mais barato que a VAN, e com o maior prazer virei o motorista oficial

Eu era o único homem no meio das três, e pra mim era impossível não perceber que todas eram gostosas, a Helena a mais velha de todos nós e tinha 39, era a unica casada, a Cida era bem novinha pouco mais de 20 aninhos, já  a  Carmem também casada tinha uns 26, quase a minha idade,  mas  por eu sempre ter tido atração por mulheres mais velhas a que mais me atraia era a Helena , talvez seja fetiche, talvez por ser a mais experiente, melhor de papo do que as outras, e alem de tudo era dona de um belo corpo, loira, pele bem branquinha, descendente de alemães, cabelos lisos loiros acastanhados, era mais alta que eu, devia ter 1.76 mais ou menos, era uma mulher grande em todos os sentidos, e  tinha tudo em cima, o único defeito dela era ser casada, e o fato dela ser velha uns 10 anos que eu atrapalhava, alias me atraia mais ainda, o interessante é que por um tempo  eu nunca tinha olhado pra ela nela com  olhos de desejo, mas nas nossas idas e vindas fomos entrosando e acabou rolando um desejo por ela da minha parte.
Formamos um grupinho legal, a Helena sempre ia no banco da frente, eu era privilegiado, porque a Carmem mesmo sendo casada era a que vivia dando-me a maior bandeira, só que eu tava a fim mesmo era da Helena e era a unica que não me dava muitas brechas, mas como eu tava mesmo era a fim dela,  se eu de repente me engraçasse com a Carmem queimaria meu filme com a Helena, mesmo porque a Carmem era meio louquinha poderia aprontar alguma, então  resolvi investir um pouco mais nessa tentativa, se não rolasse de jeito nenhum a Carmem seria meu plano B,  e no nosso dia a dia após o curso, pra matar o tempo no hotel que a gente ficava a gente conversava sobre tudo, tudo mesmo, desde os namorados até as experiencias mais intimas na cama, a Helena sempre participava das nossas rodas de fofoca, apesar de falarmos abertamente sobre sexo ela nunca me dava abertura, provavelmente por ser casada, quando as conversas rolavam sobre namorados maridos sempre ficava muito animada, principalmente quando a gente saia pra algum barzinho pra matar o tempo entre uma cerveja e outra, 

 A Helena  já tinha filho de uns 16 e uma menina com  9 anos mas continuava sendo uma mulher muito atraente e eu sempre gostei de mulheres mais velhas que eu, resumindo  durante o trajeto em que eu levava as meninas em casa e a Helena eu sempre deixava por ultimo na esperança de que surgisse uma chance de algo mais aproveitando que  ficava só nós dois no carro, uma dica que fosse, uma esperança de que na próxima viagem pudesse rolar, mas ela sempre muito séria não dava aberturas, não que eu não tentasse indiretamente jogando meu verde pra colher maduro, mas acho que a presença das outras inibia-a apesar dela participar de todas as conversas sacanas, na hora do pega pra capá ela caia fora. e praticamente todas as vezes que  eu a deixava em casa e o marido quase sempre a esperava  no portão porque quase sempre ela ligava do celular avisando que tava chegando

E assim era nossa rotina, e vez em quando uma ou outra não ia, até que certo dia a Cida e a Carmem não foram, como sempre passei peguei a Helena em casa, e já no trajeto de ida nossa conversa foi um pouco mais aberta, durante o trajeto que era mais ou meno suma hora e pouco, conversamos sobre o curso, sobre as duas meninas que não vieram  aproveitando que estávamos a sós,e  eu a proposito conduzi o assunto para certas  intimidades primeiro falei sobre minha noiva e eu, nossas preferencias perguntei sobre as preferencias dela e do marido dela, com o tesão a flor da pele meus pensamentos me torturavam mas a Helena parecia ser uma mulher fiel que se mantinha sempre discreta,  então para não parecer chato nem repetitivo  não insisti.
Naquele dia não tivemos as duas ultimas aulas,  encerrei todos meus afazeres no final preparamos pra voltar e a procurei para irmos embora..... No trajeto de volta eu dirigi bem mais devagar que de costume, e durante o trajeto talvez por estarmos apenas nós dois conversamos mais que habitualmente, e acabamos voltando aquela conversa mais intima da nossa vinda, ela se abriu um pouco mais quando tocamos no assunto sexo, pra apimentar eu alei que eu e mina noiva eramos bem ativos, eu mais que ela, e perguntei dela e do marido, a principio ela ficou meio retraída, mas acabou confessando que amava o marido mas em matéria de sexo havia virado rotina etc. e tal talvez por causa do tempo de casados, quase 18 anos, aproveitei pra jgar meu charme dizendo que ela mesmo tendo quase 40 anos ela era uma mulher bonita e atraente, e falei como dizem os homens voce é uma mulher gostosona, o tempo naquele dia passou rapidinho e sem perceber já estávamos bem de casa dela, ainda perguntei se o marido dela não se incomodava pelo fato de eu um homem pegar e deixar ela todos os dias sem ter mais ninguém no carro, mas ela disse que não  porque o marido, e ele não era ciumento, quando chegamos . lá estava o marido esperando aquela mulher,  que era objeto dos meus desejos, quando a deixei ele de longe me cumprimentou com um aceno olhei os dois fechando o portão,  sai pensando comigo mesmo: ....Ainda vou fazer amor  essa mulher mesmo sendo casada...

