segunda-feira, 21 de novembro de 2016

MUDANDO PRA VALER!


MUDANDO PRA VALER!

Mudando pra valer!
Era uma quinta-feira terrível, em que eu me encontrava assoberbada com os preparativos de minha mudança. Meio nômade que sempre fui, estava mais uma vez às voltas com caixas, malas, embrulhos, carregadores, montadores, eletricista e etc.
Já havia pedido compreensão ao meu Senhor, dizendo-lhe que eu ficaria, de fato, muito ocupada e, por essa razão, me surpreendi ao receber sua mensagem:

“BOA TARDE, CADELA. NÃO MARQUE NADA PARA AMANHÃ. ATENÇÃO PARA OS DETALHES. VOCÊ DEVE USAR UM VESTIDO CURTO E NÃO DEVE COLOCAR CALCINHA, O DIA TODO!”

Estremeci, pois sabia que com a instrução viria mais alguma tarefa ou encontro, mas também porque achei que seria incômoda e bastante inoportuna essa tarefa num dia em que estaria rodeada de homens rústicos, que estariam a observar meus movimentos com olhos sedentos. Argumentei com meu Senhor e ao ouvi-lo perguntar se eu o estava desobedecendo, rapidamente tratei de mudar de assunto, pois não queria despertar sua ira.
Na manhã de sexta-feira, então, me vesti como meu Senhor ordenou, enviei a ele as fotografias matinais que fazem parte das minhas tarefas – corpo inteiro, pés e rosto – e parti para a árdua tarefa de mudar de apartamento.
Já de saída, fiquei constrangida com os olhares de cobiça que os carregadores me direcionavam, abaixando-se lentamente perto de minhas pernas desnudas para carregar caixas e mais caixas. Vez ou outra, percebia um olhar de luxúria para meu quadril, que ficou ainda mais avantajado, eis que sem calcinha e por debaixo de um vestido soltinho e curto.
No meio da manhã, recebi outra mensagem de meu Senhor:

“BOM DIA, CADELA, COMO SE SENTE SEM CALCINHA E DE VESTIDO CURTO?”

Um tanto intrigada com a tarefa, contei ao meu Senhor que estava verdadeiramente enojada ao ser tratada como um objeto de adoração e desejo pelos serviçais, dizendo-lhe não ser desfrutável. Contei a ele que não gosto de me deixar saborear visualmente assim. Passada a hora do almoço, eu confesso que queria correr e me esconder daqueles olhares de lascívia, que só aumentavam, a medida que a mudança se desenrolava.
Então, como um bálsamo em minha tarde, outra mensagem do Meu Senhor chega em meu celular:

“EU GOSTEI. ERA O QUE EU QUERIA. SENDO MINHA, ESCOLHEREI QUEM, COMO E ONDE CONFORME O MEU DESEJO.”

Como uma epifania, aquelas palavras me soaram como um bálsamo em meio a tantos aborrecimentos com os detalhes da mudança. E foi então que lhe confessei, quase de joelhos, reconhecendo minha pequenez diante da grandiosidade de sua vontade:
“Sabe que falando dessa forma, consigo ver sentido no que fiz. Se é para agradá-lo, se é para satisfazê-lo, se era sua intenção que eu fosse mesmo cobiçada, faz mais sentido.Eu, por vontade própria, não passaria por isso, mas para o seu prazer, Senhor, não me sinto tão vulnerável. Ao contrário, sinto-me realizada por cumprir uma ordem e fazer exatamente o que espera de mim. Ainda que sob os olhares de luxúria deles, me sinto mais sua, ao saber que estou fazendo aquilo que o Senhor queria que eu fizesse…”
E alma lavada, depois de ter entendido que o desejo não era entre os serviçais e eu, mas entre eu e meu Senhor, prossegui com a mudança e logo li em meu celular:

“VOCÊ É UMA LUZ NESSE DIA DOS INFERNOS.”

