A CRENTE QUE PASSAVA SEMPRE NA MINHA RUA
Eu sou separado e desde então moro sozinho sou independente e gosto dessa vida porque posso fazer o que quiser quando quiser e com quem quiser sem a marcação cerrada de mãe ou esposa, tenho um ótimo trabalho que me proporciona essa independência, e confesso que eu sempre tive uma atração por mulheres crentes a caráter, quando digo a caráter me refiro a vestimenta, saias até o joelho ou abaixo, normalmente meias escuras e botas, misso me atrai e muito, mas eu nunca fui de ir a igreja alguma nem crente nem católica, e na rua de casa onde minha mora quando vou lá quando cai as tardes de domingo, observo um vai e vem de frequentadores de uma igreja congregação que tem lá perto, mas eu sempre fui indiferente aquela movimentação toda mesmo porque nunca me liguei em crentes, pra mim eles sempre foram xaropes do tipo de bater na sua porta pra tentar te converter segundo eles, sempre fui muito arredio.
Mas numa tarde eu estava passando a tarde de domingo na casa da mamãe, e estava na frente do portão conversando com alguns amigos quando vi passar uma mulher e duas crianças, minha primeira avaliação que ela devia ter uns 30
e poucos anos, máximo 35, dona de uma beleza singular, e muito atraente, seu corpo curvilíneo destacava sua cintura e seu quadril, era o tipo da mulher que chamaria de gordelicia, ainda mais dentro de uma saia com babadinho e uma blusa branca colada ao corpo que eram separados por um cinturão largo destacando ainda mais sua silhueta o que lhe dava mais charme ainda, não teve como evitar, observei de cima abaixo cada detalhe, observei que tinha peitos médios apontando pro alto ainda bem firmes, uma bunda mais gostosa ainda alem daqueles cabelos compridos típicos das mulheres daquela igreja, e quando passou por mim fiquei observando os movimentos enquanto ela desaparecia virando a esquina, e aquela morena foi motivo da conversa por um bom tempo entre eu e os amigos dizendo o quanto ela era gostosa.
e poucos anos, máximo 35, dona de uma beleza singular, e muito atraente, seu corpo curvilíneo destacava sua cintura e seu quadril, era o tipo da mulher que chamaria de gordelicia, ainda mais dentro de uma saia com babadinho e uma blusa branca colada ao corpo que eram separados por um cinturão largo destacando ainda mais sua silhueta o que lhe dava mais charme ainda, não teve como evitar, observei de cima abaixo cada detalhe, observei que tinha peitos médios apontando pro alto ainda bem firmes, uma bunda mais gostosa ainda alem daqueles cabelos compridos típicos das mulheres daquela igreja, e quando passou por mim fiquei observando os movimentos enquanto ela desaparecia virando a esquina, e aquela morena foi motivo da conversa por um bom tempo entre eu e os amigos dizendo o quanto ela era gostosa.
Passei o resto daquele dia com a imagem daquela mulher na mente, não sei porque desse dia em diante passar as tarde de domingo na mamãe virou rotina, eu tinha esperança de ve-la novamente e dei sorte porque ela sempre passava por ali sempre com os dois filhos mas nunca vi o marido acompanhando-a, até que um dia quando um dos filhos se veio até a grade que cercava o terreno e pegou uma flor que minha mãe costumava cultivar e estava do lado de fora, ela então chamou a atenção dele, no que eu aproveitei a chance e a acalmei dizendo que não tinha problema, crianças não fazia por maldade etc e tal, foi ai que travamos o primeiro contato.
A partir daquele dia ficar aos domingos a tarde naquele horário por ali esperando uma oportunidade de ve-la virou rotina depois daquele dia acabamos estabelecendo uma relação de amizade mas apenas de oi quando ela passava, nunca tivemos a oportunidade de uma conversa mais longa, a não ser quando eu elogiava os filhos dela, isso a deixava bem satisfeita eu podia perceber., e quando ela passava ela já tomava a iniciativa de me cumprimentava, até um dia ela parou eu estranhei, mas ela me convidou para assistir um culto na semana seguinte dizendo que haveria um pregador de fora que era um ex detento, foi só nesse dia que eu soube o nome dela, chamava-se Damaris, eu ate fui nesse dia que ela me convidou, mas não foi por causa do tal pregador, foi só por causa dela, era a minha chance de me aproximar um pouco mais dela.