  enquanto esperávamos as outras terminarem também, ela notou que eu estava olhando fixamente pra ela e  a gente se encarou  mas ela timidamente desviou o olhar do meu e disse nossa, desse jeito voce me deixa encabulada!! Eu fui até a ela me aproximei do seu ouvido e disse baixinho se eu não fosse noivo, e você não fosse casada juro que eu já tinha te dado uma cantada ela respondeu mesmo eu sendo bem mais velha que voce? No que eu disse o que tem isso, voce é uma mulher bonita e atraente, e a gente poderia sim dar muito bem, e ainda perguntei, vc nunca pensou em sair com alguém mais novo? Alguém como eu por exemplo!!! Não vou negar que eu sempre te desejei Helena, desculpe minha franqueza, mas o clima acabou aí porque as meninas tinham saído das provas, 
Depois desse dia notei que ela começou a se vestir de maneira mais sensual, as vezes usando calça social e blazer estilo secretária, outras vezes Jeans justo que deixava o seu corpo em evidencia tornando-a aina mais gostosa literalmente acompanhada de alguma blusa de malha um pouco mais decotada, embora ela não tivesse os seios grandes mas a visão era gratificante. porque ela ficava bem sensual, depois de algum tempo  numa dessas nossas idas e vindas certa após termos feito uma prova, 

Desse dia em diante sempre que ficávamos sozinhos  eu não perdia a chance de elogia-la suas roupas seu corpo... e quando nos encontrávamos, desde que não fosse na frente do marido dela a gente se cumprimentava com beijinhos no rosto e eu sempre roçava o canto dos seus lábios de propósito mas ela sempre ficava na dela, não tirava o rosto mas não me dava chance de avançar mais, até que um dia aproveitando a oportunidade de estarmos sozinhos e o assunto rolava sobre ficar, amizade colorida namorados etc...  perguntei novamente  se ela já tinha fantasiado ou pensado em sair com alguém bem mais novo, e repeti alguem como eu,  ela foi categórica ao dizer que era bem casada etc e tal, e que jamais faria algo assim, eu para não forçar a barra ficava na minha sempre só esperando uma oportunidade certa,  

Assim foi por vários meses, estava quase acabando o semestre letivo e eram poucos os alunos  que continuavam indo visto que a maioria já tinha alcançado as notas necessárias inclusive eu mas continuei indo, as meninas nessas ultimas semanas já iam só de vez em quando incluindo a Helena que precisava só de entregar um trabalho pra alcançar os pontinhos necessários para fechar o semestre, eu mesmo só ia por causa de ter que leva-las, a Cida e a Carmem já tinha avisado que na nos últimos dias não iriam orque já tinham conseguido, então no penúltimo dia uma sexta feira meu telefone toca, era a Helena me perguntando se eu ia pra facul, ela disse-me que tinha que ir entregar um trabalho, mas que se eu não pudesse ir ela iria de ônibus mesmo, vi que esta era a minha chance de algo mais com a Helena, disse-lhe que não era preciso eu ir mas que eu iria só pra acompanha-la se ela não se importasse, achei que ela iria dizer que não precisava etc e tal, mas ela falou-me que se eu pudesse ir pra lhe fazer companhia ela ficaria grata, disse ainda que pagaria o combustível o que eu de imediato recusei.
Naquele dia quando fui pega-la em casa ao ve-la vindo em minha direção percebi o quanto ela estava gostosa dentro de uma roupa bem justa a calça jeans marcava seu corpo, a blusa colada ao corpo exibia um decote generoso, e eu percebi que aquele dia prometia, como sempre o trajeto era de mais ou menos uma hora, nesse dia fui ansioso o tempo todo, chegamos  até a Faculdade ela só entregou o tal trabalho para o professor, voltamos para o estacionamento entramos no carro, ainda nem eram 7 horas da noite falei e agora que sobrou bastante tempo e eu adoraria sua companhia pra um chopinho que tal? e você não ira se arrepender!!! Percebi que os seus olhos brilharam e os pelinhos do braço se arrepiaram quando respondeu voce que sabe.

