terça-feira, 24 de outubro de 2017

A GOSTOSA DA MINHA CUNHADA

A algum tempo eu desconfiava que minha cunhada Flavia andava colocando galha no meu irmão, o pior que ela é uma gostosa e eu tenho a maior tara por ela, uma morena de 28 anos sempre usando shortinhos curtos que deixam a mostra um belo par de coxas grossas e uma bunda de parar o transito.

Meu irmão é supervisor de vendas e viaja direto, minha cunhada trabalha em um escritório de um despachante, que por ser pequeno só trabalha a Flavia e o dono a não rara as vezes eu passei em frente ao escritório e estava fechado, ela sempre dizia que quando ela ia ao Departamento de Transito levar algum documento e o chefe dela tinha algo por fazer ele fechava, mas eu por algumas vezes já vi ela no carro dela em outros lugares na periferia da cidade região dos motéis, eu sempre desconfiei que ela andava dando pro patrão mas nunca peguei eles no flagra, a não ser certa vez numa vez numa comemoração eu vi os dois num cantinho disfarçado e ele tentou beija-la só que ela não deixou mas também não ficou brava com ele foi ali que senti uma certa cumplicidade dos dois.

Mas a gota d água mesmo foi quando por ocasião do aniversário do meu sobrinho que foi comemorado numa chácara especialmente alugada para essa ocasião, uma multidão de convidados presentes, alguns conhecidos outros nem tanto, e o chefe dela que é bem mais velho que ela também foi sozinho porque ele era separado, enfim, nesse vai e vem de pessoas eu desconfiado fiquei só observando a atitude dela, ao fim da festa meu irmão foi levar a primeira turma que ele trouxera, depois que ele saiu eu vi quando ela a certo momento  dizendo que estava cansada se afastou até um canto ermo da chácara e eu de longe só observava, e vi que logo depois que ela se afastou o Cassio chefe dela minutos depois fez o mesmo e foi ao encontro dela, e eu não perdi nenhum lance, foi quando eu fraglei o Cassio beijando a Flavia, nesse momento ela percebeu minha presença, tentei disfarçar mas ela percebeu que eu tinha visto a cena.

e na segunda feira meu irmão como sempre pegava a estrada pra atender clientes e eu sabia que ela tinha pedido dispensa para ajeitar tudo que ainda sobrara referente a festa, então eu sabia que ela ia ficar em casa, e sabia também que meu sobrinho ia pra escola na parte da tarde, então eu fui trabalhar pela manhã e na hora do almoço eu inventei que estava com muita dor de cabeça e pedi dispensa pra ir ao médico, já com a  intenção de visitar minha cunhada e lhe passar o rodo.

Decidido levar meu plano avante toquei a campainha, a Flavia me atendeu,  aquele mulherão exuberante, linda como sempre, e neste dia ela estava com um vestido leve esvoaçante de forma que a deixava ainda mais tesuda, e nos pês um chinelo já que ela estava em casa, ao me ver ela logo percebeu que eu ia falar sobre o acontecido, antes que eu tocasse no assunto ela mesmo veio me dar explicações dizendo que eu não interpretasse mal, que ela só estava fazendo aquilo porque eles estavam com muitas dividas e o Cassio tinha lhe emprestado um bom dinheiro e eles não tinham como pagar, por isso ela estava a sua mercê, que se sentia como uma prostituta mas não podia fazer nada ele estava chantageando-a, é claro que eu não acreditei muito na história mas de fato meu irmão gostava de jogar e andou até metido com alguns agiotas, mas isso nem me interessava tanto, o que me interessava era comer a gostosa da Flavia.

E desde o momento que eu tinha entrado ali estava todo excitado e desejava a todo custo foder com a cunhada, eu não sabia nem como começar a cantada, e nem o porque mas esse desejo pela Flavia estava me levando a loucura, eu já estava fissurado, com a pica dura, ainda meio confuso com a situação e como agir, porque estaria traindo meu irmão, mas o meu desejo pela Flavia falava mais alto mas ainda assim não fui atacando, eu fui com cuidado para não receber uma recusa logo de cara, embora ela não pudesse falar ou fazer alguma coisa já que eu estava com a faca e o queijo na mão.


Eu já estava fissurado, pica duríssima, excitado ao extremo. Confuso diante daquela situação ela começou a me fazer ouvir o relato detalhado de minha cunhada que enquanto falava me preparava o café ela dizia que tinha se envolvido com o Cássio a principio por causa do empréstimo, e depois ela não tinha mais como recusar porque ele em um dos encontros deles tirou algumas fotos e ameaçava a jogar na internet caso ela resolvesse cair fora e com essa explicação ela tentava me convencer a não falar nada pra o irmão, eu aproveitei a oportunidade e falei tudo bem não vou contar nada mas isso só vai depender de você, numa clara alusão que eu a queria e ela entendeu o recado e falou, puta que pariu voce também vai me chantagear.