Mas frequentar qualquer tipo de igreja não era do meu feitio, só que depois que eu fui naquele dia consegui uma melhor aproximação, porque depois daquele dia sempre que ela passava na frente da casa da mamãe e eu estivesse ali ela mesmo já tomava a iniciativa de me cumprimentar, as vezes quando ela passava um pouco mais cedo até dava tempo pra uma conversinha curta, com o passar do tempo descobri que ela era casada tinha 34 anos, e que seu marido não frequentava a igreja com ela porque não gostava e outras coisas da vida dela, apesar de a essa altura nossa amizade já estar bem solida eu nunca me insinuei pra ela apesar de deseja-la desde o primeiro dia, alem do que ela sempre agiu de uma forma séria sem dar qualquer chance a algo mais do que a amizade.
Por outro lado em nossas conversas mesmo breves, eu pude notar que ela era muito carente, percebi que mesmo ela sendo muito atraente o marido vivia para o trabalho e preferia o trabalho do que ir com ela o que era seu grande desejo, percebi o quanto ela estava carente, e eu estava disposto a suprir essa carência, nossa amizade discreta continuou assim até que um dia deu certo de a encontrar sozinha no ponto de ônibus que ia para o centro, parei meu carro ofereci carona, ela não queria mas eu insisti tanto que ela acabou aceitando, quando ela sentou ao meu lado notei que sua saia momentaneamente subiu ate o meio de suas lindas coxas foi inevitavel eu dar uma bela secada, e estava usando uma fina blusa branca de malha que deixava latente o contorno de seu sutiã negro de rendas por baixo que mostrava sutilmente que ela estava com os bicos de seus seios bem durinhos não sei se pela excitação por que estava na companhia de outro homem ou se por outra causa.
Fiquei fazendo hora em um shopping até que por volta das 15 horas ela me ligou, fui até ela e novamente ela entrou em meu carro e novamente eu não consegui tirar os olhos das coxas dela quando sua saia subiu um pouco, notei que ela percebei e ficou meio sem graça, me dirigi até uma Subway e montamos um sanduíche cada um, ao terminar eu lhe falei que a levaria pra casa mas ela acho que na hora pensou em alguma coisa que recusou dizendo-me que ela tinha medo de que alguém a visse sozinha com outro homem etc e tal, falei pra ela deixar de ser boba era só uma carona, até brinquei com ela dizendo que me comportaria como um cavalheiro porque eramos apenas amigos e o que que tinha se alguém a visse, e falei ainda que pra não correr riscos eu a deixaria um quarteirão antes.
Quando paramos me ajeitei no meu banco ela percebeu meu olhar correr pelo seu corpo e ajeitou a saia que mostrava parcialmente suas coxas, colocou uma sacola de compras em seu colo, fiquei meio chateado por ter sido impedido de continuar tendo a visão cde suas pernas morenas, maravilhosa, mas entendi sua reação.... ,afinal ela era crente e casada e essa era uma reação normal para alguém como ela.
Minha intenção de seduzi-la estava clara, ela queria ir embora mas eu insistia e ficamos por um tempinho só conversando banalidades como sempre, eu não conseguia tirar os olhos de suas pernas apesar de estar vendo apenas os joelhos. fiquei de pau duro, e e ela notou isso e ficou muito sem jeito apesar de que ela também olhava ainda que que discretamente, até que alguns minutos depois ela me perguntou voce não ia em algum lugar?, respondi que era só uma desculpa pra ficar um pouco mais com ela, então ela me surpreendeu quando disse, e agora o que faremos, falei-lhe que não faremos nada, eu queria só ficar um pouco mais a sós com ela, ela respondeu que sua família iria ficar preocupada, eu falei que a gente ainda tinha umas 4 horas antes de anoitecer, porque era horario de verão, isso a tranquilizou, e tocando seu cabelo suavemente ela virou-se de frente pra mim e tirou a bolsa de seu colo que estava atrapalhando e colocou no banco traseiro, liberando minha visão de seus peitos e coxas, quando ela notou que eu a estava olhando e praticamente babando ela ficou sem jeito, mas notei que ela novamente olhou para o volume que estava sob as minhas calças.