Me dirigi a um barzinho que a gente ia de vez em quando com as amigas, só que dessa vez estávamos sozinhos, sentamos lado a lado pedi uma porção de batatas fritas, e duas latinhas de cerveja, e eu lentamente sorvi aquela cerveja, ela ali na minha frente eu coloquei minha mão em cima da sua mão direita,  ela não se importou com essa atitude minha, comecei a massagear a mão dela, logo depois soltei a sua mão e pousei em sua coxa, e comecei a massagear discretamente, ela ali passivamente estava aceitando, eu estava de pau duro mal conseguia disfarçar, terminamos de beber a cerveja e o tira gosto, sugeri que fossemos a outro lugar mais reservado, ela disse que tinha que voltar pra casa, mas eu insisti vamos.... ela não disse nada, paguei a conta, fomos para o meu carro, durante o trajeto continuei massageando sua coxa por cima da calça, ela perguntou onde a gente ia, falei que seria surpresa ela falou vamos pra casa vamos, mas sem muita convicção, a essa altura ela já devia imaginar o que eu pretendia.

Durante o tempo que eu ia e vinha a gente passava na frente de um motel na saida da cidade, eu sempre imaginei-me levando a Helena ali, e agora estava acontecendo, quando eu entrei na portaria ela olhou pra mim e novamente sem muita convicção só falou assim: 
- voce não vai querer que eu entre ai né, 
- Porque não 
- Porque não posso, esqueceu que sou casada..
- É casada mas não tá morta
e sem dar chance dela mudar de ideia pedi uma suite e foi então que a Helena entrou e discretamente trancou a porta, era outra mulher, totalmente diferente daquela que eu conhecia no dia a dia, ... veio em minha direção, me abraçou e disse agora eu que vou te mostrar uma coisa abriu o botão e o zíper da  calça e me mostrou  uma calcinha preta de renda sobre aquela pele branquinha, e perguntou gostou da cor?,Aquela foi uma visão excitante como se toda adrenalina de meu corpo entrasse em ação naquele momento apenas com a visão imaginando o que viria a seguir,  dei o maior e mais gostoso beijo da minha vida e ela retribuiu, aquela mulher que eu tanto tinha desejado agora ia ser minha meu tesão era tanto e ela retribuía todos os carinhos meu membro tava duro e  quase gozei na própria calça de tanto tesão só pelo beijo imagine o que viria depois nos beijamos gostoso e nesse clima fui desabotoando  a blusa dela e a calça que já estava desabotoada  caiu ao chão,  então deixei  só de calcinha e sutiã dei outro beijo delicioso, sua língua era quente, gostosa, eu passava a mão nas pernas dela, nas nádegas dela, enfiava a mão por dentro da calcinha pude sentir que ela estava toda molhada e se esfregava em mim, ela gemia baixinho e não parava de se esfregar em mim, , abaixei as alças do sutiã dela e vi os 2 peitos deliciosos, no tamanho certinho, biquinhos duros, rosadinho, dei uma mordidinha de leve em um deles, e depois coloquei ele inteirinho na boca, mamando  naquele peito gostoso e apertava a sua nádega  que gemia cada vez mais alto e se esfregava mais ainda, 
Meu membro queria estourar a calça,  ela me  beijou com mais impeto ainda até que se agachou e começou a abrir meu zíper,  e disse: deixa eu ver  de perto!!! Ela tirou ele pra fora e disse: Huuuum, quero ver o quanto voce aguenta vou te deixar mortinho!!! E chupava meu membro de maneira gostosa com uma maestria impressionante, meu delírio era total, minha colega  casada com o meu pau na boca. Era tudo de bom, talvez  de eu estar possuindo a mulher que tanto desejei pelo semestre todo, ela se levantou, foi até beira de uma cadeira  tirou a calcinha , se apoiou uma perna lá em cima da borda cama, se posicionou provocante  e ficou me esperando... eu fui com muita sede ao pote, mas ela disse não, que pra eu continuar só se fosse com camisinha, eu peguei uma camisinha que estava no armarinho do motel e coloquei,