E dizendo isto ela se aproximou por trás da cadeira onde eu estava assentado, inclinou seu corpo deixando seus cabelos cairem por sobre meus ombros,  e num abraço sutil aproximou os lábios de meu ouvido e me falou quase num sussurro você não vai fazer isso comigo vai? Eu não resisti aquela provocação segurei em seu braço e num movimento eu a puxei de forma que ela caiu sentada em meu colo e coloquei minha mão em suas coxas, pude sentir a pele sob o vestido solto. Isso facilitou os meus propositos, eu tentava beijá-la mas ela de boca bem fechada dificultava que a minha língua penetrasse em sua boca, segurando forte com uma das mãos a outra levantava o vestido deixando a mostra sua minuscula calcinha, a coloquei de pé e tentei tirar o vestido por cima mas ela não facilitou ao não levantar o braço, só que ela sem sutiã vi seus seios nus diante de meus olhos, entumescidos, bicos durinhos, ela também estava excitada apesar da resistência, 

Meus lábios tocaram os seios de minha cunhada aos poucos fui vencendo sua resistência, Logo a Flavia já deixava  pequenos gemidos, enquanto com uma das mãos mantinha  o vestido levantado e com a boca chupando-lhe os seios, aos poucos minha cunhada foi cedendo consegui fazer com que ela levantasse os braços deixando o vestido escapar pela cabeça, e quando a vi só de calcinha, com aqueles peitinhos gostosos voltei a beijar-lhe e a essa altura ela já estava correspondendo, arfava quando  peguei seu corpo pela cintura, levantei e sentei-a na mesa com as pernas abertas, minha boca estava colada as suas, minha mão tocava-lhe   sua bucetinha depilada, e seu grelinho saliente e durinho e quando eu toquei-lhe começando uma gostosa masturbação ela implorou:

- Não faz isso comigo! - continuei meu exercicio de caricia e ela continuava dizendo  - Não! 
- Meu dedo  tocou a entrada da vagina forçando a entrada e logo após foi  pressionando e atritando lentamente seu clitóris e ela
- Não faz Isso! - Por favor! mas ela já estava entregue ao prazer e eu continuei, até que ela deu um leve suspiro e segurando forte minha cabeça se rendeu e me beijou ardentemente, um arrepio se espalhou por todo o corpo de Flavia que entre gemidos soltou um gritinho:

- Era o gozo se apossando daquele corpo  que se contorcia em espasmos, e rebolava de prazer enquanto meus dedos não paravam, ela já não tinha palavras. Eram gemidos, suspiros gritinhos de prazer com a intensidade daquele gozo  que naquele instante se entregou totalmente abrindo escancaradamente as pernas deixando-me a bela visão daquela vagina escancarada a minha disposição, e euque já tinha me livrado da roupa não rejeitei tal presente, me posicionei com meu pau ansioso por penetrar aquela gruta de prazer de forma que bastava uma estocada e meu pau a penetraria sem a menor dificuldade, e foi o que eu fiz, e depois que  eu meti bem forte comecei meus movimentos ritmados de vai e vem foi quando ela me surpreendeu e se soltou, demonstrando-se uma puta descarada falou


- Mete forte cunhadinho querido, não era esse seu desejo? Comer a mulher do seu irmão? Então me bate com carinho e me faz gozar, eu socava e socava até fundo. enfiava tudo que conseguia, e cada vez que ela falava eu investia com mais tesão ainda e eu ficava louco cada vez que ela me lembrava do mano. e quanto mais louco eu ficava mais eu queria aquela mulher, soquei, soquei até que ela explodiu em prazer sua expressão era de  êxtase. seu corpo tremia e sua vagina apertava meu pau em gostosos espasmos. 
Mantive meu pau dentro de sua vagina e em um ritmo  lento continuei a bombar, nesse momento ela me beijava o rosto, a boca. Parecia estar me agradecendo o prazer proporcionado. Ela me acariciava as costas, os cabelos. até que sem ela esperar  eu deitei seu corpo na mesa, ajeitei-a de forma  suas pernas levemente dobradas e sua bunda arrebitada pra meu deleite, toquei-lhe o seu buraquinho anal, dei uma cuspida para lubrificar e facilitar a entrada do meu pau, ordeno-lhe  que  fique assim mesmo  então encostei e forcei a entrada da cabeça da pica naquele cuzinho que deu uma piscada ao contato da cabeça do meu pau, ela se vira e me olha nos olhos, esboça um sorriso bem maroto  sem perder tempo eu forço a entrada,  ela fecha os olhos e cerra os dentes para aguentar minha pica invadindo-lhe o seu traseiro.


Ao mesmo tempo que minha pica está atolando em seu cuzinho, minhas mãos trabalham em uma longa sessão de carícias percorrendo todo seu corpo, primeiro pelos seios, coxas, abdômen, rosto. Levanto-lhe a cabeça, dou-lhe um beijo profundo que quando finalmente meu saco encosta em sua nádega  me sinto totalmente dentro dela, começo movimentos lentos, num curso bem pequeno e ela com os olhos fechados se entrega dessa vez bem quieta, calada enquanto eu soco minha pica no seu cu também lhe masturbo tocando seu clitoris, ficamos brincando assim por algum tempo e sinto arrepios em partes do corpo dela anunciando que minha cunhadinha logo vai gozar pelo cuzinho. E eu louco para gozar, mesmo assim seguro minha ejaculação para gozarmos 

juntos, então uso meus dedos, o indicador roçando-lhe o grelho e o polegar enfiado dentro da vagina, e lhe dou uma estocada bem fundo em seu cu, não deixando nenhum pedaço do meu pau de fora, o resultado é imediato  e ela reage com um gozo fenomenal, apetando minha pica dessa vez com o anelzinho do cu, mordendo com o esfincter que não resisto e inundo seu cuzinho com meu esperma, e eu enlouquecido de prazer lhe dou palmadas na bunda com a mão aberta de forma que gera um ruido característico de plac, plac  e xingamentos, mas quando dou leves tapinhas no rosto da esposa do meu irmão ela entra em ebulição, seu corpo inteiro se agita, ela fica vermelha e quando sente os fortes jatos de esperma lhe invadindo as entranhas,  retesa então todo o corpo me estimulando a socar mais rápido e mais fundo seu cuzinho sendo arrombado pelo meu pau.

Foi uma foda fenomenal. e nosso envolvimento não cessou nessa primeira vez, e hoje temos um triangulo amoroso, eu  virei seu amante, meu irmão o marido e o chefe da Flavia que ela explora com dinheiro, formamos uma simbiose perfeita. 

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