Estava ela na minha frente só nos dois, acariciei seus cabelos compridos e sedosos que caia sobre seus ombros, devido a ela ter se movimentado deixava metade das coxas a mostra, não resisti tamanha tentação, minhas caricias se concentraram suavemente por trás de sua nuca ela fechou os olhos e estava aceitando meus carinhos, mas quando tentei beijar seus lábios, ela se assustou e impulsivamente tentou se afastar de mim, mas segurei sua nuca firme e dei um beijo de verdade, o que ela timidamente retribuiu enquanto a beijava passei a mão em seus ombros em seu colo e tentei tocar seus peitos e ela
tremia, levei a mão em sua coxa ainda por cima do vestido deslizei suavemente do joelho até as nádegas, fiquei por um tempo assim até que meti a mão entre as coxas por baixo do vestido enfiei a mão até sentir a calcinha, quando enfiei um dedo por baixo da barra e comecei a brincar em seus pelos pubianos, senti seus cabelinhos nas minhas mãos ela se arrepiou toda eu mordia seu pescoço e lambia sua orelha,quando tentei tocar a sua buceta mas ela resistiu-me dizendo que aquilo não, porque jamais faria aquilo com o seu marido porque era errado, parei só que eu estava louco de tesão tinha que comer aquela mulher, se eu forçasse talvez ela desistisse de vez, decidi seduzi-la aos poucos até deixa-la no ponto de não negar mais nada, devido a já termos nos beijado falei então vamos ficar só nos beijos e nas caricias tá, ela falou só beijar né.... sem mão boba tá, quando ela me falou que beijar tudo bem, eu vi que no fundo ela também estava querendo o mesmo que eu porque sua respiração estava ofegante, era questão de tempo,
Estava ela na minha frente só nos dois, acariciei seus cabelos compridos e sedosos que caia sobre seus ombros, devido a ela ter se movimentado deixava metade das coxas a mostra, não resisti tamanha tentação, minhas caricias se concentraram suavemente por trás de sua nuca ela fechou os olhos e estava aceitando meus carinhos, mas quando tentei beijar seus lábios, ela se assustou e impulsivamente tentou se afastar de mim, mas segurei sua nuca firme e dei um beijo de verdade, o que ela timidamente retribuiu enquanto a beijava passei a mão em seus ombros em seu colo e tentei tocar seus peitos e ela
tremia, levei a mão em sua coxa ainda por cima do vestido deslizei suavemente do joelho até as nádegas, fiquei por um tempo assim até que meti a mão entre as coxas por baixo do vestido enfiei a mão até sentir a calcinha, quando enfiei um dedo por baixo da barra e comecei a brincar em seus pelos pubianos, senti seus cabelinhos nas minhas mãos ela se arrepiou toda eu mordia seu pescoço e lambia sua orelha,quando tentei tocar a sua buceta mas ela resistiu-me dizendo que aquilo não, porque jamais faria aquilo com o seu marido porque era errado, parei só que eu estava louco de tesão tinha que comer aquela mulher, se eu forçasse talvez ela desistisse de vez, decidi seduzi-la aos poucos até deixa-la no ponto de não negar mais nada, devido a já termos nos beijado falei então vamos ficar só nos beijos e nas caricias tá, ela falou só beijar né.... sem mão boba tá, quando ela me falou que beijar tudo bem, eu vi que no fundo ela também estava querendo o mesmo que eu porque sua respiração estava ofegante, era questão de tempo,
os vidros do meu carro eram revestidos com película escura, então abracei-a com força e beijei sua boca de novo, que dessa vez foi um beijo correspondido, nossas liguas entrelaçaram, disfarçadamente fui enfiando minha mão dentro de sua blusa para tocar-lhe os seios, já não houve menor resistência, toquei suavemente o seu peito e os biquinhos, abri dois botões de sua blusa de modo que facilitou eu tirar um dos seios pra fora, e chupar suavemente o bico que estava duro como meu pau, ela chegou a gemer baixinho me deixando ainda mais maluco de desejo, enquanto eu chupava ela segurou forte e apertou minha cabeça contra ao seu peito e começou a gemer baixinho, não resisti levei novamente a minha mão em suas pernas em direção a sua xaninha apesar dela ainda resistir fechando as pernas fortemente, eu forcei a barra, enquanto nossos lábios estava colados, eu forçava tentando faze-la com que abrisse as coxas para eu atingir meu objetivo, insisti tanto que ela finalmente ela abriu a guarda afrouxando um pouco eu cheguei até meu objetivo que era sua buceta, quando a toquei por baixo da calcinha seu corpo tremeu, ela estava toda melada, apertei meus dedos em sua buceta e comecei a massagear o seu
grelinho, ela estava quasse gozando e dizia que nao, não podíamos nem devíamos fazer aquilo, não estava certo, e seu corpo tremia, puxei a barra da calcinha pro lado e novamente ela tentou resistir mas já não tinha forças quando comecei a enfiar o dedo ela não resistiu mais começou a massagear meu pau por cima da calça, as vezes apertava com tanta força que chegava a doer, nesse instante notei que ela havia gozado, pois meus dedos ficaram lambuzados com seus líquidos vaginais, até se descontrolou e apertou meu pau com tanta força que chegou a doer um pouco.