Fui chegando nela devagarzinho, que gemia baixinho enquanto eu chegava mais, ela fazia aquela carinha de dengo que nem uma cahorrinha carente que me deixou looouco,  esfreguei meu pau na buceta dela, que estava encharcada, bem molhadinha, e fui penetrando bem devagar, colocava um pouco não mais que a cabeça e logo tirava, colocava de novo e tirava, ela gemia e dizia, assim voce quer me matar de desejo... não me torture vem e me come logo que não percebe que eu to até tremendo de tanto tesão, huuuuuuuummm... Eu comecei a bombar devagar, segurando na cintura dela puxando-a contra meu corpo, indo cada vez mais rápido eu metia  com gosto, e ela gemia como uma putinha, eu nem acreditava que estava comendo a Helena, aquela delicia de mulher  uma delícia e eu dizia palavras obscenas no seu ouvido deixando-a enlouquecida.
E na hora da transa eu  dizia  sua putinha safada, tá gostando né??? Quer saber duma coisa, voce ainda vai me dar mais vezes.. Ela dizia: Eu bem que queria mas não possooooo, !!!Nós ficamos ali uns 10 minutos nessa felação, eu já não aguentava mais  não aguentava mais e disse pra ela sentar sentar no meu pau: e ela veio por cima de mim e sentou bem devagar no meu pau, e mordia os lábios de tanto tesão, cavalgava no meu pau com gosto, subia, descia, gemia como uma putinha, falava que eu era demais, que ela já tinha gozado mas queria mais e mais, ficamos mais uns 10 minutos, quando eu ia gozar ela parava mas teve uma hora que não aguentei e gozei tão gostoso dentro daquela bucetinha quente. Ficamos ali no chão, nos beijando, e gozamos quase juntos.

Naquele climão s perguntei se ela já tinha feito anal e ela disse que sim algumas vezes mas não gostava,  isso me deixou mais acesso ainda, porque se ela admitiu já ter feito apesar de não gostar muito por causa da dor, isso já era meio caminho andado pra eu comer aquela bundinha que tanto desejei nesse tempo todo então com jeitinho eu coloquei ela de bruços apesar dos protestos levantei um pouco o seu seu quadril deixando aquela bundinha branquinha bem empinadinha, mais uma vez eu fiquei deslumbrado com a visão eu ia me posicionar para penetrar ela disse que eu precisava lubrificar bem antes, e por incrível que se pareça ela tinha um creme na sua bolsa e disse-me pra passar antes de tentar pra não doer muito, nesse momento foi que eu percebi que ela tava fazendo charme porque pra quem não gostava de anal ter KY na bolsa era incomum, .. então  posicionei a cabeça do meu pau e comecei a penetrar ela gemia gostoso e rebolava no meu pau  eu ia a loucura de tanto tesão enquanto eu a penetrava por traz, estava tão excitante que   quando dei por mim eu já tinha atolado meu pau  todinho, enquanto  meus dedos masturbavam seu clitóris então eu dizia deixa eu fazer vc gozar como até agora  ninguém conseguiu  te fazer....Ela só gemia  e rebolava e se soltou todinha, e dizia já que começou agora enfia tudo quero sentir ele todinho dentro de mim sem sobrar nenhum pedacinho pra fora  .... ao ouvir isso atolei tudo que podia do meu pau no cu dela sem deixar nadica de nada pra fora e gozei mais uma vez, e ela também gozou abundantemente.

Nunca vi uma mulher gozar assim quando penetrada por traz, todas as mulheres que já transei reclamavam ao fazer anal diziam que doía etc e tal... mas ela não, ela era demais, depois dessa foda adormecemos juntos abraçados, foram quase 3 horas de sexo delicioso intercalado, e quando olhamos o relógio já era quase 11 horas, ela ficou nervosa porque já passava uma hora alem do horario que costumávamos fazer o trajeto de volta, ela pediu pra irmos embora mas não sem antes eu aproveitar pra acariciar seu corpo afinal ela disse que era só aquela vez...

