segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Fisting (Fistfucking) Vaginal


O fisting vaginal ou fistingfucking vaginal é uma prática mais fácil que o fisting anal, pois não envolve os esfíncteres anais... mas nem por isso deixa de ter as suas dificuldades. A vagina é composta pelos grandes e pequenos lábios e o canal vaginal, envolvendo no seu curso final a base do útero.

O canal vaginal é composto de um tecido mucoso, contornado por um anel de músculos poderosos. Estes músculos são os que auxiliam na expulsão dos bebês nos partos. Algumas mulheres possuem a capacidade natural de manobra destes músculos, apreendendo objetos com a vagina, ou expulsando-os (até com alguma força ou potência!).

Outras, com a prática e exercícios, aprendem a fazê-lo. Esta técnica é conhecida popularmente como "pompoarismo" e pode ser uma grande auxiliar na prática do fist fucking...

Uma dúvida muito comum é a de, uma vez feito o fist fucking pela vagina, onde cabe uma mão toda e até um punho? O canal vaginal é notoriamente conhecido pela sua capacidade de adaptação e dilatação, sobretudo quando a mulher encontra-se excitada.

Contudo, vale relembrar, a lubrificação é importantíssima no fist fucking. A falta dela também gerará de microfissuras à fissuras importantes de mucosa vaginal, que podem levar à infecções. O fister experiente sabe detectar os pontos de resistência e ultrapassá-los, usando para isso de manobras feitas com a mão e o punho, estreitando-os para a passagem em pontos mais delicados e adaptando-se assim à fisiologia do órgão.

No fisting vaginal, não temos contato com as paredes do útero, mas sim com o colo do útero e tomados os cuidados devidos, não acarretam problemas para pessoas que não estejam grávidas.

O maior cuidado à se tomar no fisting vaginal é com o colo do útero, região muito sensível. Como qualquer ferimento tende à ter uma cicatrização difícil nesta região, não é incomum que os ferimentos ali tenham de ser cauterizados (!) para fechar...

Por isso, todo o cuidado, sobretudo com uma lubrificação muito boa e o uso de luvas é pouco... Por onde passa a cabeça de um bebê pode, facilmente, passar uma mão inteira, o punho, o pulso e mesmo uma parte do antebraço.

Claro, existem incontáveis variações anatômicas que tornam algumas mulheres "fistees" naturais enquanto que para outras tal prática pode ser muito difícil. Mas não há registros de uma total incapacitação anatômica para tal que não seja considerada uma anormalidade de formação... ou seja, qualquer mulher anatomicamente "normal" poderá fazer fisting vaginal, ainda que com dificuldades.

No fisting em geral, para se chegar a uma dilatação boa para a penetração do punho requer-se treinamento de fistees e fisters e pode chegar a 2 anos de preparo. Existem aparelhos médicos, chamados de velas, para iniciar a dilatação, mas não existe tamanhos tão grandes quanto punhos.

Outra dúvida muito comum entre os não iniciados é a de se achar que, uma vez que ceda a musculatura, esta não voltará mais ao normal... Bem, como já vimos anteriormente no texto, ela volta ao normal, de poucos minutos à algumas poucas horas após o término do ato. Se não voltasse ao normal não seria considerada uma prática BDSM também, já que não seria segura e nem saudável. Mesmo a prática do fisting no ânus, que notoriamente não tem a mesma elasticidade da vagina, é segura sim... o ânus volta ao normal. Mas, como toda e qualquer prática sexual e / ou BDSM, Há Limites...

O Fisting permite sensações de prazer muito mais intensas do que qualquer outro tipo de penetração (como com um pau, por exemplo), como sentir realmente o interior da parceira(o) e a manipulação vaginal, do útero ou da próstata.

Seja o que for, a excitação. É realmente bastante intensa. Todas(os) participantes sempre falam das gozadas abundantes, tremendas, um êxtase muito maior e gratificante do que já os que experimentaram nas trepadas ditas "normais".

Técnica e tempo de prática são tudo. Uma das dicas mais básicas está em "sentir por onde é a entrada" da parceira, que nem sempre está "seguindo em frente". Isto pode exigir do fister posições complicadas durante o processo de acomodação da mão. Outra dica é respeitar o timmimg e a disposição da fistee para tal.

Há dia em que tudo rola legal, noutro a coisa já não responde tão bem assim. É mais do que normal perguntar; isto não é perigoso? "É e não é" responde a maioria. O grande risco é o trauma, machucar enquanto se esfrega e comprime a mão na vagina ou no reto, podendo arranhar e espetar os delicados tecidos vivos destas regiões (são mucosas muito sensíveis).

Por isso, forçar é o maior pecado e paciência a maior das virtudes. Isto é evidente quando se vê que grande parte dos acidentes ocorrem com novatos e pessoas que não têm uma noção muito certa dos seus limites. Um(a) passiva(o) em Fisting deve selecionar muito bem seus parceiros.

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