grelinho, ela estava quasse gozando e dizia que nao, não podíamos nem devíamos fazer aquilo, não estava certo, e seu corpo tremia, puxei a barra da calcinha pro lado e novamente ela tentou resistir mas já não tinha forças quando comecei a enfiar o dedo ela não resistiu mais começou a massagear meu pau por cima da calça, as vezes apertava com tanta força que chegava a doer, nesse instante notei que ela havia gozado, pois meus dedos ficaram lambuzados com seus líquidos vaginais, até se descontrolou e apertou meu pau com tanta força que chegou a doer um pouco.
Mas quando tirei meu pau pra fora ela se parou assutada e se recompôs dizendo que era melhor a gente parar por ali mesmo porque aquilo não devia ter acontecido de jeito nenhum porque ela era casada etc e tal... mas não tirava os olhos do meu pau que estava pra fora da calça, duro que nem pedra, sem dar tempo pra ela pensar beijei -lhe novamente e mordi o seu peitinho, percebi que ela estava com tesão mas ao mesmo tempo com sentimento de culpa, tentando me afastar de todo jeito, mas eu argumentei com ela que ja que a gente tinha chegado aquele ponto porque não terminar e disse que ia sair dali pra irmos a um lugar mais seguro onde a gente podia terminar o que tinha começado, ela disse que queria ir embora mas eu disse que não, que ia terminar o que começamos, liguei meu carro e como eu tinha propositalmente estacionado perto dos moteis me dirigi a um deles, quando ela percebeu que eu tava entrando num deles se desesperou e pediu que eu não fizesse aquilo com ela mas já era tarde, peguei a chave na portaria e me dirigi a suite numero 8, me lembro até agora.
Quando estacionei o meu carro na garagem, sabendo o que a esperava la dentro ela não queria sair do carro eu falei tudo bem então se vc não quer
entrar a gente vai transar dentro do carro mesmo e e voltei para o meu banco, comecei a beija-la e e tocar seus seios, novamente enfiei a mão em sua bucetinha, nessas horas o tesão fala mais alto, então ela levou a mão em meu cacete e começou uma punheta muito gostosa enquanto ela me massageava meu cacete, enfiei a mão na sua chana ela tremia de tanto prazer, mas não soltava o meu pau, foi quando eu falei baixinho em seu ouvido, Dâmaris ja trocamos caricias de todo jeito, vc sabe que a gente vai transar de qualquer jeito aqui dentro do carro ou confortavelmente na cama da suite se vai acontecer aqui dentro do carro ou no quarto, o quarto é bem melhor não acha, que tal a gene ir pra entro..., acabei convencendo a entrar e la fomos nós pra cama.