No trajeto de volta ela me falou que tinha aceitado sair comigo porque  confiava em mim que sempre fui discreto, mas pediu-me que jamais comentasse com ninguém o acontecido, porque apesar dessa aventura ela amava o marido  apesar do sexo no casamento deles ter virado rotina, me senti um privilegiado, afinal eu queria apenas sexo  e ela não queria se envolver com ninguém, 

Nossa  relação de amizade  continuou a mesma mas... apesar dela dizer que não rolaria mais  e apesar de dizer que nunca mais faria, no decorrer do ano letivo até a gente se formar  nos encontramos varias vezes mais, sempre discretamente, e quando as meninas não iam a gente já sabia com antecedência e   parecíamos dois adolescentes, as vezes cabulávamos a aula e íamos em outra cidade próxima para curtir, as vezes parávamos em área rural e fazíamos amor no carro mesmo, mas nossos encontros foram rareando, mas até hoje quando dá certo damos um jeito e damos uma escapada, sabem qual a melhor coisa em ter uma mulher casada, é que a gente curte de montão mas depois cada um vai pro seu canto e aquelas cenas na imaginação faz a gente voltar a querer outra vez.
Nesses três anos que durou a Faculdade, sempre tivemos o maior cuidado e discrição mas a Carmem desconfiada do nosso casinho e começou a fazer uma chantagenzinha disfarçada embora nunca tivesse falado nada quando  estávamos os quatro no carro ou nas aulas, quando eu estava sozinho com ela ela dava em cima de mim co esse papo, não que a Carmem fosse bagulho, pelo contrário mas eu tinha medo do jeitão dela de dar com as línguas nos dentes iria prejudicar muito a Helena que também era casada, eu tava tranquilo porque apesar de eu ter uma noiva não tava a fim de casar tão cedo qualquer coisa seria um bom pretexto pra terminar mesmo.

E como não era raro de uma ou outra faltarem, as vezes duas, as vezes a Helena e a Cida tb faltavam e eu ia só com a Carmem, as vezes a Carmem e a Helena eu ia só com a Cida enfim em três anos todas essas combinações aconteceram, e já no fim do segundo semestre aconteceu de a Helena e a Cida não irem, foi então que a Carmem já na nossa ida resolveu dar em cima de mim de verdade, quase me agarrando, eu falei pra que parasse porque ela era casada não ia pegar bem, foi quando ela abertamente me falou, e a Helena também não é casada? Fiquei pasmo na hora, como ela sabia, mas me fiz de desentendido e falei o que que tem a Helena? A Carmem logo veio com uma risada bem debochada e falou, 
- pensa que eu não sei de vocês dois dois?? 
- O que tem nós dois?
- Não se faça de desentendido, sei que vocês andam tendo um caso
- Tá maluca Carmem, eu e a Helena somos apenas amigos....
- Tá voce finge que tá dizendo a verdade e eu finjo que acredito mas posso provar o que digo
- Provar o que? Como?
- Ela dando uma risada disse, sabe o Edu que mora aqui mesmo?
- Que tem o Edu,?
- Ele viu vocês dois entrando no motel, ah ele mora perto por isso viu voces..
- Mas Carmem, voce é casada, nunca imaginei que voce era a fim de mim (mentira porque ela sempre deu em cima de mim), no que ela respondeu voce que nunca me deu bola, voce sabe que sempre tive uma queda por voce, continuei, mas voce é casada porque???
Ela respondeu a Helena também é casada, e porque voces saem, continuei, seu marido não tá dando conta do recado não, ela na hora respondeu, aquele filho da puta vive me traindo, só to dando o troco.

E por mais que eu argumentasse lá vinha ela com outra resposta,, enfim, acabei resolvendo traçar a Carmem também,  e perguntei então já que voce me quer tanto como faremos?, Quero que me leve no mesmo motel que voce vai com a Helena, e faça as mesmas coisas que voce faz com a Helena, falei então depois das aulas a gente vai, ela disse que queria que a gente não fosse naquele dia pra ir direto ao motel justamente pra não chegar muito tarde em casa, a desgraçada queria foder mas não queria dar bandeira em casa 
pro marido, ali tinha coisa, como não tinha nenhuma aula importante la fui eu para o motel para o sacrifício, não que fosse tão sacrifício assim eu apenas tinha medo de me envolver com a maluquinha da Carmem, mas já que ela queria eu tava decidido a trata-la como uma puta mesmo.