Ah, que felicidade! Meu Senhor estava contente com meu desempenho. Que alegria elevar o ânimo dele. Justo dele, que anima os meus dias. Depois de trocarmos algumas outras palavras, agradeci por ele ter partilhado tão doce consideração comigo e resolvi dar ritmo para ultimar a arrumação.
Anoiteceu, os carregadores foram embora levando seus olhos compridos do meu novo apartamento, e eu fiquei desfazendo as caixas e mais caixas, imaginando que o tal “dia dos infernos” de meu Mestre o havia impedido de concretizar qualquer plano dele de ter comigo naquela noite. Qual não foi minha surpresa ao receber uma mensagem de meu Senhor, ordenando que eu estivesse pronta para recebê-lo em cerca de uma hora.
Uma hora! Eu estava caoticamente desarrumada, como meu apartamento! Abdiquei da idéia de colocar ordem na casa e fui tomar um delicioso banho. Fiquei limpinha, cheirosa e hidratei minha pele, principalmente os pés, que são objeto de adoração do meu Mestre. Providenciei outro vestido e esperei ansiosa, novamente sem calcinha.
Meu coração palpitava incessantemente, a espera da chegada de meu Mestre que não tardou, malgrado a chuva teimasse em atrasá-lo. Com uma deliciosa garrafa de vinho em punho e um olhar de desejo e carinho, ele entrou no meu recôndito de tranqüilidade para abalar minhas estruturas.
Ele estava ainda mais cheiroso e convidativo do que da última vez em que nos encontramos. Providenciei algo para comermos e sentamo-nos no sofá para saborear o vinho. Conversamos bastante, sobre tudo. Sobre trivialidades, sobre o tal “dia dos infernos”, sobre a minha desídia no cumprimento das tarefas na semana anterior e sobre a tarefa desta sexta-feira de mudança.
Meu Mestre me fez compreender o quanto foi injustificada a minha teimosia de outrora, fazendo-me ver que não havia necessidade de tê-lo interpelado tanto e de ter falhado com minhas tarefas diárias para com meu Amo e Senhor.
Também reforçou a importância e sua satisfação com o meu desempenho neste dia tão trabalhoso para ambos, mormente porque ele povoou meus pensamentos o dia inteiro com a tal tarefa. E eu, ávida pelo seu toque, sorvia cada palavra sua, em meio ao saboroso vinho, a espera do que ele me reservava. Foi então que ele pediu meus pés em suas mãos, acariciando-os o verificando sua maciez.
Ah, que saudade de suas mãos firmes!
Ele se levantou rapidamente e disse “Trouxe-lhe um presente”, remexendo em suas coisas. Sacou um cane, que disse ter sido presente de um Senhor amigo. Disse que seria para nosso uso e que eu deveria tê-lo em boa guarda, bem como apresentá-lo sempre que me fosse ordenado. Testou o artefato em meu sofá, o que me fez ter dó do estofado… meu Senhor tem mãos absurdamente fortes e empunhou o cane com sede em seu olhar.
Conduziu-me com delicadeza e firmeza pelo sofá, colocando-me, então, em pé, à sua frente, e, ao pé do meu ouvido, sussurrou a palavra que me estremeceu toda:

“CADELA!”

Pronto! Daquele instante em diante, eu estava inteiramente sob seus auspícios, para que ele fizesse de mim o que bem quisesse. Meu Senhor me apertou firme, com suas mãos fortes e certeiras, quase que conferindo minhas curvas, percorrendo todo o meu corpo. Parou na minha bunda e fez dela sua, de tanto apertá-la. Girou meu rosto para ele e me beijou ardentemente, mordendo o meu lábio inferior e me levando à loucura.
Com leveza, curvou-me sobre o sofá, de modo que eu ficasse apoiada no encosto dele, e, com generosidade, me permitiu sentir seu membro rijo se achegando a mim. Era a primeira vez que eu o sentia tão firme e pronto para a cópula. Meu Senhor ainda não havia me dado a honra de recebê-lo em minhas entranhas. Meu Amo ergueu meu vestido e conferiu, com dois dedos, toda a minha área genital… todinha! E eu já estava molhada de desejo, a espera de sentir todo o seu sexo dentro de mim.
E foi então que, em meio às carícias deliciosas que me fazia, meu Senhor liberou seu membro das calças, fazendo com que ele penetrasse rapidamente em meu rabo. ah, eu tive a certeza de que meu Senhor estava reconhecendo meu bom desempenho na tarefa do dia, porque ele sabe o quanto eu sou louca por penetração anal.
E ele estava realmente disposto a me fazer gozar. Meu Senhor me puxava pelos cabelos, de molde a me levar às raias do tesão. Colocava e tirava seu membro do meu rabo, enquanto espalmava sua grande mão em minha bunda! E ele colocava todo seu pau dentro de mim! Meu Senhor não se esqueceu do presente dado por um amigo, e usou o cane em minha bunda por diversas vezes.
E enquanto ele perguntava se era isso que eu tanto queria, batia na minha cara, me ordenando que respondesse sua pergunta.  Eu, arfando de tesão, pedia mais e mais, pedia para que ele metesse com força e agradecia pelo prazer que ele estava me proporcionando.  E, quanto mais eu pedia, mais ele metia com força!
Sim, ele estava inteirinho dentro de mim, socando seu membro com força pra dentro do meu rabo, batendo em minha bunda, me chamando de cadela e dando tapas em meu rosto! Que mais eu iria querer?! Gozar, obviamente.
Mas eu não sabia se poderia e, ao pedir sua permissão e receber sua liberação, gozei mesmo como uma vadia, que não suportou o tesão de ter um membro deliciosamente enfiado no seu rabo.  Ah, meu Senhor foi sensacional, me fazendo gozar como eu queria em nossa primeira vez.
Mas ele estava animado e eu não queria que ele saísse nunca de dentro de mim. Seu pau era mesmo maravilhoso! Então, comecei a rebolar, receosa por estar tomando alguma iniciativa, confesso. Mas arrisquei, porque meu rabo pedia mais de seu pau firme e certeiro. Como uma verdadeira cadela no cio, eu queria mais!
E, percebendo minha luxúria, meu Mestre não se fez de rogado e recomeçou a socar com força todo seu membro para dentro de mim. Novamente, me bateu na bunda, com uma mão implacavelmente firme e também com o cane. Puxava meus cabelos com força, fazendo com que eu me contorcesse. Também me bateu na cara, tratando-me como uma vadia… a sua vadia.
As sacanagens que meu Senhor me dizia, com sua voz aveludada e sexy, me levavam a loucura e eu procurava me segurar para não gozar novamente. Ele queria ouvir de mim e eu não hesitava em pedir mais do seu pau gostoso no meu rabo! Era muito fácil gozar com o pau do meu Senhor enfiado no meu rabo! Então, meu Senhor me disse as palavras mágicas, que me fizeram explodir noutro rompante de gozo:

“VOU ENCHER SEU CU DE PORRA, CADELA!”

Que delícia! Que delícia! Ele foi e eu fui também, à loucura, ao ápice do prazer! Meu rabo parecia engolir o pau dele todinho. Gozamos os dois, simultaneamente, orquestrados que estávamos na busca de dar e receber prazer! Ofegantes, suados e maravilhados com a trepada fenomenal, nos sentimos muito próximos. E eu me senti tão dele que nem por um instante duvidei de que queria mesmo que ele fosse meu Dono.
Fiquei extasiada por gozado tão gostoso assim, por duas vezes, na primeira transa com meu Senhor. Ele se recompôs e ordenou que eu fizesse o mesmo. Ordenou que fôssemos para o quarto, para que eu fosse, agora, punida pelo meu mau comportamento. Ah, não fossem os rompantes da TPM, eu teria passado ilesa! Mas eu fui fraca e indisciplinada e merecia o que estava por vir. Ele me abaixou sobre a cama, me posicionando calmamente com a bunda para cima.
Então, com sua voz de veludo, disse que eu apanharia dez vezes e que, a cada uma delas, deveria contar e dizer “Senhor, obrigada!”
E foi assim que, depois de devidamente aquecida com o próprio cane, senti a primeira lapada. Doeu, confesso. E eu disse: “Uma, Senhor. Obrigada!”
A segunda, a terceira e a quarta vieram sem pestanejar e a cada uma delas eu agradecia meu Senhor. A quinta tardou. Achei que meu Senhor se deleitava com as marcas e agradeci mentalmente a breve trégua. Brevíssima, porque o quinto, o sexto e o sétimo golpe também vieram, e eu agradeci também por eles.
O oitavo impacto veio mais espaçado e o nono também. Entre eles, senti um alívio ao saber que estavam acabando, mas também lamentei que estavam acabando. Cheguei a pensar que estava louca por querer mais! A décima lambada tardou, mas veio, e o suplício estava acabado. Meu Senhor ficou satisfeito ao me disciplinar e providenciou fotos, para que eu visse as marcas deixadas por seu instrumento.
Achei mesmo que minha bunda ficou bem bonita com aquelas marcas. Eram marcas de preocupação dele comigo, de sua condução firme. De fato, meu Senhor tinha razão ao mencionar que eu testemunharia a derrocada de alguns paradigmas que eu trazia comigo. Trago-os, ainda, mas tenho certeza de que o crivo de meu Mestre me ajudará a reprogramá-los. Autorizada que fui, sentei novamente no sofá, junto de Meu Senhor, para terminarmos o vinho.
A bunda quente e a cabeça fervilhando. O prazer latente!
Infelizmente, meu Senhor teve que ir embora, não sem antes me dar um tapinha na bunda, um beijo delicioso e uma mordida nos lábios, para me deixar com gostinho de quero-mais. Essa foi a primeira, que já me fez querer outras tantas…

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