Achei que quando entrássemos no quarto ela ainda fosse ficar retraída, mas mal fechamos a porta atras da gente nos atracamos em beijos que dessa vez foi plenamente correspondido abri os botões da sua blusa tirei seus peitos pra fora do sutiã e comecei a mamar agora ela já gemia de verdade, enquanto a gente beijava eu fui conduzindo em direção a cama, deitei-a e tentei tirar sua calcinha ela ainda resistiu um pouco travando suas pernas dizendo me que penetração ela não queria , sussurrei em seu ouvido que eu ja tinha gozado quando ela me masturbou e que queria só esfregar que se ela não queria que eu a penetrasse eu me contentava em gozasse nas coxas... e coisa e tal.... ainda pra convence-la falei que se não houvesse penetração não haveria traição, acho que esse argumento a tranquilizou porque ela afrouxou um pouco suas defesas
Me ajoelhei a beira da cama e fui beijando suas coxas, desci até os pés, voltei pela outra perna subi beijando as pernas as coxas, depois lambi a sua virilha ela estremecia toda, ainda mais quando puei sua calcinha para o lado e lambi seu grelinho ela instintivamente fechou as pernas pressionando minha cabeça,
comecei a baixar sua calcinha ela ainda resistia, mas eu a tirei meio que a força, para em seguida me posicionar em cima dela e posicionei a cabeça do meu pau na entrada mas ela reclamou, lembrando-me que eu prometera que não faria, mas eu a convenci que não ia enfiar que eu queria só massagear o clitóris dela com a cabeça do meu pau, ela excitada permitiu, como estava bem lambuzada e lubrificada escorregava gostoso e ela abriu um pouco as pernas pra facilitar e eu esfregava a minha pica naquela buceta pra cima e pra baixo, ela fechou os olhos e estava curtindo aquela masturbação, fui conduzindo a situação e sem que ela percebesse encaixei a cabeça de meu pau e disfarçadamente fui introduzindo quando ela percebeu a minha intenção tentou fechar e travar as pernas mas já era tarde eu já tinha o controle total da situação e já estava posicionado entre suas pernas de forma que mesmo que ela quisesse não conseguiria evitar, dei uma estocada tão forte que entrou tudo até o talo, ela reclamou dizendo que eu tinha prometido não ir até o fim, quando na verdade ela mesmo não queria escapar tanto assim, mas mesmo assim começou a dizer pra mim pra parar para não fazer aquilo porque ela era casada, que não era certo, enquanto ela dizia isso tudo eu mandava ver, bombando caa vez mais rápido, enfiando minha rola até onde eu conseguia, bombando cada vez mais forte e fundo, até que ela mesmo já não queria mais resistir, e começou a rebolar agasalhando totalmente minha rola, ao mesmo tempo que gemia baixinho e eu bombava naquela buceta maravilhosa e quando falei que ia gozar, ela também acelerou seus movimentos, e acabamos gozando juntos
Depois de gozarmos ela se levantou, instintivamente arrumou a saia que estava toda enrolada no quadril, foi até o banheiro pra se limpar e quando voltou já estava recomposta, totalmente vestida e os cabelos penteados, eu ainda estava deitado pelado na cama quando ela se aproximou e e me falou que a gente não devia ter feito aquilo, e eu aproveitando da situação perguntei-lhe foi tão ruim assim?, Ela respondeu que não mas que jamais tinha entrado em um motel nem com o marido imagine com um homem estranho, no que eu retruquei, estranho não, somos amigos não somos? Ela continuou aquele chororô, pra lhe acalmar puxei-a pelo ombro fiz deitar ao meu lado e falei baixinho em seu ouvido, que tinha sido maravilhoso e que ela não tinha do que ficar re recriminando, até que ela olhando o relogio me ´pediu pra leva-la embora por causa do horário o que eu fiz prontamente.
Quando estacionei o meu carro na garagem, sabendo o que a esperava la dentro ela não queria sair do carro eu falei tudo bem então se vc não quer
entrar a gente vai transar dentro do carro mesmo e e voltei para o meu banco, comecei a beija-la e e tocar seus seios, novamente enfiei a mão em sua bucetinha, nessas horas o tesão fala mais alto, então ela levou a mão em meu cacete e começou uma punheta muito gostosa enquanto ela me massageava meu cacete, enfiei a mão na sua chana ela tremia de tanto prazer, mas não soltava o meu pau, foi quando eu falei baixinho em seu ouvido, Dâmaris ja trocamos caricias de todo jeito, vc sabe que a gente vai transar de qualquer jeito aqui dentro do carro ou confortavelmente na cama da suite se vai acontecer aqui dentro do carro ou no quarto, o quarto é bem melhor não acha, que tal a gene ir pra entro..., acabei convencendo a entrar e la fomos nós pra cama.