Mal entramos ela veio pra cima de mim me beijando, eu a beijei, e já comecei meu ritual falei-lhe, agora voce vai ser minha escrava sexual, fiz ela tirar a roupa e ajoelhar-se n minha frente e me fazer aquele boquete, comecei a meter na boca dela enfiando meu pau até a goela dela que chupava como uma puta mesmo, aquela mulher devia estar carente de sexo, porque gulosamente chupava meu pau num delicioso boquete.
Em seguida ela tentou beijar minha boca falei que não, que ela era a escrava e faria o que eu quisesse, ordenei que ela deitasse na cama e começasse a se masturbar pra eu ver,  ela obediente deitou-se e começou a meter o dedo na buceta, a gemer e a se masturbar, olhava pra mim que observava a cena como se querendo minha aprovação, ela parava um pouco eu mandava ela continuar, era pra para só quando eu mandasse, e assim foi, ela obediente continuava a se tocar, e a enfiar o dedo na buceta como uma puta obediente, caralho aquela cena me excitava, era a primeira vez que eu estava dominando uma mulher, eu jamais havia feito isso, era como se fosse uma especie de castigo, ela queria parar, mas eu falei só vai parar quando gozar, então ela começou a massagear-se mais rapidamente até que gozou.

Quando ela gozou  mandei que ela ficasse de quatro pra qu foder o cuzinho dela, ela reclamou, mas vai no cuzinho primeiro? Falei que sim que ela era a escrava e que eu queria comer o cu primeiro e que não adiantava dizer não, ela tentou dizer que não ia dar o cu não que eu podia pedir pra ela fazer o que eu quisesse que ela faria mas o cu ela não gostava ade dar por causa da dor, eu falei foi voce que quis assim oras, foi voce que pediu pra eu trazer aqui e fazer as mesmas coisas eu faço com a Helena, voce não vai arregar agora vai?, Ou me deixa comer seu cuzinho ou vamos embora agora, ela sem opção resignada se colocou de quatro pra eu fazer o serviço no cu dela, primeiro atolei meu pau na bueta, ela respirou aliviada achando que eu tinha desistido, mas só fiz isso pra lubrificar meu pau e facilitar a penetração, dei uma cuspida no buraco do cu dela e apontei meu pau, realmente a danada não costumava dar o cu porque entrou apertadinho,eu senti até quando a cabeça do meu pau passou pelo anel do cuzinho dela, ela deu uma travada na hora mas eu segurei firme na cintura e mandei ver, ela reclamava a toda hora da dor e da minha brutalidade, mas ela estava sendo sodomizada porque ela mesmo tinha procurado, eu estava fazendo de algoz mas na verdade eu estava adorando comer aquele cuzinho quase virgem, atolei meu pau até as bolas ela chegou a morder o lençol para aguentar a dor, não sei ela gozou ou não, porque na hora que eu gozei acabei por tirar meu pau da bunda dela e ela parece que respirou aliviada.

depois dessa foda como sempre faço depois de uma relação anal, fui até o banheiro pra me lavar porque eu tinha feito sem camisinha e todo cuidado é pouco, voltei pra cama pra descansar um pouco foi a vez dela ir se lavar, quando voltou eu estava esparramado na cama ela deitou-se ao meu lado e falou, voce é um cachorrão, me machucou viu, eu rindo falei, não era isso que voce queria, meter comigo, meter sim, mas não gostei de ser machucada, minha bunda está ardendo, conversamos um pouco sobre A helena, ela e a Cida, ela me falou agora só 
falta voce pegar a Cida né, e para aguçar a curiosidade dela eu falei, quem me garante que eu já não peguei? ela curiosa falou me conta como foi..., para manter o suspense falei que não ia contar nada e que ela jamais saberia, esse papo parece que deixou ela com mais tesão, ela começou a acariciar meu mastro levemente até que ele ficou em ponto de bala, então ela veio por cima de mim e falou agora voce vai  meter onde deveria ter metido primeiro, e foi ajeitando meu pau na sua buceta e foi sentando em cima numa cavalgada subindo e descendo no meu pau, uma delicia, não resisti comecei a imprimir movimentos mais rápidos até que gozamos quase juntos, dessa vez eu sei que ela gozou por causa da chave e buceta que ela me dava, vou te contar, a Carmem era louquinha mas era boa de cama, uma foda com ela era sempre uma experiencia unica e diferente, ela parecia uma ninfomaníaca,  porque gostava de sexo, gemia e rebolava como ninguém.

E assim foi a minha faculdade, 3 anos de curso, 3 anos de foda com duas mulheres diferentes mas igualmente gostosas, a Helena mais velha, comportada centrada na hora do sexo, e a Carmem louquinha quase irresponsável mas era um furacão na cama.

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