Achei que quando entrássemos no quarto ela ainda fosse ficar retraída, mas mal fechamos a porta atras da gente nos atracamos em beijos que dessa vez foi plenamente correspondido abri os botões da sua blusa tirei seus peitos pra fora do sutiã e comecei a mamar agora ela já gemia de verdade, enquanto a gente beijava eu fui conduzindo em direção a cama, deitei-a e tentei tirar sua calcinha ela ainda resistiu um pouco travando suas pernas dizendo me que penetração ela não queria , sussurrei em seu ouvido que eu ja tinha gozado quando ela me masturbou e que queria só esfregar que se ela não queria que eu a penetrasse eu me contentava em gozasse nas coxas... e coisa e tal.... ainda pra convence-la falei que se não houvesse penetração não haveria traição, acho que esse argumento a tranquilizou porque ela afrouxou um pouco suas defesas
Me ajoelhei a beira da cama e fui beijando suas coxas, desci até os pés, voltei pela outra perna subi beijando as pernas as coxas, depois lambi a sua virilha ela estremecia toda, ainda mais quando puei sua calcinha para o lado e lambi seu grelinho ela instintivamente fechou as pernas pressionando minha cabeça,
comecei a baixar sua calcinha ela ainda resistia, mas eu a tirei meio que a força, para em seguida me posicionar em cima dela e posicionei a cabeça do meu pau na entrada mas ela reclamou, lembrando-me que eu prometera que não faria, mas eu a convenci que não ia enfiar que eu queria só massagear o clitóris dela com a cabeça do meu pau, ela excitada permitiu, como estava bem lambuzada e lubrificada escorregava gostoso e ela abriu um pouco as pernas pra facilitar e eu esfregava a minha pica naquela buceta pra cima e pra baixo, ela fechou os olhos e estava curtindo aquela masturbação, fui conduzindo a situação e sem que ela percebesse encaixei a cabeça de meu pau e disfarçadamente fui introduzindo quando ela percebeu a minha intenção tentou fechar e travar as pernas mas já era tarde eu já tinha o controle total da situação e já estava posicionado entre suas pernas de forma que mesmo que ela quisesse não conseguiria evitar, dei uma estocada tão forte que entrou tudo até o talo, ela reclamou dizendo que eu tinha prometido não ir até o fim, quando na verdade ela mesmo não queria escapar tanto assim, mas mesmo assim começou a dizer pra mim pra parar para não fazer aquilo porque ela era casada, que não era certo, enquanto ela dizia isso tudo eu mandava ver, bombando caa vez mais rápido, enfiando minha rola até onde eu conseguia, bombando cada vez mais forte e fundo, até que ela mesmo já não queria mais resistir, e começou a rebolar agasalhando totalmente minha rola, ao mesmo tempo que gemia baixinho e eu bombava naquela buceta maravilhosa e quando falei que ia gozar, ela também acelerou seus movimentos, e acabamos gozando juntos
Depois de gozarmos ela se levantou, instintivamente arrumou a saia que estava toda enrolada no quadril, foi até o banheiro pra se limpar e quando voltou já estava recomposta, totalmente vestida e os cabelos penteados, eu ainda estava deitado pelado na cama quando ela se aproximou e e me falou que a gente não devia ter feito aquilo, e eu aproveitando da situação perguntei-lhe foi tão ruim assim?, Ela respondeu que não mas que jamais tinha entrado em um motel nem com o marido imagine com um homem estranho, no que eu retruquei, estranho não, somos amigos não somos? Ela continuou aquele chororô, pra lhe acalmar puxei-a pelo ombro fiz deitar ao meu lado e falei baixinho em seu ouvido, que tinha sido maravilhoso e que ela não tinha do que ficar re recriminando, até que ela olhando o relogio me ´pediu pra leva-la embora por causa do horário o que eu fiz prontamente.
Depois disso achei que eu tinha forçado a barra um pouco e achei ainda que ela não mais mais passaria pela frente da casa de mamãe pra não correr o risco de me ver outra vez, mas para minha surpresa ela não mudou sua rotina e continuamos amigos e a nos cumprimentar como antes oi pra cá, oi pra lá como se nada tivesse acontecido... apesar de eu tentar outro encontro ela nunca aceitou.







Nenhum comentário:
Postar um comentário